quarta-feira, 17 de julho de 2013

Não brinque com o fogo… Ele não sabe brincar! A Defesa da Floresta começa em Si

Tenha SEMPRE presente que o alerta deverá ser dado para os números
112 ou 117
 e que as informações devem ser tão claras e precisas quanto possível, quer na sua identificação, quer no fornecimento da localização e pontos de referência conhecidos.

Comportamentos negligentes como fumar em florestas e acender fogueiras são estritamente proibidos no período crítico que atravessamos.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Fim-de-semana Muito Trabalhoso para os Bombeiros

O passado fim-de-semana e início desta semana não têm sido de folga para os Soldados da Paz da Cidade de Foz Côa e que tem ocorrido às inúmeras igni
ções que têm perpetuado pelas freguesias do Concelho, acidentes rodoviários e apoio a incêndios nos Concelhos limítrofes. 

No passado Sábado, durante os tórridos 43 graus da tarde, um incêndio na freguesia da Touça foi combatido por 15 Bombeiros e meio aéreo, o que reduziu a poucos metros quadrados a área afetada.

Durante a madrugada, já nas primeiras horas de Domingo e sob um calor noturno fora do vulgar, 28 Bombeiros combateram uma violenta ignição na freguesia de Almendra, sendo apenas controlada aos primeiros raios de sol, pouco depois das 6 horas. Apesar da área considerável desta ocorrência, fica a lamentar-se o ferimento ligeiro por queimadura de 1 Operacional do Corpo de Bombeiros de Figueira de Castelo Rodrigo, sendo transportado diretamente para o Hospital Distrital da Guarda pelos Bombeiros de Foz Côa, local de onde recebeu alta hospitalar pouco tempo depois.   

Ainda em período de mobilização de meios no Teatro de Operações da freguesia de Almendra, em vigilância ativa, um despiste de viação na rua do Poço Novo, na cidade de Foz Côa, provoca 3 feridos ligeiros, sendo que mesmo assim 1 acabou encarcerado por deformação mecânica do veículo, obstruindo a normal saída do ocupante. Os Bombeiros de Foz Côa procederam ao desencarceramento e extração controlada do sinistrado, acabando por encaminhar todas as vítimas, por indicação CODU do INEM, para o Hospital Distrital da Guarda. No local estiveram 12 Operacionais, incluindo os elementos da ambulância de Suporte Imediato de Vida do INEM (SIV), apoiados por 3 ambulâncias e 1 veículo de Salvamento de Desencarceramento. A GNR da Cidade também esteve no local e registou a ocorrência. Sobre esta situação em particular, de referir e elogiar o excelente trabalho e esforço de todos os elementos envolvidos, considerando que, a operação além de delicada pelo difícil posicionamento e acesso à vítima, ainda se teve de trabalhar arduamente, completamente tapados com equipamentos de proteção individual, debaixo de uns tórridos 43 graus que nesse momento se faziam sentir.

        
Se durante a segunda-feira se verificou alguma acalmia no que a ocorrências significativas diz respeito, na terça-feira e aproveitando o ardor da tarde, um incêndio irrompe nas encostas de Santo Amaro, próximo do miradouro da freguesia, mobilizando no imediato e em ataque musculado para o local 19 Bombeiros, apoiados por 4 veículos e pelo Hotel 15, helicóptero de ataque inicial que se encontra estacionado na Mêda até ao próximo dia 15 de Outubro, sendo tripulado pelos elementos da Força Especial de Bombeiros (FEB).

Nem 24 horas depois e já Santo Amaro voltava a arder. Em zona próxima, uma nova ignição irrompe pela noite desta quarta-feira, sendo combatida até ao início da madrugada por 14 operacionais e que, em esforço continuado, conseguiram reduzir as labaredas a pouco mais de 3 hectares de área ardida.

Em todas as ocorrências referidas, a GNR de Foz Côa, que tem sido uma importante aliada na cooperação e apoio aos Bombeiros, esteve presente e registou todos os eventos. De registar também em estreita colaboração e cumplicidade, os Bombeiros dos Concelhos limítrofes (Mêda, Figueira Castelo Rodrigo, Moncorvo, São João da Pesqueira e Penedono), que nestas situações são os primeiros a ser acionados, a par do Corpo de Bombeiros da área de intervenção própria, revelando-se sempre um importante e primordial apoio na rápida resolução dos desafios.        ~

Opinião: A Problemática da Logística


Num ano de grandes alterações ao nível da lei orgânica da ANPC e da alteração da legislação que regula o SIOPS parece que mais uma vez os Homens e Mulheres presentes nos TO's ficaram esquecidos. Criaram-se cargos, agrupamentos, Gruata's e um sem número de alterações que têm em vista o melhoramento da organização do Combate a Incêndios.


As dificuldades encontradas nos anos anteriores no que há logística diz respeito continuam iguais. A preocupação constante no combate a incêndios e a sua rápida extinção deixa mais uma vez de lado as necessidades básicas dos combatentes, entre elas, a higiene, alimentação e o descanso adequado. Já falamos tanta vez delas em anos anteriores, em seminários, na comunicação social e em locais próprios.

Uma viatura que sai as 19h30 de um quartel, com 5 homens, numa viatura pesada, a 300 ou 400 quilómetros do incêndio e começa a trabalhar às 5h da manhã com quase 10 horas de movimentação e posicionamento pode ter que rendimento?

Que segurança pode imprimir o motorista desta viatura sem descansar durante tão grande período de tempo? Que segurança imprime esta equipa?

Que foi feito nos últimos anos para combater isto? Zero!

Que sentido faz cada corporação enviar um meio para rendição quando poderia ser preparado meio de transporte múltiplo pela ANPC para todos? Seja ele autocarro, comboio ou em situações de maior distância transporte aéreo, com recurso às bases da força Aérea e aos seus meios. Não fazem voos de reconhecimento no Incêndios? Não me choca nada o transporte em meio aéreo em longas distâncias para estas situações. O combate a incêndios não é uma situação prioritária de segurança nacional? 

Estudos comprovam a maior probabilidade de ocorrência de acidentes em Homens esgotados pelas horas, outros tantos estudos comprovam que estruturas mecânicas do tipo fora-de-estrada, derivados dos seus chassis, componentes, pneus, etc., não estão preparados para viagens de horas contínuas sem que isso afecte a segurança dos seus ocupantes.



Como se ainda não bastasse ainda temos o problema dos pneus fustigados da condução fora de estrada e a despreocupação em relação à fiscalização e substituição preventiva dos pneus afetados por fissuras, cortes e desgaste. Como se a ANPC até não pagasse os pneus danificados durante o período do DECIF. (não há desculpa).

Existem muitos culpados desta situação, eu sou um deles como vocês também, que continuamos cegos pelo amor à camisola e nos deixamos usar desta forma absurda sem qualquer mínimo respeito pela dignidade humana.

Cabe aos postos de comando em conjunto com as autarquias locais e proteção civil municipal evitar que o pessoal tenha de descansar no alcatrão, tomar banho em tanques dos próprios carros ou comer na terra, no pó ou no fumo muitas vezes do seu próprio bolso. Pior do que isso, como a um colega nosso que em Bragança teve de pagar 1,5 euros por uma garrafa de água para poder continuar a hidratar-se.

