quinta-feira, 11 de julho de 2013

Bombeiros dominaram incêndio

Já está dominado o incêndio que lavrava no sul do distrito de Bragança desde terça-feira.

Os bombeiros conseguiram circunscrever as chamas, em todo o perímetro, às 10 da manhã depois de uma noite em que a situação se complicou e obrigou à activação de mais grupos de reforço vindos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Leiria, Portalegre, Porto e Setúbal.  Já esta manhã foram mobilizados quatro pelotões de militares.

A combater as chamas estiveram mais de 724 homens, apoiados por 169 viaturas, três helicópteros e seis aviões bombardeiro, dois dos quais espanhóis.
Escrito por Brigantia

Viatura dos bombeiros ardeu no combate ao fogo em Picões

Uma viatura dos Bombeiros de Alfândega da Fé sofreu um acidente, esta quinta-feira de madrugada, na zona de Cabreira, naquele concelho, mas não houve feridos. 

O veículo dos Bombeiros de Alfândega da Fé capotou e acabou por arder, mas os cinco ocupantes conseguiram sair praticamente ilesos, quando combatia um incêndio de duas frentes, cerca das 03.00 horas desta quinta-feira. 

"O carro ficou atascado e os bombeiros tentaram retirá-lo, mas não conseguiram por causa do fogo que era muito grande. Tiveram de fugir e abandonar o veículo", explicou João Martins, comandante dos Bombeiros de Alfândega da Fé, salientando que os operacionais não tiveram alternativa. 

 O grande incêndio que teve inicio na terça-feira na zona de Picões, estendendo-se posteriormente aos concelhos de Moncorvo, Mogadouro e já esta manhã ao de Freixo de Espada à Cinta foi, esta quinta-feira de manhã, dado como dominado.
Fonte: JN

Ponto Situação Bragança: Quase 700 Operacionais Combatem Incêndio (Dia 10)

O dispositivo de combate ao incêndio que atinge os concelhos transmontanos de Alfândega da Fé, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo foi reforçado com mais bombeiros e veículos operacionais.

Com duas frentes ativas neste momento, 659 operacionais, dos quais 426 são bombeiros de diferentes corporações, asseguram o combate às chamas, assistidos por 195 veículos, quatro helicópteros e quatro aviões bombardeiros, de acordo com o último balanço da Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Câmara de Mogadouro, João Henriques, disse que o sentimento das populações é de preocupação» e receio, por causa de eventuais reacendimentos.

«No momento, e apesar dessa preocupação, há mais tranquilidade comparativamente com o período da noite, que foi de grande sobressalto e as dimensões do incêndio nada têm a ver com as que foram atingidas durante a noite e madrugada», frisou o autarca.

O fogo já destruiu vários quilómetros de linhas de comunicações, uma caravana, uma viatura ligeira de passageiros e diversos imóveis agrícolas e habitacionais, campos, searas, olivais e amendoeiras, palheiros, anexos de habitações e centenas de hectares de mato.

Fonte: Diário Digital com Lusa

Incêndio de Alfândega da Fé cerca localidades


Voltou a complicar-se o incêndio que desde lavra desde terça-feira em quatro concelhos do Baixo Sabor. Esta tarde, as chamas cercam as localidades de Parada, em Alfândega da Fé, e ainda Estevais e Bruçó, ambas as aldeias do concelho de Mogadouro, deu conta uma fonte da GNR. O incêndio mantém duas frentes activas.

O fogo propagou-se pelas encostas do Rio Sabor e não tem dado tréguas aos bombeiros, elementos da GNR e ao exército. Esta tarde chegaram a estar no terreno por 682 operacionais envolvidos no combate ao fogo, sobretudo com o objectivo de salvaguardar as aldeias, bem como quatro aviões e 178 veículos operacionais. Também na zona de Torre de Moncorvo, terrenos das aldeias de Felgar e Souto da Velha continuam a arder. O fogo obrigou a cortes de trânsito no IC5 várias esta tarde, na zona Sardão - Meirinhos, devido ao fumo intenso.


Depois de uma noite agitada e de intenso trabalho, durante a manhã o fogo acalmou, mas "não chegou a ser dominado em algumas frentes", adiantou uma fonte do Comando das Operações de Socorro. Durante a tarde ocorreram vários reacendimentos, nomeadamente em Ferradosa, Alfândega da Fé, onde o incêndio terá deflagrado ontem antes das 14h00. O vice-presidente da câmara deste concelho, Eduardo Tavares, admitiu "que nunca se viu nada assim" na região e que este é o maior incêndio dos últimos anos . "O fogo tem consumido milhares de hectares de terrenos nas encostas do Baixo Sabor. Os prejuízos são muitos, ainda nem podemos calcular a dimensão da tragédia", explicou.

Fonte: http://www.jn.pt

ANBP Comunicado: "Não se Compreende (...) Vozes Responsáveis pelas Autarquias"

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais têm acompanhado com preocupação o mapa dos incêndios que têm ocorrido sobretudo no Norte do País. A direção nacional de ANBP/SNBP reunida hoje para analisar a evolução dos incêndios em Portugal, conclui que tendo em conta o elevado número de ocorrências registadas desde o início do mês de julho, é previsível um Verão muito complicado no que toca a incêndios porque, mais uma vez, falhou a aposta na prevenção por parte das entidades a quem compete a sua fiscalização.

