quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Descoberto efeito de estufa num gás que é 7100 vezes mais potente do que dióxido de carbono



A lista dos gases com efeito de estufa continua a aumentar, a mais nova substância é a perfluorotributilamina (PFTBA) que tem um potencial para o aquecimento global 7100 vezes maior do que o dióxido de carbono, o principal gás lançado pelas actividades humanas responsável pelas alterações climáticas. O novo estudo foi publicado na revista Geophysical Research Letters.

O clima ameno da Terra deve-se, em parte, aos gases com efeito de estufa que retêm o calor vindo do Sol e que é reflectido na superfície do solo. Mas este calor retido depende da quantidade e do tipo de gases que existem na atmosfera.

O vapor de água é o gás mais importante para este efeito de estufa, mas o seu balanço não é directamente afectado pela acção humana. Com a revolução industrial, o homem passou a lançar para a atmosfera quantidades enormes de dióxido de carbono, que está na segunda posição na lista de gases com maior efeito de estufa e cuja concentração aumenta anualmente.

Há muitos mais gases que o homem tem lançado para atmosfera que também entram nesta equação. O metano é um deles, vindo em terceiro lugar na lista de gases responsáveis pelo efeito de estufa. O potencial de aquecimento global em 100 anos do metano é 34: este valor tem como referência o dióxido de carbono – que é 1 – e significa que, ao fim de um século, uma molécula de metano tem um potencial de aquecimento global 34 vezes maior do que uma molécula de CO2.

Este valor de 34 obtém-se com um balanço entre a capacidade de uma molécula de metano reter energia e o seu tempo médio de vida na atmosfera, e compara-se depois com uma molécula de dióxido de carbono. O metano retém muito mais energia do que o dióxido de carbono, mas “vive” menos tempo no ar.

Só que o impacto de cada gás no efeito de estufa total acaba por depender da sua concentração na atmosfera. É por isso que o dióxido de carbono é o gás emitido pelo homem com maior efeito de estufa. A concentração de CO2 na atmosfera é cerca de 190 vezes maior do que a do metano, e entre 1998 e 2005 injectou-se na atmosfera mais 1190 vezes CO2 do que metano.

Há outros gases com efeito de estufa como o ozono, o óxido nitroso, os clorofluorocarbonetos ou os perfluorcarbonetos, que têm potenciais de aquecimento global muito diferentes. Alguns perfluorcarbonetos, que são usados como solventes, têm potenciais de aquecimento globais superiores a 10.000. Mas existem em concentrações muito baixas.

O impacto do PFTBA no efeito de estufa ainda não tinha sido avaliado. Este composto é utilizado desde meados do século XX na indústria eléctrica e tem vindo a acumular-se na atmosfera em quantidades mínimas: por cada molécula de PFTBA existem 2200 milhões de moléculas de CO2. No entanto, a equipa de Angela Hong, da Universidade de Toronto, no Canadá, foi medir a concentração de PFTBA em Toronto e concluiu que o seu potencial de aquecimento global em 100 anos é de 7100.

“De um ponto de vista climático, individualmente, a concentração atmosférica do PFTBA não é um alerta significativo para o fenómeno das alterações climáticas”, diz Angela Hong, citada pelo jornal britânico “The Guardian”. “O maior culpado continua a ser o dióxido de carbono vindo das emissões dos combustíveis fósseis.”

Mas os cientistas calcularam que este composto sobrevive na atmosfera durante 500 anos. Além disso, a capacidade da PFTBA de reter energia solar é a maior até agora encontrada numa molécula. “Cada molécula é muito eficiente em interagir com o calor da Terra. (…) E porque o seu tempo de vida é tão longo, tem um efeito duradouro”, diz a cientista. Os autores defendem no resumo do artigo que estas moléculas“são merecedoras de estudos futuros”.
 fonte:publico

Bombeiros de Bragança Agraciados com Medalha de Assiduidade Grau Cobre

Foram agraciados com a Medalha de Assiduidade Grau Cobre, por terem prestado bom e efectivo serviço neste Corpo de Bombeiros durante 5 anos os Bombeiros:

-Tânia Afonso
-João Fernando Gonçalves
-Adalberto Lima
-João Fernandes
-Pedro Cavaleiro
-Tiago Moreira








Louvores Aos Funcionários do Comando Distrital de Operações de Socorro de Bragança

Foram publicados hoje em DR os seguintes louvores:

Louvor n.º 1142/2013 - Louvor atribuído à Chefe de Sala de Operações e Comunicações do CDOS Bragança, Filomena Veiga;


Louvor n.º 1143/2013 - Louvor atribuído ao Administrativo do CDOS Bragança, Manuel António Costa;



Louvor n.º 1144/2013 - Louvor atribuído aos Operadores de Telecomunicações da Sala de Operações e Comunicações do CDOS Bragança, Ana Maria Vinhais Paixão, Ana Paula Martins Rito, João Carlos Morais Martins, João Luís Rocha Nascimento Fernandes, João Manuel da Costa Morais, João Noel Bruçó Afonso, José Domingos Galhardo Gonçalves, Luís Filipe de Morais Miguel, Maria José Pires Cavaleiro e Rómulo Manuel Sales Major Silva Pinto;



Louvor n.º 1145/2013 - Louvor atribuído ao o Técnico Superior do CDOS Bragança, João Augusto Cides Pinheiro.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

AHBVB Nomeia Dois Cidadãos Brigantinos de Sócios Honorários

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança nomeou no passado dia 06 de Dezembro 2013 em reunião da Assembleia Geral na Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança, tendo a proposta sido aprovado por unanimidade, nos termos da alínea C. do artigo 22º dos seus Estatutos a nomeação como Sócios Honorários:

 - Exmo. Sr. Eng.º António Jorge Nunes, por ter prestado relevantes serviços à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança como sócio efectivo e como autarca.