A carne para canhão, que são os bombeiros, têm por baixo da pele e da farda um ser Humano que com ele transporta vida e dignidade. Pelo respeito pela vontade destes Homens em deixar a sua casa e família para fazer centenas de quilómetros para extinguir incêndios em casa alheia é favor (de uma vez por todas) dar importância à necessidade de uma logística funcional, proactiva e acima de tudo presencial. 



Fotografia do Facebook que têm estado em discussão nas

redes sociais.

Que só se dá importância ao Bombeiro quando os incêndios assolam o nosso País, nós já sabíamos (que o digam as vítimas de acidentes dos anos anteriores), mas pelo menos que a importância dada nesta altura evite situações como aquelas que vimos nestas imagens. A culpa não é deles, nem há que ter nenhuma vergonha em fazê-lo, a vergonha é de quem não faz por evitar estas situações, dos responsáveis pelos Teatros de Operações.

Como qualquer bom Bombeiro, importa é desenrascar. 

Tenho pena que leiam estes alertas mas façam olhos de "Cego" e assobiem para o lado.

Vida-por-vida.
Bem Hajam.
Ricardo Correia
ricardo@bps.com.pt

SINDROME DO ESGOTAMENTO PROFISSIONAL - BURNOUT

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. 

O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e stresses crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. 

A síndrome manifesta-se especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policias e mulheres que enfrentam duplas jornadas de trabalho correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Sintomas

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.

Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.

Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

Tratamento

O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

Recomendações

* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;

* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;

* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.
por: Fireshelter52

Cobra corta água numa aldeia de Bragança

Nos últimos dias, uma pergunta assalta a população da aldeia de Sortes, junto a Bragança: como é que a uma cobra entrou na rede pública e deixou uma família três dias sem água?

Ninguém encontrou ainda a resposta para a presença do animal nas tubagens e apesar de as entidades oficiais tentarem tranquilizar a população, muitos habitantes garantem que tão depressa não bebem água da torneira.

Maria e José Santos estavam sem água em casa há três dias quando, no sábado, o piquete dos serviços municipalizados da Câmara de Bragança se deslocou à aldeia para tentar resolver o problema.

«Começaram por desmontar o contador e nada. Foram depois abrir lá em baixo e lá estava então a cobra enroscadinha no tubo que dá saída (da água) para aqui», contou à Lusa José Santos.

«Um bicho daquela maneira» deixou impressionado José, que tenta dar a ideia da grandeza da cobra com os braços, enquanto fala. Segundo disse, «estava lá, entalada no tubo».

«A mãe d`água fica lá em cima, no alto, e aos trambolhões pelo tubo fora, como é que ele se veria, não é?», questiona-se José.

Agora, a família já tem água em casa, mas não bebe da torneira. Vai comprar água engarrafada a Bragança. «Enquanto me lembrar a cobra, não bebo daquela água», assegura Maria, que ficou «com agoiro» por causa do bicho.

A justificação que José encontra para a entrada do animal é a de que «a mãe d`água está cheia de buracos e entra por lá toda a tralha». No café da aldeia, mesmo ao lado, Eurico Esteves lembra que até foi ele que ajudou o «senhor das Câmara a abrir o buraco».

«Ao ver aquele bicho lá dentro, até me arrepiei», contou, garantindo que jamais imaginou que ¿acontecesse uma coisa destas¿.

Eurico também é da opinião de que «o depósito não está isolado como deve ser». Ficará durante uns tempos «com receio de beber a água da rede», assim como o conterrâneo Fernando Parente, que vai «à fonte, desde que soube» do sucedido.

«Dá um bocado de nojo», observou. Como é que a cobra entrou e andou «mais de um quilómetro no tubo» é a pergunta que se faz, vezes sem conta, o presidente da junta, Juvêncio Carvalho.

Da parte que lhe toca, pouco mais pode fazer: já deu conhecimento à Câmara, que enviou ao local técnicos, foi feita recolha de amostras da água para análises e vai ser afixado um edital com informação à população.

O presidente assegura, no entanto que quem for ao depósito «vai ver que está tudo fechado, tudo com grades».

As infraestruturas, nomeadamente os tubos, foram substituídas há poucos anos e «os [funcionários] das águas andam sempre» por ali a fazer vigilância.

«Foi uma surpresa», reiterou.

O autarca não viu a cobra, mas, se a visse, reconhece que «também ficava apavorado».

Apesar do acontecimento, garante que vai continuar a «beber a água da torneira tranquilamente».

«Só se daqui para a frente alguém ficar doente», brincou.
Fonte:TVI24

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Enxurrada provoca danos avultados em Miranda do Douro e destrói culturas

Uma "violenta" tromba de água que se abateu sobre a região de Sendim, Miranda do Douro, entre as 22 horas e a meia-noite de quinta-feira causou "grandes estragos".

"Uma área situada entre as localidades de Fonte de Aldeia, Sendim e Picote foi devastada pela enxurrada", disse hoje à Lusa José Campos, comandante dos bombeiros locais.

As populações contabilizam agora os danos e os bombeiros procedem à limpeza de estradas, caminhos e habitações e à desobstrução de pontos de escoamento de águas pluviais e ribeiros.

Segundo o comandante, há relato de culturas destruídas como vinhas, hortas, olivais e amendoais, entre outras culturas da época, onde "os prejuízos podem comprometer o rendimento agrícola de dezenas de pessoas".

"As terras estavam lavradas e a enxurrada levou tudo à frente, acabando por obstruir os cursos de água que correm nas imediações das localidades afetadas ",relatou José Campos.

Há também danos "consideráveis" a registar em algumas habitações e várias caves estão alagadas.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Sendim disse que nunca viu nada assim.

"A aflição das pessoas era grande para tentar salvar os seus bens. Viveram-se momentos de pânico", acrescentou Aquilino Ginjo.

Agora, o autarca de freguesia promete fazer um levantamento dos estragos causas pela tromba de água e enviar o relatório às entidades competentes, a fim de reclamar "ajudas para população afetada".
Fonte:JN

População de Carviçais Agradece aos Bombeiros Pelo Facebook

Foi este o post que na pagina do Facebook da aldeia de Carviçais surgiu durante o dia de hoje em forma de agradecimento aos Bombeiros que combatem as chamas no concelho de Moncorvo.

Este foi um agradecimento simples, mas com um imenso significado, que contrasta com as duras e injustas criticas de alguns autarcas às forças que se encontram a combater o incêndio que se aproxima dos 20.000 ha de terra queimada.

São atitudes como estas que acrescem moral aos homens no terreno. Bem hajam estes populares.

Informação Laboratório de Fogos Florestais - UTAD

O incêndio de Picões/Ferradosa no NE Transmontano propagou-se ao longo de um eixo que no essencial não ardeu desde que há cartografia ou onde ocorreram pequenos fogos em 1975. Este combustível, abundante e seco (ao que há a acrescentar a substancial produção herbácea deste ano) aliou-se à instabilidade atmosférica para criar um incêndio do tipo "blow-up".

Top 10 dos maiores incêndios a norte do Douro (1980-2012)

10. Ponte da Barca, 3059 ha, 2010
9. Ribeira de Pena, 3380 ha, 2010
8. Chaves, 3705 ha, 2005
7. Ribeira de Pena, 4269 ha, 2010
6. Vila Real, 4356 ha, 2005
5. V.N. Cerveira, 5337 ha, 2005
4. Arcos de Valdevez, 5590 ha, 2006
3. Mirandela, 6000 ha, 1991
2. Vila Pouca de Aguiar, 7086 ha, 2005
1. Vila Pouca de Aguiar, 7553 ha, 1990

Estes 10 GIF coincidem com os incêndios que superaram 3000 ha. É curioso constatar que 8 deles ocorreram a partir de 2005. 
Também é claro que o incêndio de Picões/Ferradosa deste ano está noutro patamar de área ardida e que se julgava reservado para os fogos da serra da Estrela, Pinhal Interior e serra Algarvia.