Falharam as autarquias, falhou a Autoridade Florestal Nacional, falhou o próprio Ministério da Agricultura, ao não anteciparem um cenário expectável, tendo em conta o inverno chuvoso que contribuiu para o crescimento de material combustível. As consequências desta inércia caem agora nos braços dos bombeiros, que no fim da linha da estrutura da proteção civil, tentam controlar o que podia ter sido evitado com a prevenção. Mas também aqui, têm sido detetadas dificuldades decorrentes da falta de bombeiros que existe para combater simultaneamente em várias frentes! E aqui, mais uma vez, a responsabilidade recai sobre as autarquias, que têm diminuído o investimento nos seus bombeiros e não tem apostado numa correta organização das suas estruturas municipais da proteção civil.

Tem valido, nesta altura, o trabalho feito pela Autoridade Nacional de Proteção Civil que em boa hora apostou na Força Especial de Bombeiros (FEB), que conjuntamente com os corpos de bombeiros ter feito uma intervenção que se tem revelado providencial em muitas ocorrências.

Desde o início da fase Charlie (1 de julho), a FEB já esteve presente no incêndio de Nelas (04 e 05 de julho), no incêndio de Sever do Vouga (que lavrou entre 5 e 8 de julho) e em Alfândega da Fé, onde permanecem desde o dia de ontem. Não se compreende, por isso, que vozes responsáveis pelas autarquias se levantem agora para criticar o trabalho realizado pela Força Especial de Bombeiros, quando o que falhou foi desde logo a prevenção, que é da sua responsabilidade!

A capacidade de mobilização e o desempenho da Força Especial de Bombeiros no terreno têm sido uma mais valia no combate aos incêndios, tornando-se imprescindíveis no ataque de primeira intervenção. O seu trabalho tem sido amplamente reconhecido em vários concelhos, desde a data da sua constituição, pelo que está longe de ser o “folclore” de que fala o vereador da Câmara Municipal de Mogadouro, onde lavra um incêndio há dois dias.

O reconhecimento do trabalho da FEB demonstra, aliás, a necessidade de aumentar o número de efetivos desta Força, dando-lhe uma capacidade maior e permitindo uma intervenção mais abrangente a todo o território nacional.

O problema não reside no Comando das Forças no terreno. Está, sim, na incapacidade de muitas Câmaras têm de adotar políticas de prevenção contra incêndios e sensibilização da população.
http://bombeirosparasempre.blogspot.com/#ixzz2YkKTs28P

Fogo não dá tréguas

As chamas ainda lavram no sul do distrito de Bragança.Durante a noite os bombeiros não conseguiram controlar o maior incêndio do Norte do país, este ano e a esta hora apresenta três frentes de fogo activas.Foram activados mais grupos de reforço vindos de Aveiro, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Lisboa, Leiria, Portalegre, Porto e Setúbal.  Já esta manhã foram mobilizados quatro pelotões de militares.A combater as chamas estão mais de 724 homens, apoiados por 169 viaturas e um helicóptero bombardeiro.O fogo já destruiu vários hectares de mato, armazéns e culturas agrícolas e, até, matou animais.No concenho de Mogadouro, por exemplo, os prejuízos são avultados.O vereador da Câmara responsável pela Protecção Civil municipal, João Henriques, diz que o valor dos prejuízos ainda não está quantificado.“Sabemos é que os prejuízos são elevados, tanto em termos de culturas, como edifícios, cortes onde tinham o gado, uma casa também. Há aqui muitos prejuízos, mas ainda não os conseguimos quantificar. A nossa preocupação é que não se ponham em causa vidas. Mais tarde faremos o rescaldo em termos de quantificação de prejuízos”, salienta o autarca.  Os prejuízos agrícolas podem atingir mesmo os milhões de euros, com diversos amendoais e olivais atingidos pelas chamas.O director regional de agricultura, Manuel Cardoso, adianta que vai ser feito um levantamento, para depois repor as produções.“Temos prejuízos em áreas florestais e em áreas agrícolas. Nas áreas agrícolas são sobretudos amendoais, olivais, pastos, cereais, apiários. Nós vamos proceder a uma avaliação rigorosa nos próximos dias, em que vamos ter que falar com cada uma das pessoas. Mas são seguramente prejuízos na ordem dos milhões de euros. Arderam armazéns, alfaias agrícolas, animais, de forma que estamos perante uma situação grave”, descreve o responsável.Quanto a apoios, Manuel Cardoso diz que é possível “repor o potencial produtivo”.Ontem ao final da tarde a aldeia de Estevais, concenho de Mogadouro, chegou a ser evacuada por precaução uma vez que as chamas estiveram muito perto da localidade.Mas a intervenção dos meios aéreos acabou por resolver a situação.
Também o IC5 voltou a estar cortado ao trânsito junto a Sardão, mas foi reaberto alguns minutos depois.
Escrito por Brigantia

Incêndio já destruiu armazéns agrícolas, culturas e matou animais

Foram reforçados os meios naquele que é o maior incêndio do ano na região Norte do País. As chamas tiveram início ontem à tarde no concelho de Alfândega da Fé e alastraram aos concelhos de Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro, onde lavram duas frentes de fogo.

Durante a noite a situação complicou-se, o incêndio chegou a ter seis frentes e deixou um rasto de destruição. O vereador da Câmara Municipal de Mogadouro responsável pela Protecção Civil, João Henriques, diz que hoje a situação está mais calma, mas admite que a situação ainda é preocupante, tendo em conta as altas temperaturas.“A situação está mais calma do que aquela que foi verificada durante a tarde e noite de ontem. No entanto, ainda é preocupante. É uma área muito grande já ardida e ainda a arder e agora com o calor ajuda a reacendimentos”, constata João Henriques.