 - Exmo. Sr. Jorge Augusto Barreira Rodrigues (MK), pelo excelente trabalho artístico-musical de reconhecimento e homenagem a todos os Bombeiros Portugueses. Dando especial notoriedade nacional e internacional a esta associação.

Aos nomeados foram entregues 2 salvas de prata durante as cerimonias em honra da Padroeira dos Bombeiros de Bragança.







Comunicado CEIF - ADAI: Incêndios Florestais de 2013 e Acidentes mortais com eles relacionados


Tendo em conta as notícias que têm sido publicadas nos últimos dias, acerca de um estudo que a equipa do Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais (CEIF) da Universidade de Coimbra está a realizar, sobre dois dos grandes incêndios e os acidentes que causaram vítimas mortais no ano de 2013, o CEIF pretende esclarecer o seguinte.


• O Relatório sobre o estudo mencionado não está ainda concluído nem foi entregue ainda à Autoridade Nacional de Proteção Civil, que foi a entidade adjudicatária do trabalho.
• Em salvaguarda de obrigações contratuais previstas, o CEIF entregou no passado dia 22 de novembro um documento que reportava o estado de avanço do estudo em curso e continha uma análise preliminar de cada um dos casos estudados.
• A fim de não prejudicar o andamento do nosso trabalho, foi definido que quaisquer esclarecimentos acerca de questões que pudessem ser suscitadas por esse documento seriam deixados para depois da publicação do Relatório Final.
• Sem nos querermos pronunciar agora sobre o teor dos comentários que o referido relatório preliminar possa ter causado, não podemos deixar de reafirmar o nosso propósito de averiguar os factos, com base na audição do maior número de pessoas e entidades possível, a fim de que sejam conhecidas as possíveis falhas, se encontrem soluções e se tomem medidas para as corrigir.
• Em caso algum é nossa intenção acusar alguém ou alguma instituição. O propósito de contribuir para a melhoria do sistema leva-nos a olhar para as situações com um sentido positivo e com objetividade. Sem prejuízo disso não deixaremos de apontar neste Relatório as situações que mereceram da nossa parte ou das pessoas de quem ouvimos, algum reparo e que possam de alguma forma constituir oportunidades de melhoria.
• Estamos cientes de que neste propósito somos acompanhados pela larga maioria da Comunidade dos Bombeiros Portugueses e dos nossos Concidadãos, que não querem assistir passivamente à repetição destes acidentes, sem nada fazer e que partilham connosco o entendimento de que a melhor forma de honrar os mortos é a de retirar as lições que a sua perda nos possa transmitir.
• Pela nossa experiência sabemos que para fazer face ao complexo problema dos incêndios florestais é preciso contar com todos os que estão envolvidos nesta luta de boa vontade. A contribuição que o nosso Centro de investigação científica pode dar é por meio do trabalho, do estudo, e da nossa vontade de aprender, pois não sabemos tudo. Estamos gratos a muitas pessoas que nos têm manifestado o seu reconhecimento e apoio em relação ao nosso trabalho. Quanto à nossa qualificação como cientistas reservamo-la para quem de direito, com autoridade e com conhecimentos para o fazer.

Coimbra, 9 de Dezembro de 2013
O Coordenador do CEIF 

Domingos Xavier Viegas

Quero ser Bombeiro Voluntário!


1. O que é ser bombeiro voluntário?

Bombeiro é indivíduo que integrado de forma profissional ou voluntária num Corpo de Bombeiros, tem por actividade cumprir as missões destes, nomeadamente a protecção de vidas humanas e bens em perigo, mediante a prevenção e extinção de incêndios, o socorro de feridos, doentes ou náufragos, e a prestação de outros serviços previstos nos regulamentos internos e demais legislação aplicável.

 2. Que carreiras existem nos bombeiros?

Nos Corpos de Bombeiros mistos não pertencentes aos municípios e nos corpos de bombeiros voluntários o desempenho de cargos e o exercício de funções desenvolve-se por categorias que integram, respectivamente a carreira de oficial bombeiro e a carreira de bombeiro voluntário.

 3. Como posso ser bombeiro voluntário?

O ingresso na carreira de bombeiros, faz-se com a idade mínima de 18 anos e máxima de 45.

Para tal pode dirigir-se ao Corpo de Bombeiros da sua área de residência, efectuando a sua inscrição como estagiário, fase esta que obriga à frequência com aproveitamento do Curso de Instrução Inicial de Bombeiro, composto por seis módulos com um total de 250 horas de formação.

Assim e ainda que a idade de ingresso no Corpo de Bombeiros seja os 18 anos, para inicio do estágio bastará já ter completado 17 anos uma vez que o estágio tem a duração mínima de um ano.