Segundo o EFFIS, a área ardida até 11/0772013 é de 13786 ha.



Bombeiros Vão Permanecer no Incêndio de Bragança até Sexta-Feira por Precaução

Os mais de 900 bombeiros que estão a combater  o incêndio no distrito de Bragança vão permanecer no 
terreno até sexta-feira  de manhã para controlar eventuais reacendimentos, disse hoje à Lusa o comandante  adjunto da Proteção Civil.

Segundo a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no terreno estão  915 operacionais, apoiados por 239 veículos e sete meios aéreos. O comandante adjunto de operações nacional da ANPC, Marco Martins, adiantou  que o incêndio foi dominado às 10:00, mas ao longo do dia já se registaram  sete reativações, estando atualmente a serem controladas pelos bombeiros  dois reacendimentos.

O comandante disse que as reativações são normais devido à dimensão  do incêndio, mas, até ao momento, têm sido facilmente controladas. Marco Martins afirmou que o dispositivo vai manter-se no terreno até  sexta-feira de manhã para que seja mais rápido o tempo de resposta aos eventuais  reacendimentos.

O incêndio que deflagrou na terça-feira em Alfândega da Fé também afetou  os concelhos de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo,  chegando a ter seis frentes ativas.
Fonte: SIC

Reativações do Incêndio no Distrito de Bragança Preocupam Bombeiros

Mais de 800 homens continuam mobilizados para o incêndio que durante dois dias devastou milhares de 
hectares de terreno no distrito de Bragança.

Oficialmente, o fogo está dado como dominado desde ontem de manhã, mas de madrugada as chamas voltaram em força.

Duas frente de fogo reacenderam já depois das 20h00 junto à aldeia de Mós, no concelho de Moncorvo. Centenas de bombeiros foram chamados para impedir o avanco das chamas até à povoacão.

O vento é o fator  dominante que mais prejudica a ação dos operacionais no terreno, já que  se trata de um elemento "propícia a reativação de focos de incêndio".

Apesar de o incêndio ter sido dado como dominado em todo o perímetro  às 10:00 de hoje, os reacendimentos "são uma realidade e os trabalhos de  consolidação e rescaldo estão bastante demorados".

Segundo a ANPC, a fase de consolidação e rescaldo do incêndio vai demorar  pelo menos mais um dia, caso as condições não se alterem.

No entanto, ficará no terreno durante vários dias um dispositivo de  vigilância para acautelar os reacendimentos, mesmo na fase pós rescaldo",  concluiu Marco Martins.

O dispositivo de combate ao incêndio vai permanecer composto pelos  856 bombeiros que estão a combater o incêndio no distrito de Bragança, apoiados  por 218 veículos operacionais.
Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/

Quantos Bombeiros Há em Portugal e Como São Formados?

Número de pessoas que está a sair dos corpos de bombeiros por causa da crise e da imigração "é 
preocupante", afirma o presidente da Escola Nacional de Bombeiros.

Em plena época de incêndios, a Renascença olha para a formação dos bombeiros portugueses. Que idade podem ter, que diferenças há entre si, como se distinguem e onde e como são formados. E será verdade que a imigração está a esvaziar os quartéis e a criar dificuldades ao recrutamento.

Antes de mais, uma velha questão. Afinal que bombeiros há em Portugal e quantos? José Ferreira, presidente da Escola Nacional de Bombeiros, responde que há 22 mil bombeiros voluntários no activo. Juntando os bombeiros dos quadros de reserva e de honra serão 35 a 37 mil.

Há também algumas centenas de privativos, sobretudo em grandes empresas, e três mil profissionais espalhados por seis unidades de Sapadores, duas dezenas de corpos municipais, mas também - e cada vez mais - integrados nas próprias corporações de voluntários.

A carreira de bombeiro pode começar aos 17 anos, obrigatoriamente com um estágio, refere José Ferreira. Ao contrário do que se possa pensar quando se vêem bombeiros alinhados numa parada, não é necessário ter formação militar. Ajuda, mas não é obrigatório.

José Ferreira explica que, à excepção da escola própria do Regimento de Sapadores de Lisboa, a Escola Nacional de Bombeiros é o local onde são formados todos os outros bombeiros portugueses.

A formação vai, cada vez mais, ao encontro dos bombeiros. “A escola tem formadores próprios, mas existe toda uma bolsa de formação de formadores que estão espalhados pelo país. Nós vamos ministrar o curso, mas os bombeiros não vêm aqui à escola. Temos uma bolsa de formadores de quase mil homens, que vão ministrando a formação em função das necessidades dos corpos de bombeiros”.

Resta saber se a imigração está ou não a ser um problema para as corporações de Bombeiros. José Ferreira reconhece um aumento significativo das saídas, mas também diz que os processos de candidatura estão a ter um número “interessante” de adesões.

“Continua a aparecer um número de bombeiros bastante interessante, mas também é verdade que o número de pessoas que por razões que todos conhecemos está a sair dos corpos de bombeiros é preocupante. Feitas as contas, o número que está a entrar suporta algum rejuvenescimento mas, se calhar, não dá resposta àquilo que é o afastamento por essas razões, mas não tenho números concretos”, afirma o presidente da Escola Nacional de Bombeiros.
Fonte: http://rr.sapo.pt/

Um dos Helicópteros KAMOV do Estado Está Avariado há Oito Meses

Helicóptero está estacionado em Ponte de Sôr desde Novembro. Estado notificou empresa responsável pela manutenção, mas Heliportugal diz que não tem culpa.

Um dos cinco helicópteros KAMOV do Estado está avariado em Ponte de Sôr desde Novembro do ano passado. E apesar de a fase Charlie - a mais crítica do combate aos incêndios - ter arrancado no início do mês, o problema técnico ainda não foi solucionado, porque a empresa contratada para fazer a manutenção dos helicópteros bombardeiros pesados e o Estado não se entendem.

Para a Empresa de Meios Aéreos (EMA) e a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), que gerem os aviões do Estado, a culpa de o KAMOV estar parado é da empresa Heliportugal, que detém o contrato para a manutenção programada dos meios aéreos. Mas a Heliportugal descarta quaisquer responsabilidades sobre o assunto. Depois da guerra que envolveu a contratação dos meios aéreos ligeiros para o combate aos incêndios - com o consórcio perdedor, liderado pela Heliportugal, envolvido em várias batalhas legais com a empresa que ganhou o concurso, a Everjets -, o caso do KAMOV parado há oito meses vem lançar nova polémica sobre os aviões do Estado.

O i sabe que a EMA notificou, ontem, a Heliportugal "para a necessidade urgente da resolução do problema técnico" do KAMOV - que é preciso, nesta fase, para o combate aos fogos. Na mesma comunicação, segundo fonte ligada ao Ministério da Administração Interna (MAI), a Empresa de Meios Aéreos alertou ainda a Heliportugal para a possibilidade de lhe vir "a aplicar as penalidades relativas ao não cumprimento do contrato" estabelecido com o Estado.

