quinta-feira, 25 de abril de 2013

Colisão de Moto Faz Um Ferido em Bragança


Ocorreu esta tarde pelas 18h10 uma colisão entre uma moto e um carro ligeiro.


O palco do acidente foi a EN 103, ao Km 1 ainda dentro da zona urbana da cidade de Bragança.


A colisão deu-se quando aparentemente o veiculo ligeiro tentou entrar para o acesso de uma casa, vindo o motociclo no sentido contrario e acabou por apanhar o veiculo ligeiro na sua lateral. O motociclista saiu projetado cerca de 20 metros, tendo ainda embatido com o corpo no carro. 


A vitima foi prontamente socorrida, imediatamente a seguir ao embate pelo Adjt de Comando dos Bombeiros de Bragança, Paulo Gonçalves, que passava no local e presenciou o embate, fazendo a primeira abordagem ao ferido. A colisão provocou ferimentos aparentemente ligeiros no motociclista, sendo mais evidentes num membro superior. 


Para o local foram enviados uma ambulância de socorro dos Bombeiros de Bragança e um veiculo de desencarceramento e apoio. A vitima foi assistida e imobilizada no local. Foi posteriormente transportada para a Urgência do Hospital de Bragança.




Momentos de reflexão…


josé brásQuando decidi aceitar mais esta aventura, fi-lo por “amor a uma causa”. Afinal, quem foi bombeiro, mesmo não estando no ativo, sê-lo-á sempre e para sempre! Este “bichinho altruísta”, de entrega aos outros, segue-nos, persegue-nos, pega-se à roupa e por mais que queiramos, não nos larga. A partir de hoje, contará o leitor com uma visão atenta de alguém que, por fora do “sistema”, se encontra sempre vigilante a uma organização que nunca se demite das suas funções.
Nesta primeira crónica, julguei importante abordar dois vocábulos sempre presentes na vida dos bombeiros: altruísmo e prevenção.

Desenganem-se aqueles que pensam que os bombeiros são altruístas, disponíveis à população apenas e só nos meses quentes de Verão. Na verdade, raros são os meios de comunicação social que, fora dessa época nevrálgica e extenuante, elogiam e noticiam as virtudes destes homens e mulheres que disponibilizam o seu tempo em favor daqueles que necessitam. Por esse motivo, decidi trazer aqui um exemplo de como a força de vontade de alguns se transforma na satisfação de muitos.

A Juvebombeiro do distrito de Bragança meteu “mãos à obra” e entregou cerca de duas toneladas de alimentos e roupas à Cáritas Diocesana, na sequência de uma campanha de solidariedade levada a cabo durante o mês de Março. Esta ação irá ajudar cerca de 150 famílias carenciadas daquele distrito. Congratulo-me com esta forma de contribuir para o bem público! Presumo mesmo que nunca os ideais de “altruísmo” e “prevenção” andaram tão justapostos como nesta atividade meritória. Decerto, estes jovens bombeiros, sem se importarem em conhecer os reais destinatários, contribuíram para uma Páscoa mais agradável, contribuindo para a prevenção de casos de extrema pobreza na região.

Na verdade, os bombeiros habituaram-se desde cedo a ouvir a palavra “prevenção” e a saber que, muitas vezes, a vida de cada um deles depende da correta aplicação que dela se faz. Prevenir equivale a dizer que, por detrás dessa ação, existe uma planificação adequada, uma espécie de antevisão do que irá acontecer, de modo a evitar “males maiores”.
Vem este tema à liça por estarmos à porta de mais uma campanha de combate a incêndios florestais. Todos os anos, o mesmo ritual: páginas de texto e emissões televisivas a transbordar de números, de siglas que poucos entendem, de análises comparativas… Está instalado o circo mediático em torno de um flagelo que, em cada ano, se pretende menor, sem produzir “demasiados estragos” quer em bens, quer em vidas humanas.

O relatório da FAO, denominado “O Estado das Florestas do Mediterrâneo 2013”, adianta que em Portugal ocorreu, entre 2006 e 2010, o maior número de incêndios florestais, arderam 344.710 hectares, dos quais 112.636 hectares correspondem a espaços florestais, significando que Portugal é o país que relata o maior número de fogos. Sublinha igualmente que Portugal apresenta a maior área ardida em 2010 com 127.891 hectares. A FAO diz também que metade dos incêndios florestais em Portugal tem origem desconhecida e a outra metade divide-se em negligência ou acidental. O mesmo relatório alerta para a necessidade das regiões do Mediterrâneo melhorarem o conhecimento e a informação sobre as causas dos incêndios e realizarem mais investigações depois dos fogos, tal como a Comissão Europeia tinha sugerido em 2011. A FAO refere ainda no relatório que o fogo é uma das causas da degradação florestal na região do Mediterrâneo.

Este ano foi já apresentado o Dispositivo Especial de Combate a Incêndio Florestal e, acreditando nos números divulgados, o combate a incêndios florestais vai custar 78,5 milhões de euros (ME), o que reflete um aumento de quase cinco por cento em relação ao ano passado, correspondendo a mais quatro milhões de euros. Demasiado dinheiro – digo eu, que sou apenas e só um atento “bombeiro” a estas questões – destinado ao combate. E a prevenção, pergunto eu? Quantos milhões foram gastos nesse sector? Alguém se lembrou da limpeza de matas? Da abertura e manutenção de caminhos rurais, de aceiros, de pontos de água? De dinamizar outros projetos que promovam a proteção ambiental e, simultaneamente, colaborem na dinamização da economia nacional? Não me parece…
Para avivar a memória dos mais esquecidos, até porque a idade não perdoa, relembro que, em Agosto de 2010, foi apresentado na Guarda, com pompa e circunstância, o projeto denominado Self-Prevention, que visava a prevenção de incêndios com recurso à reintrodução de 150 000 cabeças de gado caprino e ainda o “desenvolvimento económico e rural” das zonas raianas dos distritos da Guarda, Bragança, Zamora e Salamanca. Na altura, referiu-se que “a ideia é fazer com que os animais atuem como “limpadores naturais” dos campos agrícolas abandonados, deixando livres de vegetação zonas de potencial perigo de incêndio”.

Confesso que gostei da ideia, aliar a prevenção de incêndios ao desenvolvimento económico regional. Contudo, parafraseando um velho ditado, “a montanha pariu um rato”. Um ano depois da apresentação do projeto, afirmava-se estar atrasado o processo de repovoamento das zonas raianas com gado caprino para prevenção de incêndios devido a questões burocráticas. Passados dois anos, o “Self-Prevention”, um projecto ibérico orçado em 48 milhões de euros, acabara por não arrancar em Portugal por falta de verbas. Mas não faltava só dinheiro. Não existe, na maior parte do território, a área mínima necessária porque é necessário, no mínimo, uma área de 200 hectares [de terrenos públicos] para este tipo de projecto. Em Espanha, porém, a falta de espaço não foi um obstáculo. Robleda, em Salamanca, é o único local na Península Ibérica onde o projecto chegou a avançar, no ano passado, com a introdução de 200 cabras em 53 hectares.