 As chamas já destruíram armazéns agrícolas e mataram animais.“Continuamos com grandes prejuízos a nível material. Felizmente não temos a lamentar prejuízos humanos, o que já é muito bom, mas os outros prejuízos são de uma monta muito elevada. Arderam armazéns agrícolas e morreram animais e perderam-se grandes culturas, tanto de oliveira como amendoeiras, que ficaram totalmente destruídas”, afirma o autarca. As chamas estão a ser combatidas por mais de 600 operacionais, apoiados por 174 viaturas, quatro helicópteros e quatro aviões bombardeiros.

Foram mobilizados diversos meios de todo o país, nomeadamente de Aveiro, Coimbra, Porto, Santarém e Viseu.
Escrito por Brigantia

Doentes infectados com bactéria hospitalar

Seis doentes internados no Hospital de Bragança foram infectados com uma bactéria hospitalar. Os focos de infecção foram detectados em diferentes serviços.  O director clínico da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, Domingos Fernandes, confirma que houve um surto de infecção, mas garante que o problema já está resolvido.“Foi um pequeno surto de uma infecção nosocomial, que apesar de se tomarem todas as medidas para controlo das infecções, infelizmente acontecem, também porque existe uma grande pressão em termos de utilização de antimicrobianos”, explica o clínico.Domingos Fernandes garante que a Comissão de Controlo de Infecção está a fazer um trabalho intenso ao nível da prevenção.“Há várias medidas, entre elas a política de lavagem das mãos, a utilização correcta das luvas. E também um trabalho que está a ser feito e em que somos pioneiros, que tem a ver com a política de prescrição de antimicrobianos”, enumera o director clínico.Houve pessoas infectadas com esta bactéria hospitalar que acabaram por morrer, mas o director clínico garante que a causa da morte não foi esta infecção.“Não há correlação entre o falecimento dos doentes e esta infecção nosocomial”, garante Domingos Fernandes.
Uma bactéria hospitalar infectou doentes no Hospital de Bragança, mas a direcção clínica garante que o problema já está resolvido.
Escrito por Brigantia 

Autarquia de Mogadouro Critica "Folclore" da Força Especial de Bombeiros

Fotografia: http://www.autarquicas2013.pt
O vereador das Obras Públicas, Desenvolvimento Rural e Ambiente da Câmara Municipal de Mogadouro, António Pimentel, critica a atuação da força especial de bombeiros no combate ao incêndio que começou no concelho de Alfândega da Fé na terça-feira à tarde e que entretanto se estendeu ao seu concelho.

“Não há comando que resista a isto. Muito folclore da parte da força especial de bombeiros, mas não serve rigorosamente para nada. Vão fazendo um esforço mas isto está de tal maneira disseminado que é difícil de controlar”, refere o vereador à Antena1.

 António Pimentel vai mais longe: “Nem sequer sujam os equipamentos. É só folclore. Não há qualquer intervenção pela parte deles. É difícil controlar as várias corporações e com um fogo desta dimensão que se estende desde o rio Sabor até ao rio Douro”.

O Comandante Operacional de Agrupamento Distrital do Norte, Paulo Esteves, rejeita as críticas, explicando à Antena1 que foi dada prioridade a casas e bens. “Voz de comando sempre existiu. Foi é necessário mobilizar meios para fazer face às situações que foram acontecendo”, esclarece.

“Se verificarem, a zona é bastante declivosa, e, portanto, a evolução do incêndio foi de forma rápida e houve necessidade de intervir para fazer face às situações que se verificaram. Quando estão em causa pessoas e bens é essa a nossa prioridade”, garante Paulo Esteves.

Fonte: RTP (com Sandra Henriques)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Lume Volta aos Picões


AVISOS METEOROLÓGICOS *** ATUALIZAÇÃO *** Data: 09/07/2013


Incêndio em Torre de Moncorvo dominado


Os bombeiros deram como extinto, por volta das 21:30 de ontem, um incendio que lavrou durante sete horas em Cilhades, no concelho transmontano de Torre de Moncorvo, disse à agência Lusa o Comandante Distrital de Operações de Bragança.

Segundo o comandante Noel Afonso, o dispositivo está em fase de desmobilização, permanecendo no teatro de operações equipas de vigilância para evitar reacendimentos. O incêndio chegou a ter três frentes ativas, para onde foram mobilizados cerca de 120 bombeiros, apoiados por 36 veículos operacionais e dois meios aéreos.

O comandante distrital acrescentou que o fogo devastou uma área de mato, "numa zona de difícil acesso" numa das margens do rio Sabor, Junto a Cilhades, freguesia de Felgar (Torre de Moncorvo). Às 21:30, a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil na Internet dava como ativos apenas quatro dos 175 incêndios que ontem lavraram em Portugal continental, mas nenhum em destaque.

Já esta manhã os Bombeiros de Bragança foram ativados para um incêndio que deflagrou em Rio Frio, Bragança.

12 incendiários caçados pela PJ

Ontem, 2 pirómanos tiveram sorte distinta: um está na prisão, outro em casa com pulseira.

Num dia em que a Proteção Civil registou mais de 150 incêndios,  a Polícia Judiciária anunciou a detenção de mais dois homens por fogo posto, em Oliveira do Hospital e Oliveira do Bairro. Eleva-se assim para doze o número de incendiários apanhados este ano pela PJ.