Já a Heliportugal - que ainda não tinha recebido a notificação ontem ao final da tarde - tem uma versão diferente da história e garante que o problema que impede o KAMOV de voar não é da sua responsabilidade, mas sim do EMA. Fonte da empresa contou ao i que em Novembro do ano passado dois pilotos da EMA tiveram um acidente com o helicóptero bombardeiro. "Bateram com as pás do KAMOV e desde então a aeronave tem estado parada", diz a mesma fonte. A Heliportugal acrescenta que não é da sua responsabilidade, em termos do que está definido no contrato com o Estado, fazer manutenções relacionadas com acidentes. "A empresa só tem de assegurar as manutenções programadas das aeronaves, mas mesmo assim emprestámos duas pás à EMA", acrescenta a mesma fonte. Segundo a Heliportugal, a Empresa de Meios Aéreos só encomendou as suas próprias pás em Abril deste ano. "E são encomendas que têm um prazo de entrega de 150 dias", explica a mesma fonte da Heliportugal, que descarta qualquer tipo de responsabilidade no caso: "O assunto é da inteira responsabilidade da EMA."

Contactado pelo i, o MAI confirmou que só quatro dos cinco KAMOV do Estado estão operacionais. "A Autoridade Nacional de Protecção Civil está a diligenciar no sentido de encontrar uma solução alternativa no mais breve espaço de tempo possível", respondeu o gabinete de imprensa de Miguel Macedo, escusando-se a mais comentários.

Os KAMOV do Estado chegaram a Portugal em 2007 e custaram perto de 105,5 milhões de euros. Em Junho do ano passado, o ministro da Administração Interna e o ministro da Saúde anunciaram que os meios aéreos do Estado iam passar a ser operados por privados e que os Kamov passariam também a fazer emergência médica.

Fonte: http://www.ionline.pt/

Dominado incêndio que lavra há quatro dias no sul do distrito

O incêndio que lavra há quatro dias no sul do distrito foi dado como dominado pela Protecção Civil. Os trabalhos de rescaldo estão demorados. No terreno estão ainda mais de 800 operacionais, apoiados por 180 viaturas.

Há pouco o responsável da Protecção Civil Municipal em Torre de Moncorvo, José Aires, disse à Brigantia que o incêndio evoluiu favoravelmente durante a noite e a situação está agora mais calma.Ontem à tarde o Ministro da Administração Interna esteve em Carviçais, no concelho de Torre de Moncorvo, onde se viveram momentos de aflição com o fogo a rondar as habitações.

Em declarações à RTP, Miguel Macedo disse que o incêndio atingiu estas proporções não por falta de meios, mas porque as condições climatéricas adversas dificultaram o trabalho aos operacionais no terreno.O fogo já destruiu vários hectares de mato, armazéns e culturas agrícolas e, até, matou animais.Os prejuízos agrícolas podem atingir mesmo os milhões de euros, com uma vasta área de amendoais e olivais atingidos pelas chamas.

O director regional de agricultura, Manuel Cardoso, adianta que vai ser feito um levantamento, para depois repor as culturas.Este incêndio está a deixar um rasto de destruição nos concelhos de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta.

Ao que a Brigantia apurou durante a manhã de hoje os autarcas dos quatro municípios atingidos pelo maior incêndio deste ano no País vão reunir, em Torre de Moncorvo, com o secretário de Estado das Florestas para fazerem uma primeira avaliação dos prejuízos causados pelo fogo.
Escrito por Brigantia

Reacendimento de incêndio em Torre de Moncorvo ameaça casas - País - Notícias - RTP

Reacendimento de incêndio em Torre de Moncorvo ameaça casas - País - Notícias - RTP

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VRCI de Alfândega da Fé Que Ficou Calcinado Esta Madrugada

Chamas dominadas em Alfândega da Fé

Entrada de dois aviões bombardeiros espanhóis reforçou combate às chamas. Torre de Moncorvo viveu momentos de pânico durante a madrugada.

Está dominado, desde as 10h00, o incêndio que devasta mato e floresta desde terça-feira no concelho de Alfândega da Fé, distrito de Bragança.

Esta manhã, dois aviões bombardeiros espanhóis juntaram-se aos restantes meios aéreos e humanos que combatiam o fogo, permitindo um “ataque musculado”, nas palavras do adjunto nacional da Protecção Civil, Marco Martins. 

Por volta das 7h30, o incêndio tinha quatro frentes activas, passando a três pouco depois das 8h00, tendo os bombardeiros espanhóis entrado em acção às 8h23. Às 9h40, já havia duas frentes activas de fogo e as operações de combate decorriam de modo favorável. As chamas foram dadas como dominadas em todo o perímetro às 10h00. 

No terreno estão 724 homens, entre os quais 574 bombeiros, apoiados por quase 200 veículos e cinco meios aéreos. 

O incêndio, já considerado o pior deste Verão no Norte do país, deflagrou às 13h47 de terça-feira e estendeu-se a quatro concelhos, entre os quais Mogadouro, deixando um cenário de devastação na Aldeia das Quebradas. 

Várias habitações foram ameaçadas na quarta-feira, o que levou à evacuação de casas em Estevais e à retirada de seis pessoas da povoação de Quinta das Peladinhas, Mogadouro. 

Arderam centenas de hectares de mato, olivais e amendoeiras, gado e anexos de casas. 

Momentos de pânico" durante a madrugada em Torre de Moncorvo 
"Vivemos uma situação muito complicada”, afirma presidente da Junta de Carviçais, José Teixeira. “O incêndio lavrava em várias frentes, tendo chegado mesmo a ameaçar um armazém de produtos para a construção civil e combustíveis, um restaurante e uma unidade de turismo rural", adianta à agência Lusa. 

A aldeia esteve "praticamente cercada pelo fogo", afirma o autarca, reconhecendo que "há bombeiros de várias zonas do país [envolvidos no combate às chamadas] que não conhecem os acessos, o que dificulta a acção no terreno". 

Só depois das 4h00 é que a situação na aldeia de Carviçais ficou "mais controlada", refere o autarca, considerando que “o problema deste incêndio é que foi um ano muito chuvoso e as populações não tiveram cuidadosos com a limpeza das matas e, depois, pagam todos pela mesma medida, o que é uma chatice". 

Cerca das 9h30, a situação estava mais calma, ainda que o vento esteja sempre a mudar de direcção.
Fonte:RR

Incêndio Português Notícia Consequências em Espanha: Las cenizas llegan hasta Salamanca: "El patio parece una chimenea"

El fuerte viento ha transportado las pavesas del devastador incendio en Portugal hasta más allá de cien kilómetros de distancia. Las redes sociales se han llenado de mensajes de salmantinos que preguntaban por qué caían cenizas del cielo, están en los patios de las casas e incluso hoy ha amanecido con una capa gris en el cielo. Los vecinos de Las Arribes, alerta: "Entre el calor y la tensión no he pegado ojo en toda la noche"
Las cenizas llegan hasta Salamanca: "El patio parece una chimenea" - salamanca24horas

Las cenizas del devastador incendio en Portugal, con treinta kilómetros en cuatro frentes, han llegado incluso hasta Salamanca capital. El fuerte viente transportó anoche las pavesas hasta más allá de cien kilómetros de distancia, un fenómeno que no ha pasado desapercibido en las redes sociales, inundando los salmantinos sus perfiles de preguntas al respecto.