Honra seja feita: em Portugal, a Associação Aguiarfloresta está a implementar um projecto-piloto de pastoreio dirigido, com um rebanho de 50 cabras que vai pastorear uma área de 90 hectares no Planalto de Jales, utilizado para a gestão da vegetação e, assim, reduzir os riscos de incêndios florestais.
Confesso que já não entendo nada de nada! Pede-se a todos moderação, contribuição para o bem público, sobretudo num tempo de aperto “troikiano” e esquecem-se projetos que poderiam beneficiar regiões já por si votadas ao esquecimento. Será que ninguém se lembrou de planificar um projeto correta e assertivamente? Alguém se lembrou de colaborar no desenvolvimento económico e social de regiões desfavorecidas? Parece que não!
Razão para afirmar “Bem prega Frei Tomás: fazei aquilo que ele diz, não façais aquilo que ele faz”! A mudança de mentalidade deve começar no topo da pirâmide mas, por vezes, o rio Lethes (Rio do Esquecimento) é atravessado por alguns ilustres deste País, perdendo-se assim oportunidades de desenvolvimento. Fico satisfeito por ainda existirem homens que refletem nas suas atitudes, antes de as colocarem ao serviço dos outros. A bem de todos e para todos!

José Brás
Ex-Comandante; professor
fonte:bombeiros.pt

Vila Real: Jovens têm nova subcoordenadora


Sara Avelino, estagiária nos Voluntários de Mondim de Basto assumiu, recentemente, as funções de subcoordenadora distrital de Vila Real, depois de ter sido contactada pelo coordenador distrital Rui Dinis. 

Este novo elemento da comissão distrital realça que tem projetos para a JuveBombeiro de Vila Real dos quais se destaca a página web já disponí-vel em http://juvebombeirovr.wix.com/juvebombeirovila-real, e ainda uma inciativa social assente na recolha de bens de primeira necessidade.

Integram a equipa de Sara Avelino André Borges, Daniela Carvalho e Nuno Sá, em representação dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar e Mondim de Basto.

“Chegámos com ideias e queremos trabalhar. Para isso contamos com a ajuda de todos os bombeiros do distrito”, anuncia a nova subcoordenadora da “juve”.
fonte:JBP

Novos órgãos sociais na ENB: José Ferreira é novo presidente


A assembleia-geral da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) realizada no passado dia 16 de Abril escolheu os novos órgãos sociais da instituição.

José Ferreira, até agora vogal do conselho executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), foi eleito novo presidente da direção da ENB. Para vogais do mesmo órgão foram escolhidos, Vítor Reis, até ao momento adjunto de comando dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, e Susana Silva, que cessa agora funções como diretora nacional de bombeiros.

A assembleia geral vai ser presidida por Álvaro Guerreiro, antigo dirigente da LBP e actual presidente da assembleia-geral dos Bombeiros Voluntários da Guarda, coadjuvado por Abel Ramos (ANPC) e José Campos, comandante dos Bombeiros Voluntários da Lixa e membro do conselho consultivo da LBP.

O Conselho Fiscal será constituído por José Pereira (ANPC), Joaquim Povoas, dos Bombeiros Voluntário dos Carvalhos e membro do Conselho Fiscal da LBP, e Teodósio Carrilho, presidente da Federação de Bombeiros do Algarve e membro do conselho executivo da LBP.
fonte:JBP

Apresentação DECIF 2013

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Aviso Oficial - Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança

Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança

Pessoa Colectiva de Utilidade Pública
NIPC 501 386 246
Conservatória Registo Comercial de Bragança n.º1/940103


AVISO

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança, torna público que se encontra aberto procedimento concursal para concessão da exploração de um Restaurante/ Cafetaria nos Bombeiros Voluntários de Bragança.

O período de concessão é válido pelo período de dois anos, com início na data da adjudicação, considerando-se prorrogado por períodos de um ano, se o concessionário não receber da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança até ao dia 30 abril de cada ano, qualquer comunicação por escrito, da denúncia da concessão.

 A renda mínima mensal aceite será de 500,00 € (Quinhentos euros) devendo o concorrente selecionado, entregar a título de pagamento antecipado e de caução, o valor correspondente a três meses de renda.
O período de laboração do Restaurante deverá estar obrigatoriamente assegurado aos Sábados e Domingos à hora de almoço.

Também é responsabilidade do concorrente selecionado o pagamento da luz e do gás.
As propostas serão apresentadas até às 17:00h do dia 10 de maio de 2013, pelos concorrentes ou pelos seus representantes na sede social desta Associação, na Rua Dr. Manuel Bento n.º 2, 5300-167 Bragança, ou remetidas pelo correio, sob registo e Aviso de Recepção, sendo o concorrente neste caso o único responsável pelo atraso que porventura se verifique, não podendo apresentar qualquer reclamação na hipótese de a entrada da proposta se verificar já depois de esgotado o prazo de entrega.

São requisitos obrigatórios para a candidatura ao presente procedimento concursal os seguintes: O concorrente deverá encontrar-se colectado para o exercício de atividade comercial a título individual ou societário; deverá ter a sua situação integralmente regularizada perante as autoridades tributárias, mediante exibição da correspondente Declaração de Não Divida. Ao adjudicatário será exigida a apresentação dos mencionados documentos, no prazo de 5 dias úteis após a respetiva notificação. 

O critério que preside à adjudicação é o da proposta de melhor preço de renda mensal para a entidade adjudicante.

Em igualdade de circunstâncias relativas às propostas apresentadas, será dada preferência à proposta apresentada por um elemento pertencente ao Corpo de Bombeiros desta Associação.

O ato público terá lugar, pelas 18:00h do dia 10 de maio, na sede desta Associação, podendo os concorrentes estar presentes se assim o desejarem.

Os documentos que constituem a proposta serão encerrados em invólucro opaco e fechado, em cujo rosto se escreverá a palavra Proposta, o nome ou a denominação social do concorrente e a designação do concurso

Bragança, 23 de Abril de 2013.

O PRESIDENTE DA DIRECÇÃO 

   ____________________________________
    Doutor Rui Fernando Rodrigues Correia 

Condições Para a Realização de Queimas

Não deixe que a sua queima se torne numa imagem destas.
Queimas e queimadas necessitam de ser encaradas de uma forma especial, com estreita vigilância e o cumprimento das normas de segurança.
 