Em Oliveira do Hospital trata--se de um jovem de 21 anos, que ateou dois incêndios na zona onde reside, na aldeia de Moinho Velho, no domingo de manhã. Ateou fogo por vingança: “O pai teve uma quezília com o dono de um pinhal, por causa de pinhas,e ele vingou-se,ateando as chamas”,adiantou ontem ao CM uma fonte policial. Depois de ter ateado as chamas, escondeu-se “para ver os bombeiros a apagá-las”, disse. Está na cadeia em prisão preventiva.

Em Oliveira do Bairro, a PJ de Aveiro deteve um homem de 49 anos, desempregado, que com um isqueiro ateou cinco fogos. O objetivo, confessou-o à Judiciária, era passar o tempo: ficou em prisão domiciliária.

Atos criminosos e o calor foram ontem responsáveis pela deflagração de 150 incêndios. Os de maiores dimensões registaram-se nos concelhos de Oliveira do Hospital, Torre de Moncorvo e Arcos de Valdevez. Refira-se que no domingo foi o dia do ano em que ocorreram mais incêndios: 244.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Mais de mil incêndios numa semana

Só desde o passado dia 1 de Julho já foram contabilizados 1.100 incêndios. Este domingo foi o dia do ano com mais ocorrências: 244.

Em período de onda de calor, o dispositivo da Protecção Civil continua em alerta amarelo, pelo menos até às 20h00 de terça-feira.

No mapa dos incêndios, apesar da descida das temperaturas, os bombeiros continuam a ter muito trabalho.

Há registo de cinco incêndios activos em Portugal Continental, mas já foi ultrapassada a barreira das 100 ocorrências registadas desde a meia-noite.
fonte:RR

Obrigado Rui

Poderíamos lançar a informação, que já muito foi veiculada, seria de uma forma muito simples de abordar um assunto que caiu como um meteorito no seio de muitos agentes de proteção civil.

Desta forma o CBBraganca informa que o jovem soldado Rui Batista, pertencente ao Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro da GNR adito ao Pelotão de Intervenção Proteção e Socorro de Nogueira, sediado em Bragança, sucumbiu a um disparo da sua própria arma no passado sábado, dia 06 de Julho de 2013.

A tragédia começa no desaparecimento de um "colega de luta", que compartilhou os mesmos valores da preservação da vida, da proteção da floresta, do empenho no salvamento abnegado de todas as formas de vida, independentemente de que catástrofe abalaria o território português. 

Em vez de noticia, fazemos um agradecimento, pelo colega e amigo que foi, pelas experiências compartilhadas, pelo seu altruísmo e respeito que demonstrou pela entidade Bombeiros.

Descansa em Paz, e um até já companheiro...

Quintanilha Rock 2013

Centro Emergência da UE a postos para ajudar países a combater fogos

O novo Centro de Resposta a Emergências da União Europeia já está a monitorizar os riscos de incêndios florestais na Europa e em contacto regular com os países com maiores probabilidades de precisarem de apoio, como Portugal.

Maioria dos pedidos é para meios aéreos

De acordo com uma nota divulgada, esta segunda-feira, pela Comissão Europeia, ao longo do verão, o Centro de Resposta a Emergências (ERC, sigla em inglês) organiza vídeoconferências semanais com os países com maiores riscos de incêndios florestais e cujas capacidades nacionais podem vir a revelar-se insuficientes, especificando que os países mais "propensos" a fogos são Espanha, Croácia, Portugal, Grécia, Itália e França.

O presidente da Comissão, Durão Barroso, inaugurou em maio passado, em Bruxelas, o novo centro, que tem como função coordenar o envio de ajuda humanitária e a atuação da proteção civil da União Europeia.

O ERC substitui e amplia assim o Centro de Informação e Monitorização (MIC) como centro operativo e de coordenação dos recursos dos distintos Estados, denominado Mecanismo de Proteção Civil Europeu, que, nos últimos três verões, foi ativado 18 vezes para responder a incêndios florestais dentro e fora da UE.

Segundo dados do executivo comunitário, durante a época de incêndios florestais de 2012, registaram-se nove pedidos de assistência, tendo Portugal e seis outros países pedido designadamente meios aéreos.

A época mais crítica em incêndios florestais em Portugal começou a 1 de julho, tendo o dispositivo este ano como novidades dez grupos de reforço de ataque ampliado (GRUATA) e a participação de reclusos em ações de prevenção e vigilância.
fonte:JN

ANPC / SIOPS / DECIF - ALERTA AMARELO

Mantem-se o estado de alerta especial em todos os distritos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, passando agora a nível amarelo até 09JUL2013 às 2000.

Fonte: ANPC/CNOS

Acidente de moto mata dois jovens


Dois jovens morreram na madrugada de sábado, em Mirandela, na sequência de um despiste de moto.Participavam na concentração motard que se realizou este fim-de-semana na cidade do Tua.  


Após uma noite de diversão, Raquel Maia e Rui Correia, de 17 e de 19 anos, perderam a vida num violento despiste, cerca das quatro da manhã, junto ao quartel dos bombeiros.

A moto era conduzida pelo rapaz que não terá conseguido evitar o despiste numa curva.Ambos foram projetados contra uma loja de mobiliário cuja montra ficou completamente destruída sendo que os estilhaços feriram gravemente os dois jovens.