Muchos no entendían por qué caía ceniza anoche del cielo, "¿qué es este polvillo¿ ¿hay algún incendio en Salamanca?", se preguntaban algunos. Otros, en cambio, se han encontrado con la duda al amanecer: "El patio parece una chimenea de toda la ceniza que hay"; "El cielo hoy parece Madrid con tanta polución"; "Huele a chamusquina".

Mientras, la tensión es máxima en los municipios de Las Arribes, sobre todo en Aldeadávila de la Ribera y Mieza, los más cercanos a las llamas. "Entre el calor y la tensión no he pegado ojo en toda la noche", explicaban en declaraciones a SALAMANCA24HORAS. Aunque confían en que las llamas no alcancen la frontera española: "El fuego está todavía muy lejos, a muchos kilómetros, si llega hasta aquí sería una catástrofe natural".

Fogo no distrito de Bragança é o maior do ano em Portugal

O presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) disse hoje à Lusa que o incêndio que lavra em quatro concelhos do sul do distrito de Bragança é o maior registado este ano em território nacional.
"Este ano é sem dúvida o maior incêndio florestal registado em território nacional", frisou o general Manuel Couto.

O incêndio que deflagrou na terça-feira em Alfândega da Fé e alastrou a outros concelhos da região foi dado como dominado em todo o perímetro às 10:00 de hoje, reiterou o presidente da ANPC à Lusa.
"Apesar de o fogo estar dominado, o dispositivo de combate ao incêndio vai manter-se no terreno pelo menos durante a noite e na próxima madrugada para evitar reacendimentos e fase de rescaldo, já que as condições climatéricas são adversas", acrescentou o general Manuel Couto.

Agora, a preocupação dos bombeiros está nos reacendimentos que poderão surgir a qualquer momento.
"O dispositivo será desmobilizado gradualmente, à medida que a situação vá evoluindo positivamente. Para já, todo o dispositivo vai manter-se no terreno", enfatizou o presidente ANPC.

Além de Alfândega da Fé, este incêndio já afetou os concelhos de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo.

O incêndio já dizimou centenas de hectares de culturas e mato e levou à evacuação de algumas pessoas nas aldeias mais afetadas como é o caso das aldeias de Estevais, Quintas das Quebradas, e Quinta da Peladinha.

Esta madrugada também na aldeia de Carviçais se viveram momentos de "pânico " já que a chamas chegaram muito próximo dos armazéns e unidades turísticas.

"O fogo chegou muito perto das casas e de palheiros situada nas proximidades da aldeia. Viveram-se momentos de verdadeiro terror", disse à Lusa Sónia Teixeira, uma moradora em Carviçais.

Diversos imóveis agrícolas e gado foram consumidos palas chamas, para além de uma viatura ligeira e uma caravana de campismo.

Uma viatura dos bombeiros de Alfândega da Fé foi destruída pelas chamas ao final da tarde de quarta-feira, quando se preparava para combater uma das frentes de incêndio na zona dos Picões/Ferradosa.

Segundo a página da ANPC na internet, no combate às chamas permanecem 771 homens, apoiados por 169 veículos operacionais e nove meios aéreos, entre os quais dois aviões espanhóis.
Diário Digital com Lusa/ Foto P.Ferro

Bombeiros continuam no terreno em Trás-os-Montes - País - Notícias - RTP

Bombeiros continuam no terreno em Trás-os-Montes - País - Notícias - RTP

Bombeiros dominaram incêndio

Já está dominado o incêndio que lavrava no sul do distrito de Bragança desde terça-feira.

Os bombeiros conseguiram circunscrever as chamas, em todo o perímetro, às 10 da manhã depois de uma noite em que a situação se complicou e obrigou à activação de mais grupos de reforço vindos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Leiria, Portalegre, Porto e Setúbal.  Já esta manhã foram mobilizados quatro pelotões de militares.

A combater as chamas estiveram mais de 724 homens, apoiados por 169 viaturas, três helicópteros e seis aviões bombardeiro, dois dos quais espanhóis.
Escrito por Brigantia

Viatura dos bombeiros ardeu no combate ao fogo em Picões

Uma viatura dos Bombeiros de Alfândega da Fé sofreu um acidente, esta quinta-feira de madrugada, na zona de Cabreira, naquele concelho, mas não houve feridos. 

O veículo dos Bombeiros de Alfândega da Fé capotou e acabou por arder, mas os cinco ocupantes conseguiram sair praticamente ilesos, quando combatia um incêndio de duas frentes, cerca das 03.00 horas desta quinta-feira. 

"O carro ficou atascado e os bombeiros tentaram retirá-lo, mas não conseguiram por causa do fogo que era muito grande. Tiveram de fugir e abandonar o veículo", explicou João Martins, comandante dos Bombeiros de Alfândega da Fé, salientando que os operacionais não tiveram alternativa. 

 O grande incêndio que teve inicio na terça-feira na zona de Picões, estendendo-se posteriormente aos concelhos de Moncorvo, Mogadouro e já esta manhã ao de Freixo de Espada à Cinta foi, esta quinta-feira de manhã, dado como dominado.
Fonte: JN

Ponto Situação Bragança: Quase 700 Operacionais Combatem Incêndio (Dia 10)

O dispositivo de combate ao incêndio que atinge os concelhos transmontanos de Alfândega da Fé, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo foi reforçado com mais bombeiros e veículos operacionais.

Com duas frentes ativas neste momento, 659 operacionais, dos quais 426 são bombeiros de diferentes corporações, asseguram o combate às chamas, assistidos por 195 veículos, quatro helicópteros e quatro aviões bombardeiros, de acordo com o último balanço da Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Câmara de Mogadouro, João Henriques, disse que o sentimento das populações é de preocupação» e receio, por causa de eventuais reacendimentos.

«No momento, e apesar dessa preocupação, há mais tranquilidade comparativamente com o período da noite, que foi de grande sobressalto e as dimensões do incêndio nada têm a ver com as que foram atingidas durante a noite e madrugada», frisou o autarca.

O fogo já destruiu vários quilómetros de linhas de comunicações, uma caravana, uma viatura ligeira de passageiros e diversos imóveis agrícolas e habitacionais, campos, searas, olivais e amendoeiras, palheiros, anexos de habitações e centenas de hectares de mato.

Fonte: Diário Digital com Lusa

Incêndio de Alfândega da Fé cerca localidades


Voltou a complicar-se o incêndio que desde lavra desde terça-feira em quatro concelhos do Baixo Sabor. Esta tarde, as chamas cercam as localidades de Parada, em Alfândega da Fé, e ainda Estevais e Bruçó, ambas as aldeias do concelho de Mogadouro, deu conta uma fonte da GNR. O incêndio mantém duas frentes activas.

O fogo propagou-se pelas encostas do Rio Sabor e não tem dado tréguas aos bombeiros, elementos da GNR e ao exército. Esta tarde chegaram a estar no terreno por 682 operacionais envolvidos no combate ao fogo, sobretudo com o objectivo de salvaguardar as aldeias, bem como quatro aviões e 178 veículos operacionais. Também na zona de Torre de Moncorvo, terrenos das aldeias de Felgar e Souto da Velha continuam a arder. O fogo obrigou a cortes de trânsito no IC5 várias esta tarde, na zona Sardão - Meirinhos, devido ao fumo intenso.


