A empresa que ficou de fora do concurso do INEM para a compra de três helicópteros de emergência promete ir para tribunal, alegando inúmeras irregularidades no processo.Os três helicópteros de suporte imediato de vida que iriam compensar o encerramento de Serviços de Atendimento Permanente no Norte e Centro do País estão atrasados. Deviam estar operacionais desde o mês passado, mas o concurso que o INEM realizou para a compra dos aparelhos tem estado debaixo de polémica.Na semana passada, os concorrentes - apenas dois - conheceram o veredicto do júri que atribuiu à empresa que já opera para o INEM a compra dos helicópteros. A preterida entregou no instituto uma contestação, alegando várias irregularidades e pedindo a anulação do concurso."Não temos dúvidas de que este procedimento foi feito 'à medida' da nossa concorrente e exigimos que seja feita justiça neste processo", disse ao DN fonte oficial da empresa que ficou de fora.Na contestação, a que o DN teve acesso, são apresentados vários argumentos técnicos e formais que, no entender do gabinete jurídico da empresa, justificam a "exclusão" da vencedora. "Flagrantes violações do princípio de igualdade", "risco de a decisão não ter sido tomada de forma imparcial" por terem havido "contactos prévios à decisão de contratar por parte da entidade adjudicante com uma das entidades" a quem é adjudicado o concurso" e concurso "irremediavelmente ferido de morte" são algumas das conclusões do documento.Foi ainda questionado o facto, conforme noticiou o DN em Maio último, de o caderno de encargos ter uma exigência que só uma empresa no País podia cumprir. O de ter um certificado da autoridade aeronáutica (Instituto Nacional de Aviação Civil - INAC) para os seus helicópteros operarem em emergência médica. Essa empresa é, precisamente a vencedora. No início do ano, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, assegurava que o Governo esperava que começassem a operar em Junho. O governante garantia que o caderno de encargos era "bastante rigoroso" e "minimizava ao máximo o risco de litigância.A empresa que contestou aguarda resposta do INEM. "Caso não nos satisfaça vamos para tribunal para travar a adjudicação", promete. O INEM não comenta.Mas como se ainda fosse pouco, a aquisição das ultmias ambulâncias entregues aos bombeiros
também está envolta em polémica, porque uma empresa portuguesa de encarroçamento de ambulâncias, não foi considerada para concorrer ao concurso do INEM. A tal empresa promete levar o caso á barra dos tribunais, sendo que umas das medidas a tomar, caso o concurso de aquisição das 30 ambulancias seja considerado invalido, seja a recolhas das mesmas ambulâncias que já foram entregues. Se isto acontecer, os unicos prejudicados serão os bombeiros, que por acaso, ou não, a grande maioria são os recém criados novos Postos de Emergencia do INEM.
também está envolta em polémica, porque uma empresa portuguesa de encarroçamento de ambulâncias, não foi considerada para concorrer ao concurso do INEM. A tal empresa promete levar o caso á barra dos tribunais, sendo que umas das medidas a tomar, caso o concurso de aquisição das 30 ambulancias seja considerado invalido, seja a recolhas das mesmas ambulâncias que já foram entregues. Se isto acontecer, os unicos prejudicados serão os bombeiros, que por acaso, ou não, a grande maioria são os recém criados novos Postos de Emergencia do INEM.E agora já acreditam que o helicoptero não vêm para o Distrito tão cedo?
Já acreditam que alguem se preocupa com a "nossa saúde"?
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