As duas vítimas que se encontravam em paragem cardiorrespiratória foram transportadas pelos bombeiros de Mirandela para o hospital local mas não resistiram aos graves ferimentos.
Escrito por Brigantia 

Hospital de Bragança tem equipa de emergência médica intra-hospitalar

O Hospital de Bragança já tem uma equipa de emergência médica para actuar de imediato em caso de paragem cardio-respiratória. Um médico e um enfermeiro do serviço de urgência estão preparados para intervir 24 horas por dia.A Equipa Médica de Emergência Intra-hospitar vai abranger os espaços hospitalares.  O coordenador de medicina desta equipa, Tiago Loza, garante que este novo serviço permite dar uma resposta mais rápida em caso de paragem cardio-respiratória a todas as pessoas que se deslocam ao Hospital.“A partir de agora passamos a ter disponível em toda a instituição incluindo áreas comuns, como salas de espera ou refeitório a capacidade de termos meios diferenciados de monitorização cardíaca e respiratória para podermos iniciar fármacos que transportamos também connosco para fornecer os meios adequados para conseguirmos os melhores resultados possíveis”, salienta o clínico.Esta é ma forma de melhorar a capacidade de resposta interna em termos de emergência médica. O coordenador de enfermagem da Equipa de Emergência Intra-Hospitalar, Norberto Silva, sublinha que em vez de serem as pessoas a deslocar-se à Urgência, são os próprios profissionais que vão ao encontro das pessoas.  “O que muda é que é o serviço de urgência que se desloca ao doente e inicia as manobras de estabilização mais adequadas no próprio local onde acontece a emergência e depois se necessário transfere o doente do local onde ele está internado para o local onde possa ter um tratamento mais adequado. O que muda é que há aqui uma resposta mais adequada, o que não significa que antes não houvesse uma resposta”, explica Norberto Silva.O objectivo é alargar este serviço aos Hospitais de Mirandela e de Macedo de Cavaleiros. O director clínico da ULS do Nordeste, Domingos Fernandes, sublinha que este serviço não implica um aumento de custos, até porque os profissionais estão ao mesmo tempo a trabalhar no serviço de Urgência. “Não há um aumento de custos, mas um modelo organizado, de forma a dar segurança não só aos doentes internados, mas para toda a gente que se desloca aos nossos serviços. É uma mais-valia que arrancou agora em Bragança e em Macedo de Cavaleiros e Mirandela vai entrar em funcionamento a 25 de Julho”, garante o responsável. 
Esta equipa, disponível 24 horas por dia, é accionada por telefone por colaboradores da Unidade Local de Saúde do Nordeste.
Escrito por Brigantia 

Floresta em Perigo - O Bombeiro - Jornal PÚBLICO

Opinião: "Falar em Três Acidentes Rodoviários num Lapso Temporal de Seis Horas é de Todo Preocupante"

Não diria que o dia (de ontem) tenha sido trágico, mas foi porventura bastante alarmante.

Numa fase ainda primordial e em que o calor começou a dar “um ar da sua graça” (contra todas as previsões meteorológicas), falar em três acidentes rodoviários envolvendo viaturas de combate, num lapso temporal de seis horas é de todo preocupante. Importa, por isso, fazer uma análise superficial e pouco cuidada do que aconteceu durante o dia de ontem, pois o que urge é seguir determinadas atitudes para que tudo corra pelo melhor ate ao fim da Fase Charlie do DECIF 13.

Não vou aqui dissecar responsabilidades pelos acidentes, nem muito mesmo entrar em aspetos técnicos de condução ou estado dos equipamentos (embora todos saibamos de que as associações estão atravessar tempos difíceis).

No entanto, e eu sou condutor no meu CB (mesmo de veículos que necessitam da habilitação legal para a categoria “C”), faz todo o sentido pensar em pequenos gestos e torna-los em grandes atitudes: verificar níveis, luzes e pneumáticos no render do turno; adotar uma postura calma e controlada na deslocação para o teatro de operações; após o trabalho, tentar fazer o exame básico de vistoria á viatura, antes de nos fazermos á estrada; durante o regresso, se sentirmos cansaço ou sonolência é preferível parar dez minutos do que passar dez dias no hospital.

Prometo-vos, que de hoje em diante, e isso não me iliba de uma possível sinistro, vou tentar seguir estas pequenas “dicas” de forma a tentar minimizar os riscos potenciais de um acidente de viação.

Relembro-vos uma máxima, que um dia um exemplar chefe me transmitiu: “Vida por Vida” não é o mesmo de “Vida por um pinheiro”.

A todos, boas conduções e excelentes combates.

Luís Gaspar – Fundador BPS

“Vi Morrer um Casal Dentro de um Carro em Chamas e Aí Pensei em Desistir”


Ser bombeiro é mais que realizar uma missão, é resgatar pessoas em situações de perigo, é salvar vidas.


Assim, o bombeiro da corporação de Macedo de Cavaleiros, Armando Augusto Fernandes socorreu os pedidos de ajuda dos outros ao longo de 45 anos e são sentimentos que ficam eternizados.

Armando Fernandes conta que ver morrer um jovem casal num carro em chamas foi o pior momento que viveu ao longo da sua carreira enquanto soldado da paz.