Depois de uma noite agitada e de intenso trabalho, durante a manhã o fogo acalmou, mas "não chegou a ser dominado em algumas frentes", adiantou uma fonte do Comando das Operações de Socorro. Durante a tarde ocorreram vários reacendimentos, nomeadamente em Ferradosa, Alfândega da Fé, onde o incêndio terá deflagrado ontem antes das 14h00. O vice-presidente da câmara deste concelho, Eduardo Tavares, admitiu "que nunca se viu nada assim" na região e que este é o maior incêndio dos últimos anos . "O fogo tem consumido milhares de hectares de terrenos nas encostas do Baixo Sabor. Os prejuízos são muitos, ainda nem podemos calcular a dimensão da tragédia", explicou.

Fonte: http://www.jn.pt

ANBP Comunicado: "Não se Compreende (...) Vozes Responsáveis pelas Autarquias"

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais têm acompanhado com preocupação o mapa dos incêndios que têm ocorrido sobretudo no Norte do País. A direção nacional de ANBP/SNBP reunida hoje para analisar a evolução dos incêndios em Portugal, conclui que tendo em conta o elevado número de ocorrências registadas desde o início do mês de julho, é previsível um Verão muito complicado no que toca a incêndios porque, mais uma vez, falhou a aposta na prevenção por parte das entidades a quem compete a sua fiscalização.

Falharam as autarquias, falhou a Autoridade Florestal Nacional, falhou o próprio Ministério da Agricultura, ao não anteciparem um cenário expectável, tendo em conta o inverno chuvoso que contribuiu para o crescimento de material combustível. As consequências desta inércia caem agora nos braços dos bombeiros, que no fim da linha da estrutura da proteção civil, tentam controlar o que podia ter sido evitado com a prevenção. Mas também aqui, têm sido detetadas dificuldades decorrentes da falta de bombeiros que existe para combater simultaneamente em várias frentes! E aqui, mais uma vez, a responsabilidade recai sobre as autarquias, que têm diminuído o investimento nos seus bombeiros e não tem apostado numa correta organização das suas estruturas municipais da proteção civil.

Tem valido, nesta altura, o trabalho feito pela Autoridade Nacional de Proteção Civil que em boa hora apostou na Força Especial de Bombeiros (FEB), que conjuntamente com os corpos de bombeiros ter feito uma intervenção que se tem revelado providencial em muitas ocorrências.

Desde o início da fase Charlie (1 de julho), a FEB já esteve presente no incêndio de Nelas (04 e 05 de julho), no incêndio de Sever do Vouga (que lavrou entre 5 e 8 de julho) e em Alfândega da Fé, onde permanecem desde o dia de ontem. Não se compreende, por isso, que vozes responsáveis pelas autarquias se levantem agora para criticar o trabalho realizado pela Força Especial de Bombeiros, quando o que falhou foi desde logo a prevenção, que é da sua responsabilidade!

A capacidade de mobilização e o desempenho da Força Especial de Bombeiros no terreno têm sido uma mais valia no combate aos incêndios, tornando-se imprescindíveis no ataque de primeira intervenção. O seu trabalho tem sido amplamente reconhecido em vários concelhos, desde a data da sua constituição, pelo que está longe de ser o “folclore” de que fala o vereador da Câmara Municipal de Mogadouro, onde lavra um incêndio há dois dias.

O reconhecimento do trabalho da FEB demonstra, aliás, a necessidade de aumentar o número de efetivos desta Força, dando-lhe uma capacidade maior e permitindo uma intervenção mais abrangente a todo o território nacional.

O problema não reside no Comando das Forças no terreno. Está, sim, na incapacidade de muitas Câmaras têm de adotar políticas de prevenção contra incêndios e sensibilização da população.
http://bombeirosparasempre.blogspot.com/#ixzz2YkKTs28P

Fogo não dá tréguas

As chamas ainda lavram no sul do distrito de Bragança.Durante a noite os bombeiros não conseguiram controlar o maior incêndio do Norte do país, este ano e a esta hora apresenta três frentes de fogo activas.Foram activados mais grupos de reforço vindos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Leiria, Portalegre, Porto e Setúbal.  Já esta manhã foram mobilizados quatro pelotões de militares.A combater as chamas estão mais de 724 homens, apoiados por 169 viaturas e um helicóptero bombardeiro.O fogo já destruiu vários hectares de mato, armazéns e culturas agrícolas e, até, matou animais.No concenho de Mogadouro, por exemplo, os prejuízos são avultados.O vereador da Câmara responsável pela Protecção Civil municipal, João Henriques, diz que o valor dos prejuízos ainda não está quantificado.“Sabemos é que os prejuízos são elevados, tanto em termos de culturas, como edifícios, cortes onde tinham o gado, uma casa também. Há aqui muitos prejuízos, mas ainda não os conseguimos quantificar. A nossa preocupação é que não se ponham em causa vidas. Mais tarde faremos o rescaldo em termos de quantificação de prejuízos”, salienta o autarca.  Os prejuízos agrícolas podem atingir mesmo os milhões de euros, com diversos amendoais e olivais atingidos pelas chamas.O director regional de agricultura, Manuel Cardoso, adianta que vai ser feito um levantamento, para depois repor as produções.“Temos prejuízos em áreas florestais e em áreas agrícolas. Nas áreas agrícolas são sobretudos amendoais, olivais, pastos, cereais, apiários. Nós vamos proceder a uma avaliação rigorosa nos próximos dias, em que vamos ter que falar com cada uma das pessoas. Mas são seguramente prejuízos na ordem dos milhões de euros. Arderam armazéns, alfaias agrícolas, animais, de forma que estamos perante uma situação grave”, descreve o responsável.Quanto a apoios, Manuel Cardoso diz que é possível “repor o potencial produtivo”.Ontem ao final da tarde a aldeia de Estevais, concenho de Mogadouro, chegou a ser evacuada por precaução uma vez que as chamas estiveram muito perto da localidade.Mas a intervenção dos meios aéreos acabou por resolver a situação.
Também o IC5 voltou a estar cortado ao trânsito junto a Sardão, mas foi reaberto alguns minutos depois.
Escrito por Brigantia

Incêndio já destruiu armazéns agrícolas, culturas e matou animais

Foram reforçados os meios naquele que é o maior incêndio do ano na região Norte do País. As chamas tiveram início ontem à tarde no concelho de Alfândega da Fé e alastraram aos concelhos de Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro, onde lavram duas frentes de fogo.

Durante a noite a situação complicou-se, o incêndio chegou a ter seis frentes e deixou um rasto de destruição. O vereador da Câmara Municipal de Mogadouro responsável pela Protecção Civil, João Henriques, diz que hoje a situação está mais calma, mas admite que a situação ainda é preocupante, tendo em conta as altas temperaturas.“A situação está mais calma do que aquela que foi verificada durante a tarde e noite de ontem. No entanto, ainda é preocupante. É uma área muito grande já ardida e ainda a arder e agora com o calor ajuda a reacendimentos”, constata João Henriques.

 As chamas já destruíram armazéns agrícolas e mataram animais.“Continuamos com grandes prejuízos a nível material. Felizmente não temos a lamentar prejuízos humanos, o que já é muito bom, mas os outros prejuízos são de uma monta muito elevada. Arderam armazéns agrícolas e morreram animais e perderam-se grandes culturas, tanto de oliveira como amendoeiras, que ficaram totalmente destruídas”, afirma o autarca. As chamas estão a ser combatidas por mais de 600 operacionais, apoiados por 174 viaturas, quatro helicópteros e quatro aviões bombardeiros.