Pode ainda, antes dos 18 anos, ingressar num corpo de bombeiros para as escolas de infante e cadetes, que se destinam à formação no âmbito do voluntariado e da protecção e socorro.

A entrada na Escola de Infantes pode ser feita entre os 6 e os 13 anos.

Para a Escola de Cadetes, podem entrar jovens entre os 14 e os 16 anos.

 4. E como posso aceder à carreira de oficial bombeiro?

Sendo possuidor de licenciatura ou bacharelato, e tendo as idades compreendidas entre os 20 e os 45 anos, os interessados devem dirigir-se ao corpo de bombeiros da sua área de residência e inscreverem-se para vacatura existente na carreira, ainda que, e por determinação do Corpo de Bombeiros a sua área de formação possa ser preponderante na aceitação da mesma, e realizar o Curso de Instrução Inicial de Bombeiro;
Após conclusão com aproveitamento do Curso de Instrução Inicial de Bombeiro, o Comandante providenciará pela inscrição à frequência dos módulos obrigatórios para ingresso nessa carreira.
 Os módulos para ingresso na carreira de oficial bombeiro são:
a) Organização Jurídica Administrativa e Operacional;
b) Incêndios Florestais;
c) Incêndios Urbanos e Industriais;
d) Organização de Postos de Comando.
Podem aceder igualmente à carreira de oficial bombeiro, os elementos pertencentes à carreira de bombeiro que entretanto habilitados com licenciatura ou bacharelato adequado, e mediante a existência de vacatura solicitem a sua reclassificação.

 5. Como é composta a carreira de Bombeiro e a de Oficial Bombeiro?

Bombeiro: Inicia-se pela categoria de Bombeiro de 3ª, podendo ascender-se até à categoria de Chefe;
Oficial Bombeiro: Inicia-se pela categoria de Oficial Bombeiro de 2ª, podendo ascender-se até à categoria de Oficial Bombeiro Superior.

6.Quais as condições de promoção?

Os elementos do quadro activo, para poderem ser promovidos, têm de satisfazer as condições gerais e especiais de promoção.
As condições gerais de promoção próprias de cada categoria são as seguintes:
a) Cumprimento dos respectivos deveres;
b) Exercício com eficiência das funções na sua categoria;
c) Qualidades e capacidades pessoais, intelectuais e profissionais requeridas para a categoria imediata;
d) Aptidão física e psíquica adequada.
As condições especiais de promoção próprias de cada categoria são:
a) Possuir, pelo menos, três anos de serviço, com classificação de Muito Bom ou cinco anos de serviço com classificação de Bom, na categoria anterior;
b) Frequentar, com aproveitamento, a instrução e formação de acesso, respectivas.
Para além do referido o desenvolvimento da carreira de bombeiro voluntário está condicionado à verificação do número de vagas distribuídas por categorias, fixadas nos quadros de pessoal homologados.
O acesso em cada categoria da carreira de bombeiro voluntário faz-se por promoção, por concurso, mediante a existência de vacatura.
A promoção consiste na mudança para a categoria seguinte da respectiva carreira.

7. E para a promoção na carreira de oficial bombeiro?

O desenvolvimento da carreira está condicionado à verificação do número de vagas distribuídas por categorias, fixadas nos quadros de pessoal homologados.
O acesso em cada categoria da carreira de oficial bombeiro faz-se por promoção, por antiguidade, mediante a existência de vacatura.
A promoção consiste na mudança para a categoria seguinte da respectiva carreira.

8. O que é o Curso de Instrução Inicial de Bombeiro?

É a formação teórica e prática para ingresso na carreira de bombeiro, realizada nos respectivos Corpos de Bombeiros ou eventualmente em local devidamente certificado pela Escola Nacional de Bombeiros, e que tem como objectivo a formação em seis grandes áreas:
Módulo I – Introdução ao Serviço de Bombeiro: 25 horas de formação
Módulo II – Técnicas de Socorrismo: 50 horas de formação
Módulo III – Equipamentos, manobras e Veículos: 25 horas de formação
Módulo IV – Técnicas de Salvamento e Desencarceramento: 50 horas de formação
Módulo V – Operações de Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais: 50 horas de formação que visam dotar os formandos de competências técnico-operacionais para actuar num incêndio urbano ou industrial e realizar todas as acções que de alguma forma contribuam para a resolução do incêndio, salvamento e resgate das potenciais vítimas.
Módulo VI – Operações de Extinção de Incêndios Florestais: 50 horas de formação que visam dotar os formandos de competências técnico-operacionais para actuar num incêndio florestal.
Os seis módulos têm um total de 250 horas de formação.

9. Qual a idade limite para exercer funções de bombeiro ou de oficial bombeiro?

A idade limite para exercer funções como bombeiro é de 65 anos.

Fonte: sítio da Autoridade Nacional de Protecção Civil: http://www.prociv.pt/Pages/default.aspx

MISSÃO SANTA CLAUS - AE ESEB

A Missão Santa Claus foi criada e organizada pela Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Bragança.

Visa enaltecer o espírito Natalício, promovendo a recolha de alimentos vestuário ou brinquedos para uma Instituição de solidariedade.

Para tal, apelamos ao teu bom espírito para que todos juntos possamos tornar o Natal de 2013 mais feliz.