É proibido acender fogueiras nas ruas, praças e mais lugares públicos das povoações, bem como a menos de 30 m de quaisquer construções e a menos de 300 m de bosques, matas, lenhas, searas, palhas, depósitos de substâncias susceptíveis de arder e, independentemente da distância, sempre que deva prever-se risco de incêndio.


CONDIÇÕES TÉCNICAS EXIGIDAS PARA A REALIZAÇÃO DE QUEIMAS

-Observar as condições meteorológicas, velocidade e direcção do vento e a temperatura ambiente;

-Só poderão ser realizadas caso o risco de incêndio no concelho seja igual ou inferior moderado.

-Dividir o combustível, de modo a queimar poucas quantidades de uma só vez.

-Criar aceiros na zona contígua.

-Manter sempre durante a queima vigilância permanente, abandonar o local somente quando exista a certeza de que dai não surja reacendimento.

-Efectuar queima preferencialmente na parte da manhã por volta das 7:00horas.

-Não deixar a queima a arder durante a noite e madrugada.


As queimas de sobrantes não carecem de licenciamento, no entanto devem ser observadas as condições técnicas atrás mencionadas e ter em atenção que:

Deve-de informar os Bombeiros da localização da queima que pretende realizar, tipo de matéria a queimar e quantidade.

Muita atenção: é proibida a queima de plásticos, borracha e/ou produtos tóxicos que não resultantes de sobrantes de exploração, tais como lixos alimentares ou outros produtos, as multas podem ascender aos 6000 euros.

Antes de efectuar a queima deve ligar para os Bombeiros de Bragança: 273 300 210 ou para o numero 117.

ULS do Nordeste com taxa de infecções hospitares inferior à média nacional


criancashospital.jpg
A Unidade Local de Saúde do Nordeste assinalou, ontem, o Dia Europeu de Prevenção e Controlo da Infecção, com acções para as crianças do ensino básico.


Os mais pequenos aprenderam a importância da lavagem das mãos, para a prevenção de doenças.
A coordenadora da Comissão de Controlo de Infecção da ULS, Graça Pombo, não tem dúvidas que os mais pequenos vão passar a mensagem.

As crianças aprenderam a lição e garantem que vão redobrar os cuidados de higiene com as mãos.
Estes conselhos contribuem para a prevenção de doenças. E nos hospitais podem salvar vidas. Em Bragança, a ULS do Nordeste tem um plano para controlar infecções, que, segundo Graça Pombo, tem contribuído para que as unidades de saúde da região estejam abaixo da média nacional no que toca a infecções hospitalares.

A ULS do Nordeste a apostar na prevenção das infecções hospitalares.
Escrito por Brigantia

Outlet nos Bombeiros de Bragança

O Corpo de Bombeiros de Bragança informa que o seguinte cartaz, exposto em vários pontos da cidade de Bragança, nada tem a ver com a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança.

Com a devida autorização do Presidente da A.H.B.V.B. aproveitamos para informar que a referência do "Mercado Outlet" aos "Bombeiros Voluntários" apenas tem a ver com a localização deste evento.

Os responsáveis deste evento realizaram um contrato de aluguer , a preço tabelado, com a A.H.B.V.B. para a utilização do salão multi-usos, disponível para ser alugado por qualquer pessoa singular ou colectiva e para qualquer ocasião a que este esteja adaptado, à semelhança de qualquer outro evento já realizado neste local.

Assim sendo, e para dar informação a questões já levantadas, informa-se que não existe qualquer outra relação dos Bombeiros com este evento.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tomada de Posse do novo Diretor Nacional de Bombeiros


Tomou posse ontem, 22 de abril, como Diretor Nacional de Bombeiros da ANPC, o Eng.º Pedro Lopes, que anteriormente exerceu funções no Instituto Nacional de Emergência Médica.

Mestre em Segurança aos Incêndios Urbanos, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), frequenta presentemente o doutoramento em Engenharia de Segurança ao Incêndio, no departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. 

O Eng.º Pedro Lopes desempenhou anteriormente as funções de Inspetor Regional Adjunto, Inspetor Regional da Região Centro e Inspetor Superior Adjunto, no extinto Serviço Nacional de Bombeiros, e de Vice-presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil. Foi, posteriormente, Vogal do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Emergência Médica. Exerceu ainda funções nos Serviços de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) onde desenvolveu a sua atividade técnica na elaboração de Medidas de Autoproteção e Segurança Contra Incêndios em diversos edifícios.

Ao longo do seu percurso profissional recebeu diversos louvores e condecorações, com destaque para o Crachá de Ouro da Liga de Bombeiros Portugueses.
fonte:prociv

Previsão Meteoiberia.com- Aviso Não Oficial - Frio fora de época até 03 de Maio 2013


Segue então o estado de tempo para próxima fase de Quarto Minguante (neste momento está na fase de Lua Cheia), onde espero que o general Inverno arrefeça os ânimos da sua Primavera, em especial  a Norte do Tejo a partir do FDS (26/28) e durante início da próxima semana, no entanto após 03/04 de Maio espero alguma estabilidade e aumento das temperaturas mas não por muito tempo…

Assim, no próximo período iremos assistir a uma alteração do padrão atmosférico, mas com pouca instabilidade, onde predominarão os aguaceiros fracos e mais frequentes a Norte do Douro, no entanto será acompanhada por uma descida acentuada das temperaturas (entre 8-10ºC) e que podem influenciar a possível queda de neve acima dos 800m nas regiões mencionadas.

Esta brusca alteração nas temperaturas irá influenciar negativamente o comportamento vegetativo das plantas, que ficarão mais vulneráveis aos elementos e, dada a época do ano com a  actual rebentação e floração de muitas culturas o risco associado é elevado, mas veremos uma vez que serão 4/5 dias onde existem condições favoráveis ao surgimento de doenças devido ao vento Norte e temperaturas baixas.
De assinalar, uma descida acentuada das temperaturas e algum vento do quadrante Norte ajudar à frescura fora da época, com uma sensação térmica de frio desagradável.

Resumindo, Frio e alguma humidade e muita frescura devido ao vento, mais numas regiões do que noutras e mais intensos nuns dias dos que noutros. Depois o regresso do Sol e alguma estabilidade que será de curta duração.