Foram mobilizados diversos meios de todo o país, nomeadamente de Aveiro, Coimbra, Porto, Santarém e Viseu.
Escrito por Brigantia

Doentes infectados com bactéria hospitalar

Seis doentes internados no Hospital de Bragança foram infectados com uma bactéria hospitalar. Os focos de infecção foram detectados em diferentes serviços.  O director clínico da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, Domingos Fernandes, confirma que houve um surto de infecção, mas garante que o problema já está resolvido.“Foi um pequeno surto de uma infecção nosocomial, que apesar de se tomarem todas as medidas para controlo das infecções, infelizmente acontecem, também porque existe uma grande pressão em termos de utilização de antimicrobianos”, explica o clínico.Domingos Fernandes garante que a Comissão de Controlo de Infecção está a fazer um trabalho intenso ao nível da prevenção.“Há várias medidas, entre elas a política de lavagem das mãos, a utilização correcta das luvas. E também um trabalho que está a ser feito e em que somos pioneiros, que tem a ver com a política de prescrição de antimicrobianos”, enumera o director clínico.Houve pessoas infectadas com esta bactéria hospitalar que acabaram por morrer, mas o director clínico garante que a causa da morte não foi esta infecção.“Não há correlação entre o falecimento dos doentes e esta infecção nosocomial”, garante Domingos Fernandes.
Uma bactéria hospitalar infectou doentes no Hospital de Bragança, mas a direcção clínica garante que o problema já está resolvido.
Escrito por Brigantia 

Autarquia de Mogadouro Critica "Folclore" da Força Especial de Bombeiros

Fotografia: http://www.autarquicas2013.pt
O vereador das Obras Públicas, Desenvolvimento Rural e Ambiente da Câmara Municipal de Mogadouro, António Pimentel, critica a atuação da força especial de bombeiros no combate ao incêndio que começou no concelho de Alfândega da Fé na terça-feira à tarde e que entretanto se estendeu ao seu concelho.

“Não há comando que resista a isto. Muito folclore da parte da força especial de bombeiros, mas não serve rigorosamente para nada. Vão fazendo um esforço mas isto está de tal maneira disseminado que é difícil de controlar”, refere o vereador à Antena1.

 António Pimentel vai mais longe: “Nem sequer sujam os equipamentos. É só folclore. Não há qualquer intervenção pela parte deles. É difícil controlar as várias corporações e com um fogo desta dimensão que se estende desde o rio Sabor até ao rio Douro”.

O Comandante Operacional de Agrupamento Distrital do Norte, Paulo Esteves, rejeita as críticas, explicando à Antena1 que foi dada prioridade a casas e bens. “Voz de comando sempre existiu. Foi é necessário mobilizar meios para fazer face às situações que foram acontecendo”, esclarece.

“Se verificarem, a zona é bastante declivosa, e, portanto, a evolução do incêndio foi de forma rápida e houve necessidade de intervir para fazer face às situações que se verificaram. Quando estão em causa pessoas e bens é essa a nossa prioridade”, garante Paulo Esteves.

Fonte: RTP (com Sandra Henriques)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Lume Volta aos Picões


AVISOS METEOROLÓGICOS *** ATUALIZAÇÃO *** Data: 09/07/2013


Incêndio em Torre de Moncorvo dominado


Os bombeiros deram como extinto, por volta das 21:30 de ontem, um incendio que lavrou durante sete horas em Cilhades, no concelho transmontano de Torre de Moncorvo, disse à agência Lusa o Comandante Distrital de Operações de Bragança.

Segundo o comandante Noel Afonso, o dispositivo está em fase de desmobilização, permanecendo no teatro de operações equipas de vigilância para evitar reacendimentos. O incêndio chegou a ter três frentes ativas, para onde foram mobilizados cerca de 120 bombeiros, apoiados por 36 veículos operacionais e dois meios aéreos.

O comandante distrital acrescentou que o fogo devastou uma área de mato, "numa zona de difícil acesso" numa das margens do rio Sabor, Junto a Cilhades, freguesia de Felgar (Torre de Moncorvo). Às 21:30, a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil na Internet dava como ativos apenas quatro dos 175 incêndios que ontem lavraram em Portugal continental, mas nenhum em destaque.

Já esta manhã os Bombeiros de Bragança foram ativados para um incêndio que deflagrou em Rio Frio, Bragança.

12 incendiários caçados pela PJ

Ontem, 2 pirómanos tiveram sorte distinta: um está na prisão, outro em casa com pulseira.

Num dia em que a Proteção Civil registou mais de 150 incêndios,  a Polícia Judiciária anunciou a detenção de mais dois homens por fogo posto, em Oliveira do Hospital e Oliveira do Bairro. Eleva-se assim para doze o número de incendiários apanhados este ano pela PJ.

Em Oliveira do Hospital trata--se de um jovem de 21 anos, que ateou dois incêndios na zona onde reside, na aldeia de Moinho Velho, no domingo de manhã. Ateou fogo por vingança: “O pai teve uma quezília com o dono de um pinhal, por causa de pinhas,e ele vingou-se,ateando as chamas”,adiantou ontem ao CM uma fonte policial. Depois de ter ateado as chamas, escondeu-se “para ver os bombeiros a apagá-las”, disse. Está na cadeia em prisão preventiva.

Em Oliveira do Bairro, a PJ de Aveiro deteve um homem de 49 anos, desempregado, que com um isqueiro ateou cinco fogos. O objetivo, confessou-o à Judiciária, era passar o tempo: ficou em prisão domiciliária.

Atos criminosos e o calor foram ontem responsáveis pela deflagração de 150 incêndios. Os de maiores dimensões registaram-se nos concelhos de Oliveira do Hospital, Torre de Moncorvo e Arcos de Valdevez. Refira-se que no domingo foi o dia do ano em que ocorreram mais incêndios: 244.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Mais de mil incêndios numa semana

Só desde o passado dia 1 de Julho já foram contabilizados 1.100 incêndios. Este domingo foi o dia do ano com mais ocorrências: 244.

Em período de onda de calor, o dispositivo da Protecção Civil continua em alerta amarelo, pelo menos até às 20h00 de terça-feira.

No mapa dos incêndios, apesar da descida das temperaturas, os bombeiros continuam a ter muito trabalho.

Há registo de cinco incêndios activos em Portugal Continental, mas já foi ultrapassada a barreira das 100 ocorrências registadas desde a meia-noite.
fonte:RR

Obrigado Rui

Poderíamos lançar a informação, que já muito foi veiculada, seria de uma forma muito simples de abordar um assunto que caiu como um meteorito no seio de muitos agentes de proteção civil.

Desta forma o CBBraganca informa que o jovem soldado Rui Batista, pertencente ao Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR adito ao Pelotão de Intervenção Proteção e Socorro de Nogueira, sediado em Bragança, sucumbiu a um disparo da sua própria arma no passado sábado, dia 06 de Julho de 2013.

A tragédia começa no desaparecimento de um "colega de luta", que compartilhou os mesmos valores da preservação da vida, da proteção da floresta, do empenho no salvamento abnegado de todas as formas de vida, independentemente de que catástrofe abalaria o território português. 