“Uma vez houve um acidente grande no IP4, começou a arder um carro e nós não conseguimos chegar lá e morreu um jovem casal. Na altura pensei, amanhã não sou bombeiro, foi o que me custou mais”, revela o bombeiro.
“Mas depois passa tudo, começamos a não ligar ao sangue, temos que fazer o serviço, não podemos estar ali com sentimentalismos porque isso em ação é perigoso. São muitas histórias, com colegas, em incêndios. O que me marcou mais foi esse, eu não conhecia as pessoas, nem de onde vinham, depois soube-se que eram um casal de namorados. Éramos 5 ou 6 mas já não fomos a tempo porque o impacto da explosão foi muito grande e ainda tive colegas meus que ficaram feridos, custou-me porque eu vi pelo vidro. Dessa vez arrependi-me de ser bombeiro, disse mesmo que no dia seguinte não ia mais, mas depois tudo passa”, expressa.

Ser bombeiro é sinonimo de dedicação, sacrifício e vontade em ajudar.

Ajudar a combater um incêndio urbano foi a primeira missão que motivou Armando Augusto Fernandes a ser bombeiro.

Um dia fui a um incêndio urbano em Bragança, no ano que vim da tropa. Eu tinha carta de pesados, só havia um carro em Macedo mas não havia um condutor. O Barrigão que era bombeiro e mecânico disse ao comandante Pescadinha para eu levar o carro, porque eu tinha carta, levei-o para Bragança e trouxe-o”.
“A partir daí como não havia mais ninguém com a carta de pesados eu fui ficando. Eu às vezes dizia que gostava que alguém tivesse um azar só para eu ir socorrer, uma asneira brutal, eu não penso assim. A mim toda a gente me queria bem, as direções estimava-as como devia, depois cria-se uma categoria lá dentro e eu também estava muito apegado porque eram todos meus amigos”, sublinha, Armando Fernandes.
A missão é dura e exige grande espírito de sacrifício e entrega.

Armando Fernandes iniciou as ações humanitárias em 1968 e sublinha que a corporação de bombeiros de Macedo de Cavaleiros tem hoje, um grande potencial humano.


“Na minha opinião não é fácil mas há muita gente na nossa corporação que o faz. Tenho um sítio para trabalhar, conheço o material, dou-me bem com as pessoas, são eficazes e eficientes. Temos boa gente agora, coisa que não tínhamos há 10 anos, e hoje temos. Temos muita gente que sabe o que quer porque a educação é tudo. Agora o comandante já sabe mais para gerir um corpo destes, ao saber mais tudo se faz e se leva para um bom caminho”, enfatiza.

Testemunho de Armando Augusto Fernandes, Adjunto do Comando dos Bombeiros Voluntários da Associação Humanitária de Macedo de Cavaleiros, que foi recentemente homenageado com uma Medalha de Valor e Altruísmo, Grau Ouro.

Nasceu em Macedo de Cavaleiros a 20 de maio de 1943.

Começou a participar em ações humanitárias nos bombeiros em 1968.

Em 1977 foi promovido a bombeiro  de 3ª, em 1981 a bombeiro de 2ª e em 1986 a bombeiro de 1ª.

Em 1992 foi nomeado adjunto do Comando. Em 1981 e 1984, a Liga dos Bombeiros Portugueses, atribuiu-lhe respetivamente a Medalha de Serviço Distinto, Grau Cobre e Grau Prata.

E em 1987 e 2004, pela mesma entidade, recebeu a Medalha de Assiduidade, Grau Ouro. Em 2011 foi
Fonte: Onda Livre

Ambulância do INEM Despistou-se de Madrugada

foto ilustrativa
Dois bombeiros de Torre de Moncorvo ficaram feridos na sequência de um acidente com uma ambulância.Esta noite, já passava das 23 horas, a corporação foi accionada para uma doença súbita nas obras de construção da barragem do Baixo Sabor. 

 À saída da vila, a ambulância do INEM que está ao serviço dos bombeiros de Moncorvo, entrou em despiste subiu uma barranca e capotou várias vezes na estrada. A viatura de emergência ficou completamente destruída.Os dois bombeiros ficaram feridos.Aquele que inspirava maior gravidade foi transportado para o Hospital de Mirandela onde permanece internado.O outro seguiu para o Serviço de Urgência Básica de Vila Nova de Foz Côa, onde foi submetido a alguns exames complementares de diagnóstico, mas já teve alta.

Ao que apurámos, a corporação já informou o INEM e o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) para proceder à substituição da ambulância acidentada.
Escrito por Brigantia

Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros Têm Quatro Novas Viaturas

Os Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros reforçaram a frota com mais quatro viaturas. 

Três veículos de combate a incêndios florestais vindos de Marseille, em França e uma viatura Auto-comando conseguida através de angariação de fundos. 

Os Bombeiros de Macedo são agora uma das mais bem apetrechadas corporações do distrito de Bragança. 

O Comandante da corporação, João Venceslau assegura que as novas viaturas vem colmatar uma lacuna ao nível da resposta a incêndios florestais. 

“Três novos equipamentos que irão ficar ao dispor desta instituição para todas as situações que temos que enfrentar no nosso dia-a-dia. Os corpos dos bombeiros são feitos não só por homens, os homens movimentam estas máquinas que nos dão um complemento na nossa intervenção. Já há muito que tínhamos notado a falta em relação a alguns equipamentos específicos. Depois de um ano de alguns contactos, de alguns conhecimentos no estrageiro (neste caso em França), conseguimos sensibilizá-los para a situação que o corpo de bombeiros se encontrava a nível de equipamentos de combate a incêndios florestais. Neste momento colmatamos uma grande falha direcionada para o combate a incêndios florestais.” 