A Associação de Estudantes irá ter até ao dia 20 de Dezembro de 2013 no bar da Escola Superior de Educação de Bragança responsáveis pela recolha dos donativos.

Todos unidos por uma só causa!

Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Bragança

Liga Propõe Observatório Nacional Para os Fogos Florestais

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) propôs aos ministros da Administração Interna e da Agricultura a criação de um observatório nacional para os fogos florestais. Em reuniões havidas com os respectivos titulares, Miguel Macedo e Assunção Cristas, o presidente do conselho executivo da LBP, comandante Jaime Marta Soares, formalizou a proposta fundado na convicção de que a floresta, pela sua componente ambiental, económica e social, exige mais atenção por parte dos proprietários e das entidades governamentais principais responsáveis pelo sector.

Na reunião com Assunção Cristas e com o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o presidente da LBP elencou da necessidade da existência do cadastro da propriedade florestal, a prevenção estrutural, o associativismo florestal (ZIF), as equipas de sapadores florestais nas associações de bombeiros como temas fundamentais na abordagem da temática. Nesse sentido, elegeu também como importante a reactivação da CNEFF e CEFFs municipais.

No encontro com o ministro da Administração Interna e o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo d´Ávila, o presidente da LBP abordou a temática do QREN, seja na vertente da obtenção de viaturas operacionais, seja na edificação de novos quartéis de bombeiros, bem como a candidatura à aquisição de equipamentos de protecção individual (EPI). Neste caso, defendeu que a candidatura geral deva ser feita através da LBP.

A Liga foi informada pelo MAI que vai ser aberto concurso no valor de dois milhões de euros para a aquisição de viaturas novas para substituição e garantidos apoios para a reparação de mais 14. Na sequência das preocupações manifestadas pela LBP, o MAI fez referência também a uma candidatura para aquisição de EPI no valor de 4 milhões de euros, com comparticipação a cem por cento e os concursos a realizar pela Liga.

A problemática rodoviária e os apoios que possam ser canalizados para os bombeiros através das concessionárias das auto-estradas foram outros dos temas abordados entre o presidente da LBP e o ministro da Administração Interna.

A temática do QREN e, nomeadamente, a necessidade de maior clarificação das normas a implementar nesse domínio, foi também tema de uma reunião entre o presidente da LBP e os secretários de Estado da Administração Interna e do Adjunto do MAI, Fernando Alexandre, com a presença do presidente da ANPC.
Nos períodos de vigência do QREN, 2009/2014, a LBP defende a necessidade de clarificar as normas de modo a agilizar e simplificar os processos de candidatura, extensivos ao novo QREN 2014/2020.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jorge Nunes condecorado pelos bombeiros












O ex-presidente da câmara de Bragança foi condecorado pela Liga dos Bombeiros Portugueses. 


O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Bragança revela que propôs à Liga que Jorge Nunes fosse agraciado “porque achámos que durante os 16 anos em que esteve à frente da câmara de Bragança prestou um serviço magnífico aos bombeiros e à população”. Rui Correia acrescenta que “esteve sempre connosco mesmo nas horas mais difíceis pois quando o hospital se atrasou bastante a pagar-nos, a câmara adiantou sempre o dinheiro do protocolo o que fez com que a balança estivesse equilibrada”.

A medalha foi atribuída pelo próprio presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. Jaime Marta Soares salienta a importância do poder local apoiar as corporações de bombeiros.“A Liga tem de estar atenta às pessoas que ao logo dos anos têm feito muita coisa pelos bombeiros”, afirma. “O poder local tem sido o que mais tem contribuído para que os bombeiros possam evoluir e ter menos dificuldades em termos de sustentabilidade financeira”.

Jorge Nunes agradece a condecoração e diz que não fez mais do que seu dever.“Recebo esta homenagem com sentimento de gratidão e convicto de que continuarei a assumir o espírito de bombeiro até ao último dia da minha vida”, refere o ex-autarca, acrescentando que “esta é uma atitude de generosidade dos bombeiros pois eu não fiz mais do que era o meu sentimento de respeito e compreensão da missão de bem-fazer por parte dos bombeiros do nosso município”.

Esta homenagem foi prestada domingo durante as cerimónias em honra da padroeira dos bombeiros de Bragança.

Reportagem Localvisão: Dia da Padroeira dos Bombeiros Voluntários de Bragança

Acidente de trator deixa homem ferido em Lagoa

trator - heli

Um acidente de trator fez no domingo um ferido grave perto da freguesia de Lagoa, em Macedo de Cavaleiros.

Os ferimentos foram na zona do tórax e na clavícula.

O homem, de 43 anos andava a trabalhar na agricultura, quando terá perdido o controlo da máquina, devido a uma falha nos travões, avançou uma fonte dos Bombeiros Voluntários.

A mesma fonte avançou que, quando se apercebeu da falha mecânica terá saltado do trator e ficado debaixo do reboque.

Para o local foi acionado o helicóptero do INEM que transportou a vítima para a Unidade Hospitalar de Vila Real.