Assim iremos ter:

Dia 24 – 4ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente muito nublado. 
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
05 a 11ºC   14 a 26ºC
Vento moderado de Nordeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)

Dia 25 – 5ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente muito nublado. 
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
05 a 11ºC   12 a 25ºC
Vento moderado de Nordeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)

Dia 26 – 6ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente muito nublado. Espera-se ainda uma descida acentuada das temperaturas para o fim do dia.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
05 a 11ºC   12 a 22ºC
Vento moderado de Norte (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)

Dia 27 – Sábado 
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu muito nublado em todo o território com a probabilidade de aguaceiros fracos e mais frequentes no interior Norte, que poderão ser de neve acima dos 700m a Norte do Douro e nos pontos mais altos da serra da Estrela. Espera-se ainda uma descida acentuada das temperaturas.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
00 a 09ºC   05 a 14ºC
Vento moderado de Norte (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)

Dia 28 – Domingo
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu muito nublado em todo o território com a probabilidade de aguaceiros fracos e pouco frequentes, em especial a partir da tarde em especial no Interior Norte e Centro e que poderão ser de neve acima dos 800m, não esperando precipitação nas regiões do Sul.
Temp. Mín. Temp. Máx. (Território N ->S) 
-2 a 08ºC  06 a 15ºC
Vento moderado de Nordeste (20-30km/h mas, soprando com rajadas até 60km/h, no Litoral Oeste)

Dia 29 – 2ª Feira
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu muito nublado, onde existe a possibilidade de aguaceiros fracos nas regiões do Interior Norte e Centro, até fim da manhã e que poderão ser de neve acima dos 1000m. Não se espera precipitação nas restantes regiões e com boa abertas.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
-1 a 11ºC   09 a 17ºC
Vento moderado de Noroeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde) 

Dia 30 – 3ª Feira
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu pouco nublado, no entanto poderá ficar temporariamente nublado até fim da manhã por nuvens baixas no litoral Oeste.
Espera-se ainda, a formação de nevoeiros nos locais abrigados e uma ligeira subida das temperaturas.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
01 a 10ºC   10 a 19ºC
Vento Moderado de Sudoeste (30 a 40 km\h, soprando com rajadas até 60 km/h e aumentando de intensidade para a noite no Litoral Oeste e Terras altas do norte e Centro)

Dia 01 – 4ª Feira
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu muito nublado em todo o território com a probabilidade de aguaceiros, em especial a partir da tarde e que poderão ser acompanhados por trovoada, em especial a Norte do Tejo, e que poderão ser de Granizo. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados. 
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
02 a 11ºC   11 a 19ºC
Vento Moderado de Sudoeste (30 a 40 km\h, soprando com rajadas até 60 km/h no Litoral Oeste e Terras altas do Norte e Centro)

Dia 02 – 5ª Feira 
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu pouco nublado, no entanto poderá ficar temporariamente nublado até fim da manhã por nuvens baixas no litoral Oeste.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
03 a 10ºC   11 a 19ºC
Vento moderado de Noroeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde) 

Dia 03 – 6ª feira
Prevê-se de um modo em geral períodos de céu muito nublado em todo o território e a probabilidade de aguaceiros, por vezes acompanhados por trovoada, em especial no interior Norte e Centro e que poderão ser de Granizo. Espera-se ainda uma subida das temperaturas.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
05 a 11ºC   12 a 20ºC
Vento moderado de Noroeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas no Litoral Oeste e Terras Altas a Norte do Tejo até aos 40-50/km)

Dia 04 – Sábado
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente muito nublado. Espera-se ainda uma subida das temperaturas.
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
06 a 12ºC   13 a 22ºC
Vento moderado de Noroeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)


Dia 05 - Domingo
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território, embora permaneça temporariamente muito nublado durante a tarde, Espera-se ainda uma subida das temperaturas e a formação de nevoeiros nos locais abrigados. 
TMín.       TMáx. Temperatura (Território N ->S)
08 a 12ºC   15 a 24ºC
Vento moderado de Noroeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 60km nas terras altas)

Estas previsões estarão sujeitas a eventuais alterações, pelo que se deverá verificar a ocorrência das mesmas, visto tratarem-se de tendências de estado de tempo, que são distribuídas no intuito de serem úteis, mas sem qualquer garantia; nem sequer a garantia de mercantilidade ou aplicação a qualquer objectivo em particular.

Melhores cumprimentos,
Autor: Mário Marques
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Escola Nacional de Bombeiros aposta na descentralização da formação


O secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo d´Ávila revelou hoje que a Escola Nacional de Bombeiros (ENB) vai apostar na descentralização da formação para melhorar a qualidade de ensino e reduzir custos.

"Não se justifica ter que deslocar 30, 40 ou 50 bombeiros para fazer formação quando há condições em muitos quartéis com boas salas. É importante fazer com que os formadores se possam deslocar a essas corporações de bombeiros e que a formação seja feita onde eles estão", afirmou.

De acordo com o secretário de Estado, esta medida de descentralização prevista na remodelação da Escola Nacional de Bombeiros permitirá contenção de custos e irá melhorar a formação dada aos bombeiros.

Filipe Lobo d´Ávila falava aos jornalistas no final da cerimónia de tomada de posse dos novos corpos sociais da Escola Nacional de Bombeiros, que decorreu em Sintra.

Para o governante, a ENB deve "abrir portas ao exterior", assegurando formação na área da proteção civil, por exemplo, a empresas, de forma a arrecadar mais receitas e a contornar assim as dificuldades que tem ao nível do financiamento.

Quanto à auditoria da Inspeção Geral da Administração Interna às contas da Escola de Bombeiros, Filipe Lobo d´Ávila explicou que por se tratar de uma "auditoria complexa" a vários mandatos ainda não há uma data prevista para a sua conclusão.

José Ferreira tomou hoje posse como presidente da Escola Nacional de Bombeiros e afirmou que a descentralização da formação será um dos objetivos para o triénio 2013-2015.

"O que puder ser feito nos quartéis, será. O que puder ser feito nas Unidades Locais de Formação, será. E será [feito] nas instalações da escola o que só aí possa ser feito. A verdadeira aprendizagem será nos quartéis e nessas unidades, numa lógica de perfeita descentralização", disse.

De acordo com José Ferreira, a escola vai desenvolver novos conteúdos e matérias pedagógicos e recorrer às novas tecnologias de comunicação e ensino à distância nesta estratégia de descentralização.

A nova direção vai elaborar ainda um Plano Estratégico para a formação de bombeiros, que deverá estar concluído dentro de seis meses, de forma a ser implementado já em 2014. O departamento de formação.
Fonte: http://online.jornaldamadeira.pt/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Maratona Futsal Juvebombeiro de Bragança

Inscrições Abertas para os C.B. do Distrito de Bragança

Exército cria unidade central de apoio militar de emergência



O Chefe de Estado-Maior do Exército (CEME), General Artur Pina Monteiro, comunicou que esta unidade, criada na sequência da publicação do novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) e da apresentação das linhas gerais da “Reforma da Defesa 2020”, será uma “unidade pivô, mais especializada em termos de capacidade instalada, e capaz de poder dar resposta oportuna ao Exército e às populações”, em situação de emergência.