O Auto-comando foi conseguido através da angariação de fundos conseguidos pela Secção Desportiva dos Bombeiros Voluntários. 

Um trabalho que João Venceslau agradece. 

“Decidiram em todos os eventos que já realizaram e todos os que irão realizar durante o mandato deles, um auto comando, um veículo que irá servir a mim como comandante, para os novos elementos enquanto comandantes de operações ou por necessidade na estrutura de comando. Tudo isto irá colmatar a falha que sentíamos, aumentou o número de elementos o que, automaticamente obriga a termos também mais equipamentos para estes homens do quadro de comando. Posso dizer que isto foi um presente que eles me deram, um presente que eu agradeço. Em meu nome, em nome dos elementos do comando, da associação, agradeço à Secção Desportiva o empenho que tem mostrado e aquilo que tem conseguido para que consigamos pagar um veículo que também faz falta.” 

As três viaturas que chegaram de França para os Bombeiros de Macedo de Cavaleiros estão avaliadas em cerca de 200 mil euros.
Fonte: ondalivrefm
Fotos:Cbbraganca





Reportagem Localvisão: 45 anos de Coragem

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alzheimer revertido pela primeira vez

Pela primeira vez foi possível travar a doença de Alzheimer. Um grupo de investigadores canadianos recorreu a uma técnica de estimulação cerebral profunda, enviando impulsos elétricos para o cérebro dos pacientes.

A equipa de cientistas da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, deu novos passos para a descoberta de tratamentos para o Alzheimer.

O estudo foi aplicado em seis pacientes, diagnosticados com a doença há, pelo menos, um ano.

Os doentes receberam impulsos elétricos - 130 vezes por segundo - para o cérebro através da implantação de elétrodos, colocados junto do fórnix, um aglomerado de neurónios que envia sinais para o hipocampo.

Nos pacientes com a doença, o hipocampo é uma das primeiras regiões a encolher e revela os primeiros sintomas: perda de memória e desorientação.

Para além disso, vários exames cerebrais demonstraram que o lobo temporal, onde se encontra o hipocampo, absorve muito menos glicose do que o normal, daí o mau funcionamento e consequente degradação.

Um ano depois, graças aos impulsos elétricos, não foram registados quaisquer sinais de permanência ou até mesmo regresso da doença de Alzheimer nos seis pacientes que constituíram a amostra da investigação.

Em dois destes doentes, a deterioração da área do cérebro associada à memória deixou de encolher e, em alguns casos, até voltou a crescer.

Nos restantes quatro pacientes, o processo de deterioração desta região do cérebro parou por completo.

A redução de glicose foi também revertida e o lobo temporal voltou a funcionar corretamente.

Apesar dos resultados, os investigadores explicam que não se trata de nada definitivo. Assim, a equipa de Lozano está a realizar novos testes com 50 portadores da doença.
Fonte:JN

Bombeiros de Bragança Frequentaram 1º Treino Operacional para Equipas de Posto de Comando


Bombeiros de Bragança Frequentaram 2º Curso de "1º COS"



Bombeiros de Bragança Frequentaram Curso de "1º COS"


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Época mais crítica em incêndios florestais começa hoje

A época mais crítica em incêndios florestais começa esta segunda-feira e este ano o dispositivo tem entre as novidades os dez grupos de reforço de ataque ampliado (GRUATA) e a participação de reclusos em ações de prevenção e vigilância.

Durante a fase «Charlie» de combate a incêndios florestais, que se prolonga até 30 de setembro, vão estar operacionais 2.172 equipas de diferentes forças envolvidas, 1.976 viaturas e 9.337 elementos, além dos 237 postos de vigia da responsabilidade da GNR, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

Até ao final de setembro vão estar também disponíveis 45 meios aéreos, a que se juntam o helicóptero Allouete III e o avião C-295M da Força Aérea Portuguesa, cooperação que este ano vai estar no terreno pela primeira vez.

O DECIF apresenta ainda como novidades dez grupos de reforço de ataque ampliado, denominados GRUATA, a utilização de máquinas de rastos para apoiarem às ações de combate a incêndios florestais e a participação de cerca de mil reclusos em ações de prevenção e vigilância.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais vai custar este ano 78,5 milhões de euros, o que reflete um aumento de quase cinco por cento em relação a 2012.

As corporações de bombeiros também recebem este ano um reforço de verbas de 11 por cento, que totaliza 2,3 milhões de euros em 2013.

O último relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) refere que mais de 2400 incêndios florestais deflagraram este ano, consumindo 2.700 hectares de floresta, valores «substancialmente inferiores» às médias mensais dos últimos dez anos.

O relatório provisório de incêndios florestais destaca que, entre 01 de janeiro e 15 de junho, se registaram menos 58 por cento de ocorrências de fogo, em relação à média verificada nos últimos dez anos, e que ardeu menos 77 por cento do que o valor médio da área ardida no mesmo período.

O documento do ICNF indica que, até 15 de junho, ocorreram 2.413 ocorrências de fogo, menos 75 por cento do que no mesmo período de 2012, quando já tinham deflagrado 9.962 incêndios florestais.

Os dados provisórios referem também que os incêndios consumiram 2.708 hectares de floresta, menos 92 por cento do que em 2012, quando se registaram 35.805 hectares de área ardida.