No socorro à vítima estiveram oito elementos da corporação de Macedo de Cavaleiros, apoiados por uma ambulância e um carro de desencarceramento.
Foto:bombeiros de Macedo
Escrito por ONDA LIVRE 

Bombeiros Presentes No Mascararte


Decorreu de 4 a 7 de dezembro, sob a temática “Máscaras da Ásia”, a VI Bienal da Máscara - Mascararte, tendo como objetivo principal a promoção da máscara, das tradições e da cultura ancestral das “Festas de Inverno em Trás-os-Montes”, aproximando regiões que partilham tradições associadas à máscara.


Nesta 6.ª edição, as atividades programadas decorreram em três espaços distintos: no Teatro Municipal, no Centro Cultural Municipal Adriano Moreira e na Praça Professor Cavaleiro de Ferreira. 

O último dia, o evento contou com um programa muito preenchido que terminou com a “Queima do Mascareto”, na Praça Cavaleiro Ferreira, ponto alto desta edição da bienal, que contou com um elevado número de assistentes que encheu a Praça e toda a área envolvente. Foram queimados dois mascaretos executados pelos alunos da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança e da Escola Secundária Emídio Garcia.

Durante a queima dos mascaretos os Bombeiros de Bragança estiveram em prevenção com um veiculo e 5 operacionais.
Fonte:CMB e Paulo Fernandes

Despiste faz três feridos em Salsas

O despiste de um automóvel ligeiro, ao final da tarde deste sábado, provocou três feridos ligeiros, perto de Salsas, no concelho de Bragança.

O acidente aconteceu por volta das 17h00.

Para o local deslocaram-se os bombeiros de Bragança, com duas ambulâncias, duas viaturas de desencarceramento e a VMER.

O condutor, um homem com cerca de 70 anos, natural de Calvelhe, teve de ser desencarcerado da viatura.

Os acompanhantes, um homem e uma mulher, estavam já fora da viatura quando os bombeiros chegaram ao local do acidente.

fonte e fotos: Mensageiro MDB

Inquérito à morte dos bombeiros não é «caça às bruxas»

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou hoje que o inquérito aos fogos que estiveram na origem da morte de oito bombeiros não é "nenhuma caça às bruxas", antes visa "aprender" para evitar novas tragédias.

“Não se está aqui a fazer nenhuma caça às bruxas, não se está a fazer nenhum processo com o intuito de responsabilizar, culpabilizar quem quer que seja", referiu Miguel Macedo, em Póvoa de Lanhoso, à margem da cerimónia de assinatura de um protocolo para obras de remodelação do quartel da GNR local.

Para o governante, o importante é apurar e aprender com tudo o que se passou, retirando daí "as consequências, organizativas e outras, que se devem retirar".

"Temos todos, tutela, Proteção Civil, bombeiros, de aprender com isto, é o dever primeiro fazermos tudo para evitar que as coisas se possam repetir", sublinhou.

Alguns órgãos de comunicação social divulgaram este fim de semana dados preliminares de um inquérito aos fogos pedido pelo Governo, segundo os quais os bombeiros negligenciaram a forma de atuação, ao violarem regras de segurança, em sete dos oito casos mortais nos incêndios ocorridos no verão.

Lembrando que se trata apenas de um relatório preliminar, Miguel Macedo escusou-se a comentá-lo, por estarem em causa "questões muito sérias, cujo apuramento não se pode fazer com ligeireza".

"Não vou cometer o pecado de tirar conclusões definitivas de um relatório que é preliminar e que é uma parte da avaliação que se está a fazer daquilo que se passou", referiu.

Destacou que aquela "não é a única avaliação", já que aquelas questões estão também sob a alçada da Inspeção Geral da Administração Interna, da Polícia Judiciária e do Ministério Público, e acrescentou que é preciso fazer uma avaliação caso a caso, porque cada um dos incidentes teve contornos, circunstâncias e atuações diferenciadas.

"Nestas matérias, sobretudo pelas consequências dramáticas que tiveram, devemos todos fazer um esforço de rigor, de exigência, de apuramento de todos os factos que relevam para esta matéria, sobretudo para que o está ou esteve mal se possa corrigir, para que todos possamos aprender com isto", enfatizou Miguel Macedo.

Avançou que "está já em curso um conjunto de alterações importantes na escola de bombeiros, com uma formatação diferente da formação dos bombeiros", que se pretende "mais próxima das corporações".

Fonte: Diário Digital com Lusa

ANPC Considera: 'Especulativo e Despropositado' Imputar Responsabilidade aos Bombeiros

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) considerou hoje ser "especulativo e despropositado 
imputar qualquer tipo de responsabilidades" aos bombeiros, como referem dados preliminares divulgados na imprensa que apontam falha humana nas mortes ocorridas nos incêndios de verão.

Alguns órgãos de comunicação social divulgaram dados preliminares de um inquérito aos fogos pedido pelo Governo, segundo os quais os bombeiros negligenciaram a forma de actuação, ao violarem regras de segurança, em sete dos oito casos mortais nos incêndios ocorridos no verão.

Segundo a imprensa, houve erros de manobra, mau posicionamento no terreno e ainda erros na abordagem aos sinistros.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a ANPC esclarece que, "até ao momento, apenas foi entregue um relatório preliminar, esperando-se nos próximos dias a recepção do relatório final".

Segundo a ANPC, estão a ser analisadas "cada uma das ocorrências a onde ocorreram vítimas mortais entre os soldados da paz", em complemento do relatório sobre os acidentes com vítimas mortais no contexto de incêndios florestais deste ano.