A nova unidade central do Exército “vai ficar em Abrantes, numa localização central, que sempre foi de expectativa estratégica e vai continuar a ser”, explicou o General Pina Monteiro, destacando ainda “a proximidade de outros campos militares”, nomeadamente em Tancos e Santa Margarida.

Bombeiro de Fafe morreu ao lançar foguetes pelo aniversário da corporação

Bombeiro de Fafe morreu ao lançar foguetes pelo aniversário da corporaçãoUm bombeiro voluntário, de 45 anos, morreu, esta sexta-feira de madrugada, quando lançava engenhos pirotécnicos pelo 123º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe.


Às 00.00 horas desta sexta-feira, dia em que se assinala o 123º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe, Fernando Peixoto, de 45 anos, saiu até ao jardim junto ao quartel onde era voluntário para lançar alguns foguetes e assinalar o início das comemorações.

O primeiro engenho ouvi-se estourar, mas o segundo atingiu o bombeiro na cabeça e o homem morreu.

Fernando Peixoto, residente em Fafe, tinha dois filhos menores.

As celebrações do aniversário da corporação, que estavam previstas decorrer ao longo do fim-de-semana, foram canceladas.

O Cbbraganca lamenta a morte do colega de Fafe.

Incêndio em Subestação da Barragem do Pocinho


Ontem, pouco depois das 23 horas, chegava o alerta aos Bombeiros de Foz Côa relatando uma situação de explosão e incêndio num transformador da subestação da Barragem do Pocinho. Segundo testemunhas oculares, “a explosão foi assombrosa, irrompendo um mar de labaredas que tomou imediatamente por completo todo o aparelho eléctrico”.

Os Bombeiros, que em minutos avançaram para o local e após confirmação por parte do responsável que seria seguro avançar, iniciaram trabalhos de arrefecimento e extinção da estrutura com recurso a espumífero, findando as operações de combate momentos depois.

O transformador em questão, havia tido um problema similar em Junho de 1996, quando numa tarde quente de verão explodiu e acabou por ficar completamente danificado, situação que foi vivida por alguns operacionais presentes hoje e por, não ser uma situação vulgar, ficou na retina desde então.

No teatro de operações estiveram envolvidos 14 Bombeiros, apoiados por 3 viaturas de combate a incêndios e 1 ambulância de socorro e a G.N.R. de Foz Côa.
Ainda esteve presente mas no quartel, para se inteirar da situação, o Sr. Presidente da Câmara Municipal, Engº. Gustavo Duarte, na qualidade de responsável municipal da política de protecção civil.
Fonte:     
Fotos gentilmente cedidas por: Nelson Ramos, Marco Ferreira.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Mirandela: Número se situações de risco para criança e jovens está a aumentar face a 2012


A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Mirandela (CPCJ), instaurou 37 processos relacionados situações de risco relacionadas com crianças e jovens, só no primeiro trimestre de 2013, havendo assim um aumento de casos face a 2012, ano em que derão entrada 60 processos.


Os números foram dados a conhecer pelo presidente da comissão de proteção de crianças e jovens em risco de Mirandela, Rui Magalhães, âmbito do mês da prevenção dos maus tratos na infância, iniciativa que inclui várias iniciativas de sensibilização da comunidade para este fenómeno social. 

De acordo com dados fornecidos à RBA pela CPJ, dos 37 casos sinalizados, 19 estão relacionados com faltas ou abandono da escola, apenas um com negligência, três com violência doméstica, nove com furtos ou fugas e cinco com outras situações de perigo.

As faixas etárias que prevalecem neste período são dos 15 aos 17 anos, com 20 processos, seguindo-se dos 11 aos 14, com nove processos.

No entanto, o responsável avançou que está situação poderá não estar diretamente ligada com os problema sociais inerentes da crise que se vivo no país. 

O presidente da CPCJ de Mirandela, afiançou que a situação daquele concelho não “é preocupante” comparada com os números de casos com os que ocorrem nos grandes centros urbanos do litoral.
Fonte:RBA

Há mais diabéticos no distrito de Bragança

diabetes.jpgTem aumentado o número de pessoas com diabetes no Nordeste Transmontano.
A constatação é da presidente da Associação dos Diabéticos do Distrito de Bragança. Margarida Pires assegura que já estão identificados 10 mil diabéticos na região e não tem dúvidas que há ainda mais casos para diagnosticar.
A maioria dos portadores desta doença são idosos, mas Margarida Pires diz que há cada vez mais jovens com diabetes.
A Associação de Diabéticos dá apoio às pessoas com diabetes e, ao mesmo tempo, desenvolve acções de sensibilização que visam a prevenção desta doença.
Escrito por Brigantia

Menos Incêndios Este Ano Devido à Chuva Intensa


O investigador da Universidade de Vila Real Paulo Fernandes afirmou hoje que se perspetiva a ocorrência de menos incêndios este ano devido à chuva intensa que se verificou neste inverno/primavera.

Com a chegada do sol, depois de meses de muita chuva, as atenções começam a voltar-se para a floresta e os incêndios. Oficialmente, a primeira fase de perigo de ocorrência de fogos arranca a 15 de maio.

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sediada em Vila Real, investiga os incêndios de forma contínua desde 1983.

O especialista Paulo Fernandes disse hoje à agência Lusa que a tendência este ano, mediante as condições atmosféricas verificadas até ao memento, "é para a área ardida ser inferior à média verificada no centro e norte do país".

O investigador acredita que, “em princípio, mais chuva na primeira metade do ano vai corresponder a uma redução da área ardida nesse ano”.

No entanto, ressalvou que a “atividade de fogos e a área ardida depende mais das condições meteorológicas e de seca que se fazem sentir no verão do que das condições antecedentes”.

Para já, verifica-se que a primeira consequência da precipitação foi o atrasar das queimas e queimadas, que normalmente são feitas entre fevereiro e março com vista à renovação de pastagens.

“Não ardeu no inverno e, aqui no norte, verifica-se normalmente uma época de fogos inverno/primavera e, por outro lado, quando chegar o verão a vegetação ainda está num estado de humidade que não é muito favorável à propagação dos fogos”, acrescentou.

Paulo Fernandes referiu que Portugal está a sentir dois anos de tempo que não é normal. Em 2012 foi a seca e o calor e este ano a chuva intensa.

“A tendência é para uma variação cada vez maior devido às alterações climáticas”, salientou.