Em vez de noticia, fazemos um agradecimento, pelo colega e amigo que foi, pelas experiências compartilhadas, pelo seu altruísmo e respeito que demonstrou pela entidade Bombeiros.

Descansa em Paz, e um até já companheiro...

Quintanilha Rock 2013

Centro Emergência da UE a postos para ajudar países a combater fogos

O novo Centro de Resposta a Emergências da União Europeia já está a monitorizar os riscos de incêndios florestais na Europa e em contacto regular com os países com maiores probabilidades de precisarem de apoio, como Portugal.

Maioria dos pedidos é para meios aéreos

De acordo com uma nota divulgada, esta segunda-feira, pela Comissão Europeia, ao longo do verão, o Centro de Resposta a Emergências (ERC, sigla em inglês) organiza vídeoconferências semanais com os países com maiores riscos de incêndios florestais e cujas capacidades nacionais podem vir a revelar-se insuficientes, especificando que os países mais "propensos" a fogos são Espanha, Croácia, Portugal, Grécia, Itália e França.

O presidente da Comissão, Durão Barroso, inaugurou em maio passado, em Bruxelas, o novo centro, que tem como função coordenar o envio de ajuda humanitária e a atuação da proteção civil da União Europeia.

O ERC substitui e amplia assim o Centro de Informação e Monitorização (MIC) como centro operativo e de coordenação dos recursos dos distintos Estados, denominado Mecanismo de Proteção Civil Europeu, que, nos últimos três verões, foi ativado 18 vezes para responder a incêndios florestais dentro e fora da UE.

Segundo dados do executivo comunitário, durante a época de incêndios florestais de 2012, registaram-se nove pedidos de assistência, tendo Portugal e seis outros países pedido designadamente meios aéreos.

A época mais crítica em incêndios florestais em Portugal começou a 1 de julho, tendo o dispositivo este ano como novidades dez grupos de reforço de ataque ampliado (GRUATA) e a participação de reclusos em ações de prevenção e vigilância.
fonte:JN

ANPC / SIOPS / DECIF - ALERTA AMARELO

Mantem-se o estado de alerta especial em todos os distritos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, passando agora a nível amarelo até 09JUL2013 às 2000.

Fonte: ANPC/CNOS

Acidente de moto mata dois jovens


Dois jovens morreram na madrugada de sábado, em Mirandela, na sequência de um despiste de moto.Participavam na concentração motard que se realizou este fim-de-semana na cidade do Tua.  


Após uma noite de diversão, Raquel Maia e Rui Correia, de 17 e de 19 anos, perderam a vida num violento despiste, cerca das quatro da manhã, junto ao quartel dos bombeiros.

A moto era conduzida pelo rapaz que não terá conseguido evitar o despiste numa curva.Ambos foram projetados contra uma loja de mobiliário cuja montra ficou completamente destruída sendo que os estilhaços feriram gravemente os dois jovens.

As duas vítimas que se encontravam em paragem cardiorrespiratória foram transportadas pelos bombeiros de Mirandela para o hospital local mas não resistiram aos graves ferimentos.
Escrito por Brigantia 

Hospital de Bragança tem equipa de emergência médica intra-hospitalar

O Hospital de Bragança já tem uma equipa de emergência médica para actuar de imediato em caso de paragem cardio-respiratória. Um médico e um enfermeiro do serviço de urgência estão preparados para intervir 24 horas por dia.A Equipa Médica de Emergência Intra-hospitar vai abranger os espaços hospitalares.  O coordenador de medicina desta equipa, Tiago Loza, garante que este novo serviço permite dar uma resposta mais rápida em caso de paragem cardio-respiratória a todas as pessoas que se deslocam ao Hospital.“A partir de agora passamos a ter disponível em toda a instituição incluindo áreas comuns, como salas de espera ou refeitório a capacidade de termos meios diferenciados de monitorização cardíaca e respiratória para podermos iniciar fármacos que transportamos também connosco para fornecer os meios adequados para conseguirmos os melhores resultados possíveis”, salienta o clínico.Esta é ma forma de melhorar a capacidade de resposta interna em termos de emergência médica. O coordenador de enfermagem da Equipa de Emergência Intra-Hospitalar, Norberto Silva, sublinha que em vez de serem as pessoas a deslocar-se à Urgência, são os próprios profissionais que vão ao encontro das pessoas.  “O que muda é que é o serviço de urgência que se desloca ao doente e inicia as manobras de estabilização mais adequadas no próprio local onde acontece a emergência e depois se necessário transfere o doente do local onde ele está internado para o local onde possa ter um tratamento mais adequado. O que muda é que há aqui uma resposta mais adequada, o que não significa que antes não houvesse uma resposta”, explica Norberto Silva.O objectivo é alargar este serviço aos Hospitais de Mirandela e de Macedo de Cavaleiros. O director clínico da ULS do Nordeste, Domingos Fernandes, sublinha que este serviço não implica um aumento de custos, até porque os profissionais estão ao mesmo tempo a trabalhar no serviço de Urgência. “Não há um aumento de custos, mas um modelo organizado, de forma a dar segurança não só aos doentes internados, mas para toda a gente que se desloca aos nossos serviços. É uma mais-valia que arrancou agora em Bragança e em Macedo de Cavaleiros e Mirandela vai entrar em funcionamento a 25 de Julho”, garante o responsável. 
Esta equipa, disponível 24 horas por dia, é accionada por telefone por colaboradores da Unidade Local de Saúde do Nordeste.
Escrito por Brigantia 

Floresta em Perigo - O Bombeiro - Jornal PÚBLICO

Opinião: "Falar em Três Acidentes Rodoviários num Lapso Temporal de Seis Horas é de Todo Preocupante"

Não diria que o dia (de ontem) tenha sido trágico, mas foi porventura bastante alarmante.

Numa fase ainda primordial e em que o calor começou a dar “um ar da sua graça” (contra todas as previsões meteorológicas), falar em três acidentes rodoviários envolvendo viaturas de combate, num lapso temporal de seis horas é de todo preocupante. Importa, por isso, fazer uma análise superficial e pouco cuidada do que aconteceu durante o dia de ontem, pois o que urge é seguir determinadas atitudes para que tudo corra pelo melhor ate ao fim da Fase Charlie do DECIF 13.

Não vou aqui dissecar responsabilidades pelos acidentes, nem muito mesmo entrar em aspetos técnicos de condução ou estado dos equipamentos (embora todos saibamos de que as associações estão atravessar tempos difíceis).

No entanto, e eu sou condutor no meu CB (mesmo de veículos que necessitam da habilitação legal para a categoria “C”), faz todo o sentido pensar em pequenos gestos e torna-los em grandes atitudes: verificar níveis, luzes e pneumáticos no render do turno; adotar uma postura calma e controlada na deslocação para o teatro de operações; após o trabalho, tentar fazer o exame básico de vistoria á viatura, antes de nos fazermos á estrada; durante o regresso, se sentirmos cansaço ou sonolência é preferível parar dez minutos do que passar dez dias no hospital.

Prometo-vos, que de hoje em diante, e isso não me iliba de uma possível sinistro, vou tentar seguir estas pequenas “dicas” de forma a tentar minimizar os riscos potenciais de um acidente de viação.

Relembro-vos uma máxima, que um dia um exemplar chefe me transmitiu: “Vida por Vida” não é o mesmo de “Vida por um pinheiro”.

A todos, boas conduções e excelentes combates.

Luís Gaspar – Fundador BPS