"Face a este quadro, que é factual, é absolutamente especulativo e é absolutamente especulativo e despropositado imputar qualquer tipo de responsabilidades", sublinha a ANPC no comunicado.
Fonte: Lusa/SOL

Urgências a funcionar normalmente apesar do frio

Apesar das temperaturas negativas, os serviços de Urgência do distrito de Bragança estão a funcionar dentro da normalidade. A garantia é do director clínico da Unidade Local de Saúde do Nordeste.

Domingos Fernandes diz que há alguns casos que recorrem ao hospital por causa do frio, mas garante que os serviços têm capacidade de resposta.“Apesar das temperaturas muito baixas, a afluência aos serviços de Urgência mantém-se regular como no resto do ano. Mas existem vindas à Urgência relacionadas com o Inverno, com o frio. Neste momento as Urgências estão a funcionar normalmente, se existir algum pico, temos todas as condições para responder de forma adequada”, garante o director clínico.A população do Nordeste Transmontano já está habituada às baixas temperaturas. Ainda assim, Domingos Fernandes deixa alguns conselhos.“As pessoas por regra já andam bem agasalhadas, em casa estão devidamente climatizadas, nas aldeias têm lareiras. É uma região que aprendeu a lidar com o frio. Não obstante isso, temos que recomendar à população que se mantenha por casa, que mantenhas as casas devidamente climatizadas, se tiver que sair que se vista adequadamente”, alerta o responsável.O distrito de Bragança é um dos cinco que estão com aviso amarelo devido à persistência de valores baixos das temperaturas mínimas.

Esta madrugada, e segundo informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, os termómetros desceram aos cinco graus negativos no Nordeste Transmontano. As temperaturas mínimas vão manter-se abaixo de zero graus pelo menos até amanhã.

Bombeiros Criticam Divulgação de Dados Sobre Incêndios de Verão Sem Serem Ouvidos

Os representantes dos bombeiros criticaram  hoje a divulgação na imprensa de dados preliminares de um inquérito, que  aponta falha humana na morte de bombeiros nos incêndios no verão, sem conhecimento  prévio das organizações que representam estes profissionais. 

Alguns órgãos de comunicação social divulgaram dados preliminares de  um inquérito aos fogos pedido pelo Governo, segundo os quais os bombeiros  negligenciaram a forma de atuação, ao violarem regras de segurança, em sete  dos oito casos mortais nos incêndios ocorridos no verão. 

A Autoridade Nacional de Proteção Civil já disse ser "absolutamente  especulativo e despropositado imputar qualquer tipo de responsabilidades"  aos bombeiros, porque ainda estão a ser analisadas, em complemento ao relatório,  "cada uma das ocorrências onde ocorreram vítimas mortais entre os soldados  da paz".  

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses manifestou-se à Lusa  "magoado" e "revoltado" com a divulgação de "excertos de um relatório preliminar  sem  1/8antes 3/8 se reunirem com as pessoas a quem, em primeiro lugar", deviam  ter sido apresentados os dados para poderem ser analisados e confrontados. "As pessoas têm de saber que não há ciências exatas", disse Jaime Soares,  comentando: "Não posso deixar de estar revoltado, pelo menos saibam respeitar  a memória daqueles que morreram ao serviço da pátria". 

Ressalvou que que não pretende "escamotear, esconder o que quer que  seja" e que os bombeiros apenas querem "saber a verdade" e serem respeitados  na sua "função de alto perigo para defender os portugueses".  

"Os bombeiros, como seres humanos, são falíveis e podem errar, mas uma  coisa que eu exijo veemente é que há que provar que eles erraram" e "não  são os excertos de um relatório preliminar que podem garantir uma coisa  dessas". 

Jaime Soares considerou esta situação de uma "falta de ética inimaginável"  em relação a "situações tão sensíveis" e diferentes: "cada caso é um caso,  não há nenhum fogo igual". "Há pessoas que pensam que são os 'sabe tudo' e que se atrevem a dizer  que são cientistas ou pseudocientistas, mas nunca os vi numa frente de fogo,  num combate a um incêndio. Ali é que se aprende, não é num laboratório com  umas ventoinhas a fazer vento para cima de uns painéis com folhas de eucalipto",  comentou. 

Também o presidente da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários  lamentou ter conhecimento destes dados pela comunicação social. "Deveria ter havido outra abordagem e a apresentação às organizações  que estão diretamente ligadas aos bombeiros", disse Rui Moreira da Silva.

A associação "não irá admitir nunca que seja imputado aos bombeiros  que morreram e à estrutura bombeiros as culpas por aquilo que aconteceu",  frisou. Desde o início que a associação disse que se "cometeram erros básicos  nestes teatros de operações mas nunca ao nível dos bombeiros".  

"Vamos aguardar serenamente que este relatório seja do nosso conhecimento,  vamos estudá-lo", mas é "ponto assente" que a associação fará tudo para  que "não seja imputada a culpa a estes bombeiros pela sua morte".  

Estes bombeiros "fizeram para cumprir o seu dever, que é função do Estado.  Parece-nos aqui que há uma tentativa de sacudir a água do capote e culpar  o elo mais fraco", frisou.  