Pelo que, na sua opinião, o “grande desafio que se coloca ao país é o planeamento”.

“Conseguir planear todas as operações de prevenção e combate de incêndios de forma a enfrentar esta cada vez maior variabilidade na meteorologia e no clima”, sublinhou.

O especialista considerou que o planeamento em Portugal “é muito rígido”. “Define-se uma época de incêndios todos os anos e depois há uma série de procedimento relativamente rígidos, que não é o que se passa em outros países”, referiu.

Paulo Fernandes defendeu um “planeamento mais de curto/médio prazo, em que procedimentos vão sendo ajustados à medida que as condições vão mudando”.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais 2013 (DECIF) consagra quatro fases de perigo, cujo período crítico - a fase Charlie - decorre de 01 de julho a 30 de setembro, com um total de 237 postos de vigia, 1.172 equipas, 1.976 veículos e um total de 9.337 operacionais, distribuídos por equipas de vigilância (676), de vigilância e ataque inicial (396) e de combate (1.102).

Durante as fases Bravo (15 de maio a 30 de junho), Charlie e Delta (01 a 31 de outubro), serão utilizados 45 meios aéreos.

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, já anunciou que o combate aos incêndios florestais, este ano, vai custar 78,5 milhões de euros (ME), o que reflete um aumento de quase cinco por cento em relação a 2012.

De acordo com dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, entre 01 de janeiro e 30 de setembro de 2012, foram registadas 20.501 ocorrências de fogo, 4.254 dos quais foram incêndios florestais e 16.247 fogachos, que resultaram em 104.125 hectares de área ardida, entre 47.534 hectares de povoamentos e 56.591 hectares de matos.
Fonte: http://www.ionline.pt    /    lusa

Bombeiros Socorrem Electrocutado


Ontem, pouco depois das 20 horas, os Bombeiros foram accionados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM para uma situação de electrocução na subestação do Marvão, unidade de transformação eléctrica situada entre a freguesia de Muxagata e o cruzamento de acesso á freguesia de Chãs. 

A vítima, um jovem na casa dos 30 anos e funcionário da empresa Electricidade De Portugal (EDP), realizava trabalhos de manutenção quando foi apanhado por uma descarga de média tensão. Do violento choque eléctrico resultaram ferimentos de alguma gravidade com queimaduras de 2º e 3º grau no hemicorpo superior esquerdo, nomeadamente no braço e na zona da grelha costal, apontada como zona de entrada e no membro inferior esquerdo e pés, local do corpo usado pela carga eléctrica como “porta” de saída. Aos Bombeiros, aos elementos da Ambulância SIV do INEM e ao “staff” médico do Helicóptero, o sinistrado apresentou-se sempre hemodinamicamente estável, consciente e colaborante, nunca correndo perigo de vida. 

Após a abordagem inicial realizada no local pelos Bombeiros e pelos operacionais SIV de Foz Côa, o jovem foi transportado para o Serviço de Urgência Básico da Cidade, local onde foi estabilizado e preparado para o voo no helicóptero do INEM, com destino á unidade de queimados dos Hospitais Universitários de Coimbra.          

No local do sinistro estiveram os Bombeiros da cidade com 1 Ambulância de Socorro, a Ambulância SIV com respectivos operacionais e a G.N.R. da cidade que garantiram as condições de segurança e registaram a ocorrência. No Estádio, local que serviu de heliporto improvisado, estiveram os Bombeiros de Foz Côa com 5 Bombeiros, 1 Ambulância e 1 viatura de combate a incêndios.

Rearborização ‘simples’ só para áreas inferiores a 2 hectares


O polémico diploma da Rearborização vai permitir reflorestar com uma simples comunicação prévia às autoridades florestais apenas áreas inferiores a 2 hectares (e não 5 hectares como inicialmente previsto) e que não tenham sofrido incêndios nos últimos 10 anos. 


Para além disso, não pode haver alteração à espécie que estava anteriormente plantada, o que deixa de fora a possibilidade de aproveitar a legislação para novas áreas de eucaliptal. A garantia foi feita à VIDA RURAL pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que referiu a necessidade de encontrar “mecanismos de simplificação e agilização para que se possa reflorestar e rearborizar com alguma rapidez e facilidade”.

Este diploma, que provocou muita polémica e críticas por parte ambientalistas e algumas associações do setor florestal, foi reajustado para ‘acomodar’ as críticas. “A crítica que se fez que estaríamos a incentivar o eucalipto era injusta, não correspondia ao que estava no diploma, mas agora ficou clarificado. O diploma não alterava as regras que já existiam, apenas simplificava processos, libertando de licenciamento prévio um conjunto de ações de arborização… Mas teve tanta, tanta crítica na discussão pública que achámos por bem reduzir a área para 2 hectares e clarificar todos estes requisitos. Na verdade creio que daqui a uns tempos muitas pessoas estarão a pedir para alargar o regime”, referiu a ministra.

Ainda no que respeita ao ordenamento florestal, Assunção Cristas avançou que não vai fazer um cadastro florestal nos moldes clássicos, mas sim trabalhar com base no parcelário agrícola e “conjugar toda a informação disponível nas autoridades públicas para a partir dai construir o cadastro. Temos um objetivo mais alargado que é juntar a informação disponível ao Registo Predial e à matriz das Finanças”. O resultado será um cadastro mais simples, “se calhar não tão perfeito do ponto de vista da qualidade”. A ideia é designar vários níveis da qualidade, que serão revistos e melhorados ao longo do tempo. “Há autarquias que têm os seus cadastros feitos, podem não ser perfeitos mas são operacionais. E há também o mecanismo da Bolsa de Terras que aponta para a possibilidade de identificar terras das quais não se conhecem os proprietários”.
Fonte:VidaRural

Incêndio na Serra de Bornes deflagra em zona de difícil acesso


Mal chegou o calor e os incêndios florestais já deflagram.

Esta tarde, o alarme soou nos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, por volta das 18h30, para acorrerem a um incêndio na Serra de Bornes, perto da freguesia de Chacim.

Segundo o Comandante da corporação, João Venceslau, as chamas deflagram numa área de pinhal e está a progredir numa zona de difícil acesso para os bombeiros.

Para o terreno a combater as chamas foram três veículos dos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros  apoiados por 12 bombeiros.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Agricultor de 67 anos morreu num acidente de tractor em Vale de Prados


Um homem de 67 anos morreu ontem na sequência de um acidente com um tractor agrícola na localidade de Vale de Prado, concelho de Macedo de Cavaleiros. 

A máquina terá caído para um patamar inferior numa zona de terrenos inclinados, arrastando o condutor que andava a lavrar. O agricultor foi encontrado ao final da tarde morto no campo. 

