









Fotos por: António Pina
Seis feridos, um deles em estado grave é o resultado de um choque frontal, esta tarde, na estrada que liga Bragança ao aeródromo municipal. O acidente ocorreu em frente à fábrica da Faurecia.Segundo fonte dos bombeiros, entre os feridos estão duas crianças.
Um veículo dos bombeiros de Sanfins do Douro foi consumido pelas chamas, esta quinta-feira à tarde, num incêndio em Alijó. O acidente deu-se na sequência de uma mudança repentina do vento.

O ministro da Administração Interna confirmou que a área ardida até à primeira quinzena de Agosto foi de 71 mil hectares e disse que o dispositivo tem reagido, apesar das «condições adversas».
Recentemente foi transmitido que um homem, chamado Avelino Caluico, residente em Bragança, estaria desaparecido em Nice, França, desde à algumas semanas.
Josefa, 21 anos, a viver com a mãe. Estudante de Engenharia Biomédica, trabalhadora de supermercado em part-time e bombeira voluntária. Acumulava trabalhos e não cargos - e essa pode ser uma primeira explicação para a não conhecermos. Afinal, um jovem daqueles que frequentamos nas revistas de consultório, arranja forma de chamar os holofotes. Se é futebolista, pinta o cabelo de cores impossíveis; se é cantora, mostra o futebolista com quem namora; e se quer ser mesmo importante, é mandatário de juventude. Não entra é na cabeça de uma jovem dispersar-se em ninharias acumuladas: um curso no Porto, caixeirinha em Santa Maria da Feira e bombeira de Verão. Daí não a conhecermos, à Josefa. Chegava-lhe, talvez, que um colega mais experiente dissesse dela: "Ela era das poucas pessoas com que um gajo sabia que podia contar nas piores alturas." Enfim, 15 minutos de fama só se ocorresse um azar... Aconteceu: anteontem, Josefa morreu em Monte Mêda, Gondomar, cercada das chamas dos outros que foi apagar de graça. A morte de uma jovem é sempre uma coisa tão enorme para os seus que, evidentemente, nem trato aqui. Interessa-me, na Josefa, relevar o que ela nos disse: que há miúdos de 21 anos que são estudantes e trabalhadores e bombeiros, sem nós sabermos. Como é possível, nos dias comuns e não de tragédia, não ouvirmos falar das Josefas que são o sal da nossa terra?