A Lusa contactou o autor do estudo, o professor da Universidade de Coimbra  Xavier Viegas, mas até ao momento não conseguiu obter resposta.  

Fonte: sicnoticias

Relatório Aponta Negligência de Bombeiros nas Mortes Deste Verão

Os bombeiros negligenciaram a forma de atuação em sete dos oito casos mortais que ocorreram no passado verão durante o combate a incêndios, conclui um inquérito preliminar já entregue ao Ministério da Administração Interna.

De acordo com o inquérito elaborado pelo investigador Xavier Viegas, os bombeiros negligenciaram a forma de atuação, ao violarem regras de segurança. Houve erros de manobra, mau posicionamento no terreno e ainda erros na abordagem aos sinistros, referem as principais conclusões, adiantadas em primeira mão pela Antena 1 e confirmadas pelo JN.

O próprio Xavier Viegas, contactado pelo JN, limitou-se a confirmar que entregou a versão preliminar do relatório ao Ministério da Administração Interna.

No entanto, Carlos Coelho, comandante dos Bombeiros Voluntários do Estoril - que perdeu um bombeiro -, confirmou ao JN a acusação de negligência por parte dos bombeiros. Essa informação foi avançada aos responsáveis das corporações de bombeiros durante uma reunião com o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil (APNC). "Não tomámos conhecimento do documento na totalidade. Apenas de excertos do relatório do professor Xavier Viegas e de um outro realizado pela Afocelca (agrupamento de bombeiros profissionais criado pelos produtores florestais)", disse, acrescentando existir uma terceira investigação, a cargo da ANPC, cujos resultados não foram revelados.

Segundo o comandante dos Voluntários do Estoril, entre várias causas para os acidentes, foram atribuídas "algumas responsabilidades" às chefias operacionais com intervenção direta nos cenários. Porém, Carlos Coelho diz não se rever "minimamente nessas conclusões", sublinhando que "trechos de relatórios" não espelham a totalidade das conclusões.

Luís Martins, comandante dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Douro, que perdeu dois bombeiros este verão, disse ao JN que ainda não foi informado das conclusões do inquérito. Mas sobre a responsabilidade atribuída aos bombeiros não lhe parece justa. Espera para ver o relatório, antes de fazer mais comentários.

Só no distrito de Viseu, no incêndio do Caramulo, morreram quatro bombeiros, em dois acidentes distintos. E Rebelo Marinho, presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Viseu, numa reação às acusações sobre os bombeiros, foi duro: "Este é um relatório coxo e, como todos os relatórios pagos, servem o pagante [o Governo]", afirmou, indignado com as conclusões .

"Quando num relatório se diz que os bombeiros estavam mal posicionados, importa também que diga quem ordenou esse posicionamento", afirmou. "Desta vez, a culpa não morreu solteira. Morreu casada com as mortes. Casada e queimada. Os bombeiros culpados já não falam", concluiu.

Oito bombeiros mortos

Este ano morreram oito bombeiros durante operações de combate a incêndios florestais. É o pior registo desde 1986.

Daniel Falcão, bombeiro de 25 anos da corporação de Miranda do Douro, morreu a 6 de setembro no Hospital da Prelada, no Porto, mais de um mês depois de sofrer graves queimaduras no incêndio de Miranda do Douro de dia 1 de agosto.

Também a 6 de setembro, realizou-se o funeral de Fernando Manuel Reis, de 50 anos, da corporação de Valença, que faleceu na sequência dos ferimentos sofridos num incêndio a 29 de agosto, em Sanfins.

Nesse mesmo dia de agosto, morreu Cátia Pereira Dias, de 21 anos, da corporação de Carregal do Sal, e ficaram feridos outros quatro operacionais envolvidos no combate às chamas na Serra do Caramulo.

Um desses feridos, Bernardo Cardoso, de 19 anos, também bombeiro de Carregal do Sal, faleceu dia 3 de agosto.

Bernardo Figueiredo, de 23 anos, esteve internado no Hospital de São João, no Porto, durante cinco dias, também na sequência de ferimentos no incêndio na Serra do Caramulo (Tondela) e morreu a 27 de agosto.

Do incêndio da Serra do Caramulo tinha já resultado a morte da bombeira Ana Rita Pereira, de 24 anos, da corporação de Alcabideche, a 22 de agosto.

A 15 de agosto, Pedro Miguel Rodrigues, de 40 anos, bombeiro da Covilhã, morreu num incêndio perto da localidade de Peso.

Um bombeiro de Miranda do Douro, António Ferreira, de 45 anos, que ficou gravemente ferido num incêndio florestal entre Cicouro e São Martinho de Angeira, também não resistiu aos graves ferimentos sofridos no início de agosto e acabou por morrer.

Fonte: JN

Relatório do MAI aponta "falha humana" na morte de bombeiros no último verão - País - Notícias - RTP

Relatório do MAI aponta "falha humana" na morte de bombeiros no último verão - País - Notícias - RTP

Mulher de 53 anos morre em atropelamento junto ao cruzamento do Variz

Uma mulher de 53 morreu hoje na sequência de um atropelamento, ocorrido no passado sábado dia 07, no concelho de Mogadouro, confirmou fonte da GNR ao Mensageiro.

O acidente aconteceu cerca de 17:30 na Estrada Nacional EN-221 nas proximidades do cruzamento do Variz.