O corpo foi retirado pelos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, que tiveram muitas dificuldades em entrar no terreno, sendo obrigados a recorrer a uma carrinha de tracção para fazer o transbordo do cadáver para a ambulância. 

O comandante da corporação, João Venceslau, pede prudência aos agricultores que andam numa azáfama a tratar das terras para tratar das sementeiras, de modo a compensar o tempo perdido devido às más condições atmosféricas que impediam de trabalhar no exterior.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Três Acidentes Seguidos em Bragança Fazem 2 Feridos Ligeiros e Um Grave

Três acidentes ocorridos esta tarde provocaram ferimentos graves a um mulher de 85 anos e ferimentos ligeiros a mais 2 homens.

O primeiro acidente deu-se na EN 103/7, à entrada da aldeia de Rabal, onde um ciclista terá atropelado uma mulher de 85 anos. Sem precisar as causas do acidente, foram os próprios ciclistas do grupo onde seguia o ciclista que causou o acidente a alertar as forças de socorro, deslocando-se a uma habitação próxima para fazer uma chamada pela rede fixa, pois no local não havia cobertura de rede móvel. 

Os Bombeiros de Bragança foram alertados via central 112, pelas 18h30m, que apesar das poucas informações activaram para o local 2 ambulâncias de socorro. Na chegadas da primeira equipa que apenas demorou 8 minutos a chegar ao local, desde que foi recebido o primeiro alerta na central dos Bombeiros, esta equipa foi recebido com muita contestação e alegações de atraso, por parte dos populares presentes. Após a criação de um perímetro de trabalho alguns populares continuaram com as "feias palavras", não tendo noção que as provocações podem acabar por distrair os socorristas. Deste atropelamento apenas resultou ferida a mulher de 85 anos, tendo sido assistida pelas duas tripulações de socorro que se deslocaram ao local. 

Após esta intervenção a segunda equipa no local foi desmobilizada e activada para um novo acidente, simplesmente uns quilómetros à frente e também um acidente relacionado com uma bicicleta. Desta feita uma queda de outro ciclista entre a aldeia de França e Portelo. Deste acidente resultou um ferido ligeiro. As dificuldades de cobertura de rede nesta zona fez com que o alerta tivesse que ser recebido e transmitido pela central 112 espanhola.


A EN 103/7, que liga Bragança a Espanha, pelo Portelo, tem um traçado que muito agrada aos ciclistas, sendo diariamente utilizada por dezenas destes desportistas ou ciclistas amadores. Aos fins de semana mais  de uma centena de ciclistas fazem este trajecto. Apesar de não haver histórico de acidentes graves, a acumulação destes desportistas  naquela estrada e largura de via poderá trazer alguns acidentes aos seus utilizadores mais incautos. A falta de rede em mais de 50% do trajecto causa problemas à comunicação de desastres nesse trajecto. 


Cerca de meia hora mais tarde após os acidentes na EN 103/7, os Bombeiros de Bragança foram mais uma vez solicitados pelo CODU para prestar socorro a mais um acidente desta vez no acesso à A4 em Rio Frio. A primeira comunicação do CODU dava conta de um acidente rodoviário com um ferido ligeiro. Qual não é o espanto da equipa de socorro quando se depara com mais um acidente de bicicleta. Uma colisão entre um veiculo ligeiro e uma bicicleta provocou ferimentos ligeiros ao ciclista que foi transportado para a urgência do hospital de Bragança.

Distrito
Também durante a tarde ocorreram acidentes em Macedo e Mirandela. Na cidade de Mirandela ocorreu uma queda em altura de um homem, e em Macedo, mais propriamente em Vale de Prados, deu-se um acidente com um tractor.

Bombeiros de Bragança Resgastam Mulher com Sucesso no Parque do Colado em Quintanilha


Os Bombeiros de Bragança efectuaram  no passado domingo dia 14, o resgate de uma mulher que tentou a travessia do rio Maças, em Quintanilha, tendo a mesma ficado isolada numa rocha.

O alerta foi dado para os Bombeiros de Bragança via 112, pelas 16h25, pela própria mulher. Esta seguia num grupo de amigos que tentou atravessar o rio que faz fronteira entre Portugal e Espanha. Durante a travessia todos os outros colegas passaram de pedra em pedra, mas esta acabou por ficar a meio do caminho isolada numa fraga. Devido à forte corrente não conseguiu descerenimento necessário para continuar e nem os colegas conseguiram depois alcançá-la. Foi aí que ela se lembrou de ligar 112 e pedir ajuda aos Bombeiros. Molhada e com frio consegui fazer a chamada de socorro e devido à aflição acabou por deixar cair o telefone para a água.

O chefe de piquete Adjunto Paulo Gonçalves e o Bombeiros João Fernandes saíram para o local. Lá, avaliaram a situação, garantindo as condições de segurança e entraram água adentro. O bombeiro João Fernandes conseguiu alcançar a mulher de 30 anos, que já se encontrava naquela situação há mais de 45 minutos, segurou-a e com a ajuda do Adjunto conseguiram trazê-la para a margem portuguesa. 

Após a avaliarem o estado da vitima, e como esta já estava com sintomas de hipotermia  os bombeiros cederam-lhes aos casacos deles evitando piorar do estado térmico que foi revertido no local. A vitima recusou tratamento hospital. 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ANPC: 'DECIF 2013' Ajusta-se às Características do País


De acordo com a informação preliminar do 6º Inventário Florestal Nacional (IFN), os espaços silvestres, floresta e matos sofreram um acréscimo face ao anterior apuramento, representando neste momento, em termos de uso do solo, 67% do território continental (cerca de 6,0 milhões de hectares). Constata-se assim uma diminuição da área ocupada por floresta (4,6%) que se deve sobretudo à sua conversão para a classe de usos “matos e pastagens”.

Também como conclusão preliminar deste inventário, verifica-se uma redução do uso agrícola do solo, que se deve essencialmente à conversão do uso para matos e pastagens, resultantes do abandono da produção agrícola.

Os apuramentos acima enunciados, associados à diversidade do país a nível geográfico, climático, social, cultural e infra-estrutural, ao despovoamento do interior e ao envelhecimento da população rural, às alterações relativas ao aproveitamento e exploração da floresta, às alterações climáticas e à acumulação de elevada carga de combustível, reúnem condições cada vez mais favoráveis ao desenvolvimento de incêndios florestais complexos e violentos.