A fonte da GNR indicou ainda que a vítima foi transportada para o serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde, onde veio a morrer.
Fonte:MDB

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

DIA INTERNACIONAL DO VOLUNTARIADO

Esta data foi proclamada em Dezembro de 1985 pelas Nações Unidas. 


Definição de Voluntário: É a pessoa que realiza determinada acção de livre e espontânea vontade.

Definição de Voluntariado: é o conjunto de acções de interesse social e comunitário em que toda a actividade desempenhada reverte a favor do serviço e do trabalho. É feito sem recebimento de qualquer remuneração ou lucro. 

É uma profissão de prestígio, visto que o voluntário ajuda quem precisa, contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário. 

O trabalho voluntário, ao contrário do que pode parecer, é exercido de forma séria e, muitas vezes, necessita de especialização e profissionalismo, daí sermos voluntários por opção mas profissionais na acção. 

Em Portugal, o exemplo mais antigo e importante é representado pelas Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, pilar fundamental do exercício "Vida por Vida". Ainda assim, o número de voluntários em Portugal é mais reduzido face à média europeia. 

Neste dia tão especial para os quase 62.000 bombeiros voluntários portugueses (dados INE 2012) fazemos votos para que todos continuem a partilhar o espírito de entre-ajuda.

Bombeiros querem voluntários sem emprego nos quartéis

A proposta a ser entregue pretende que o Governo pague o subsídio de desemprego mais prémio de função aos voluntários que não consigam arranjar emprego.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) quer integrar os bombeiro voluntários desempregados nos quadros das suas corporações ao abrigo de um programa específico de emprego. A proposta que a Liga vai em breve apresentar ao Governo - que prevê a continuação do pagamento do subsídio de desemprego mais um prémio de função - poderia assim juntar o útil ao agradável, ou seja, ocupava os voluntários no desemprego e satisfazia as necessidades de pessoal dos quartéis.

"Cumpriam um horário, desenvolvendo todas as acções que os profissionais hoje têm, para as quais também estão preparados e formados. Ao Estado cabia-lhe continuar a pagar-lhes o subsídio de desemprego, mais prémio, ou subsídio de função. Esta última componente do salário deveria ter em conta três aspectos: disponibilidade total (24 horas por dia), o risco inerente à profissão, a experiência acumulada e competência para o desempenho das actividades em causa, destes profissionais", adianta o presidente da Liga dos Bombeiros. Duarte Caldeira, não quer, contudo, revelar o valor a negociar com o Governo para este prémio.

São cerca de 200 os bombeiros voluntários desempregados em Portugal. A maioria vive nas zonas norte e centro do País, mas muitos também na região de Lisboa e Vale do Tejo. Os dados resultam de um levantamento feito pela Liga dos Bombeiros Portugueses e foram divulgados ao DN pelo seu presidente.
Para já, estão identificados 137 bombeiros desempregados, mas de acordo com as informações de que a Liga dispõe deverão chegar, ou mesmo ultrapassar, as duas centenas. Quase todos trabalhavam em pequenas e médias empresas, nomeadamente do sector industrial. Os que foram funcionários de grandes grupos económicos "são casos pontuais". Um aspecto que acarreta ainda outras preocupações para as corporações, nomeadamente de ordem económica.

O certo é que são centenas de homens desocupados e muitos dos quartéis aos quais estão afectos sofrem de um défice de pessoal para dar resposta a todas as solicitações. Não só porque os voluntários têm cada vez menos disponibilidade, mas também porque a população, cada vez mais envelhecida, reduz o potencial de recrutamento de novos elementos. Uma população envelhecida que contribui também para o aumento de serviço para os bombeiros.
fonte:Expresso

ToolsMeteoFogo - Ferramentas para a Gestão de Fogos Florestais

No seguimento do trabalho desenvolvido com a iniciativa da criação da página - MeteoFogo - e à semelhança de reunir o máximo de informação útil para a previsão de incêndios florestais e para a prescrição de queimas, continuamos no sentido de melhorar e de promover a divulgação tecnológica relacionada com a gestão dos fogos florestais. Sendo assim, num verdadeiro e saudável espírito de elevado altruísmo e benévolo, desenvolvemos mais uma fonte de recursos, desta vez orientada para a disponibilização de ferramentas de apoio à predição do perigo de incêndios florestais e à prescrição de queimas ou fogos controlados.

Esta nova fonte, trata-se de uma página complementar e articulada à página de previsão meteorológica MeteoFogo que denominamos de ToolsMeteoFogo.

A ToolsMeteoFogo reúne ferramentas de apoio online orientadas para a predição do perigo de incêndios florestais e para a determinação da prescrição de acções de queimas e conta com a colaboração do Prof. Paulo Fernandes do Grupo de Fogos Florestais da UTAD que nos disponibilizou as aplicações para o Cálculo dos Índices FWI e a aplicação PiroPinus (última versão) para a prescrição de queimas em povoamentos de Pinheiro-bravo (Pinus pinaster). Para além destas aplicações online, disponibilizamos o Cálculo de Ponto de Orvalho, o Cálculo do Índice de Perigo FFDI McArthur, Google Earth e a recém criada EPIC WebGIS, bem como outras ferramentas de utilidade para a gestão de fogos florestais.