Ainda de acordo com os resultados preliminares daquele Inventário, a ocupação dos espaços florestais nacionais continua a manter-se centrada em três espécies florestais, sendo que o eucalipto é neste momento a principal ocupação florestal do continente (26% ou 812 mil hectares), seguido do sobreiro com (23% ou 737 mil hectares), ultrapassando ambas as espécies a ocupação com pinheirobravo (23% ou 714 mil hectares) que até aqui era a espécie com maior representação. Com base neste apuramento, constata-se que a principal alteração da ocupação florestal se verifica ao nível do pinheiro-bravo, que apresenta uma diminuição de 13% entre 1995 e 2010, sendo que a maior parte desta área (62%) se transformou em matos e pastagens, ao passo que a área total de eucalipto aumentou 13%, no mesmo período. Há ainda a destacar o aumento das áreas de pinheiro-manso (46% em área total) e de castanheiro (27% em área total).

Na prossecução dos grandes objectivos estratégicos do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PNDFCI), foram estabelecidas metas cuja concretização passa pelo empenho de todas as entidades com responsabilidades no Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SDFCI) e que visam globalmente, para o horizonte temporal de 2012 e de 2018, a redução da superfície percorrida por incêndios florestais, para valores equiparáveis à média dos países da bacia mediterrânica.

O período de maior probabilidade de ocorrência de incêndios florestais continua a centrar-se entre os meses de Julho e Setembro. No entanto, mesmo nos períodos previsíveis de menor perigo de incêndio, são cada vez mais recorrentes situações especiais, provenientes de condições meteorológicas adversas ou de outras circunstâncias agravantes do perigo.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) preparado para o corrente ano, visa assim garantir uma resposta operacional permanente e adequada às características e condições acima elencadas, em conformidade com os graus de gravidade e probabilidade de ocorrência de incêndios durante os meses mais críticos.

As principais alterações introduzidas este ano são as seguintes:

> Grupos de Reforço de Ataque Ampliado (GRUATA)

A constituição destes Grupos surge no seguimento da necessidade identificada de constituir um dispositivo permanente para intervenção estruturada em ataque ampliado a incêndios florestais. As suas capacidades modulares de comando e intervenção, associadas a conjunto de premissas, nas áreas da formação, características dos equipamentos, autonomia e capacidade de reação, serão condições exigidas para a garantia de uma qualquer intervenção de alto nível em ataque ampliado.

> Planeamento estratégico com vista à eficaz utilização de máquinas de rasto

A utilização de máquinas de rastos no apoio às ações de combate a incêndios florestais tem sido referenciado, nos diversos documentos sobre a temática dos incêndios florestais, como uma das ferramentas de grande capacidade e utilidade na criação ou ampliação de faixas de contenção e no contributo que podem prestar na consolidação do perímetro dos incêndios e nas ações de rescaldo capacitando ainda o acesso a outro tipo de equipamentos de combate e/ou apoio.

Se a utilização destes recursos tem vindo a sofrer um incremento no combate a incêndios florestais, esta utilização tem sido, em muitas situações, desligada da estratégia de combate.

Assim, tem sido realizadas ações de formação e treino operacional na utilização destes equipamentos no âmbito do combate a incêndios florestais, nomeadamente nos procedimentos de segurança das equipas de bombeiros que acompanham o trabalho destas máquinas e a sua integração no plano estratégico de acção a desenvolver pelo comandante das operações de socorro, criando-se em simultâneo um processo uniforme de accionamento destes meios.

> Mobilização de aviões C-295 da Força Aérea

O avião C-295M apresenta-se como um precioso meio de avaliação de comando e controlo, tendo já sido testado em acções operacionais. Este avião integra a mais recente tecnologia existente no mundo aeronáutico e a sua capacidade de operar em teatros de operações está sustentada em equipamentos de comunicações “seguras”, agilidade de frequência V/UHF, permitindo um acompanhamento em tempo real das operações, nomeadamente dos incêndios florestais, pelo que a sua utilização se enquadra num superior interesse de sistema de apoio à decisão operacional em teatros de operações de alguma dimensão.

> Integração de reclusos em ações de vigilância

No campo da atuação em incêndios florestais, o objetivo deste programa, que mereceu desde o primeiro momento o apoio da ANPC, é formar equipas, partindo de uma disponibilidade de cerca de 900 elementos, devidamente custodiadas para as ações de prevenção e pós-incêndio, integradas nos serviços municipais de proteção civil, e que no quadro dos planos operacionais municipais, se envolvam nas diferentes ações de apoio, prevenção, rescaldo e vigilância pós-rescaldo enquadrados no âmbito do 1º e 2º pilares da defesa de floresta contra incêndios.

> Instalação de um sistema de apoio à decisão e monitorização dos incêndios florestais no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Considerando a orografia do terreno bastante acidentada associada a uma reduzida ocupação humana e dificuldade de circulação em algumas áreas deste Parque Nacional, o recurso a este sistema permitirá avaliar a sua capacidade de deteção, análise e apoio à decisão de focos nascentes de incêndios florestais, permitindo adequar a resposta, em ataque inicial, em função das características de cada ignição, sua localização, intensidade, combustível afetado e nível de acessibilidade, garantindo uma resposta pronta e adequada a cada situação.

No caso de um alarme, o sistema fornece informações adicionais, tais como a localização do fogo,  fotografia da deteção e dados meteorológicos, reúne reconhecidas vantagens na relação custo/benefício, possibilitando uma diminuição considerável do tempo de reação de combate ao incêndio.

Trata-se de um sistema com a capacidade única de reconhecer fumo orgânico, através de uma análise química da atmosfera por espectrometria ótica distinguindo-o de outras fontes de fumo (por exemplo o proveniente de indústrias) e de decidir, de forma completamente autónoma, até uma distância de 15 km, se há motivo para enviar um alerta de incêndio. O sistema contém um sensor ótico remoto de grande alcance e uma câmara óptica de elevada resolução.

Esta unidade realiza um varrimento horizontal de 360º e vertical de pelo -45º até 90º. Inclui também sensores atmosféricos que monitorizam as condições atmosféricas do local (temperatura, humidade, direção e velocidade do vento, e pluviosidade).

Estima-se que o projeto esteja instalado no início do corrente mês.

> Alterações às Circulares Financeiras

A par das inovações técnicas e organizacionais atrás referidas, serão introduzidas importantes alterações à compensação financeira dos elementos que irão integrar o Dispositivo, que passa de 41 para 45 euros, para bombeiros, e de 57,50 para 60 euros, para Comandantes de Permanência às Operações.

Haverá, ainda, um acréscimo da comparticipação por litro de combustível gasto pelos Corpos de Bombeiros, passando de 0,80 para 1,20 euros e de 1,05 para 1,37 euros,consoante se trate de gasóleo ou gasolina.

Fonte: Revista PROCIV de Abril de 2013