Bombeiros de Bragança Fizeram Orientação Noturna

Cerca de 20 Bombeiros do Corpo de Bombeiros de Bragança realizaram na passada noite do dia 28 uma orientação noturna, no âmbito do plano de formação de ingresso na carreira de bombeiro voluntário e do plano de instrução continua deste Corpo de Bombeiros.

Os instruendos da Escola de Estagiários, assim como outros bombeiros do corpo ativo interessados iniciaram a saída pelas 23h00 para a zona da Aveleda, onde estiveram a fazer orientação por carta militar até perto das 02h30 do dia 29.

Com 4 grupos criados e supervisionados por elementos do GIPE e da EIP, os bombeiros tiveram de encontrar e deslocar-se para o local onde houvesse um marco geodésico, uma casa e um poço/tanque.

Munidos de cartas militares, bússola, lanternas e EPI completo percorreram um percurso mínimo de 5 km entre mato e floresta.











19 Bombeiros Morreram Durante Combate a Incêndio nos EUA

19 membros do Granite Mountain Hotshots crew from Prescott faleceram no dia de ontem, 30/06, durante o combate aos incêndios no Arizona, EUA. 

Os incêndios estão a devastar grandes áreas de mato e floresta nos Estados Unidos da América durante esta época de verão.

As altas temperaturas que se fazem sentir estão a causar dificuldades no domínio dos incêndios.


Ministro Pede Cautela em Época de Incêndios


Apesar do calor que ontem se fez sentir e dos fogos florestais que lavraram pela região e pelo país, o  ministro da Administração Interna registou uma tarde de rasgados e “refrescantes” elogios por parte dos bombeiros portugueses.


Presidindo, em Barcelos, à sessão solene dos 92 anos dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos, Miguel Macedo pediu «o máximo de cautela» aos “soldados da paz” nesta fase crítica de fogos florestais. 
Fonte: www.diariodominho.pt/

Presidente da ANPC: "A Missão Primária da GNR não é apagar fogos”

"Notei alguma falta de planeamento nomeadamente na área financeira e dos recurso, situação que tem vindo a ser superada."

Bombeiros de Portugal (BP) – Ao fim de seis meses no cargo de presidente da ANPC pergunto-lhe se ficou surpreendido com o que encontrou? Tanto para o bem como para o mal.

Manuel Mateus Couto (MMC) – A surpresa foi bastante positiva. Não tinha a noção de que, principalmente, a estrutura operacional estivesse tão bem articulada entre o Comando Nacional e os comandos distritais. O mesmo acontece com a forma como os comandos distritais se interligam com os corpos de bombeiros, autarquias e outros agentes, onde se nota que temos uma estrutura operacional montada que responde e é reconhecida por todos os intervenientes. 

BP – E coisas negativas?

MMC – Notei alguma falta de planeamento nomeadamente na área financeira e dos recursos, situação que tem vindo a ser superada. Para o próximo ano há já um planeamento definido especialmente ao nível da centralização de aquisições, missões ao estrangeiro e formação entre outras, já que as coisas funcionavam um pouco assim: aparece uma coisa para se fazer, faz-se… Posso dizer-lhe que chegámos ao fim do ano passado e não tínhamos dinheiro para fazer uma inspeção na área da segurança contra incêndios, o que não pode acontecer. Face às limitações orçamentais é óbvio que tem de haver um planeamento sério. Para este ano, temos várias rubricas que estão limitadas e não podemos ultrapassar esses limites. 
Estamos também a normalizar alguns procedimentos de forma a racionalizar recursos.

BP – A casa começa a ficar ‘arrumada’, tanto ao nível das alterações legislativas como da nova estrutura de dirigentes e responsáveis operacionais. Correu tudo como queria ou em algum momento foi contrariado por decisões da tutela?

MMC – Não. Correu como estava previsto. É normal que com a entrada de um novo presidente este queira nomear as pessoas da sua confiança. Quem nomeia é o Senhor Ministro mas não encontrei constrangimento de qualquer natureza. 

BP – Já disse que a casa mãe da PC está arrumada a seu gosto. Pergunto-lhe quais são os objetivos estratégicos que pretende atingir nos próximos tempos? Como militar que é calculo que funcione por objetivos bem definidos. 

MMC – O grande objetivo que tenho para esta casa é que seja o próprio cidadão a fazer uma avaliação positiva do que é proteção civil e sei que é um objetivo difícil porque por mais rápida que seja a resposta, o cidadão nunca está satisfeito. 

Mas é nesta área que temos de corrigir o que possa estar menos bem. Se tivermos cidadãos descansados e satisfeitos com a sua proteção civil, então é porque estamos a cumprir os objetivos. 

Por outro lado, é preciso manter e melhorar a articulação e a resposta operacional porque nunca nada é definitivo. Em matéria de incêndios florestais, a vertente do ataque inicial está consolidada. Agora, estamos a apostar no ataque ampliado com as novidades introduzidas na nova DON. Para o ano, outras questões irão surgir com base na experiência dos anos anteriores. 

Depois, há que manter os bombeiros, o principal agente de proteção civil, cada vez mais bem equipados e formados para que possam dar as respostas necessárias. 

BP – Mas a proteção civil não se esgota nos incêndios. Que outros objetivos tem para as restantes áreas de intervenção?

MMC – A aposta nos planos distritais e municipais de proteção civil. Toda esta área do levantamento dos riscos e das vulnerabilidades do território são decisivas para preparar respostas prontas e eficazes.
Há ainda um grande trabalho a desenvolver na área dos planos especiais – barragens, sismos, tsunamis – nos quais também já estamos a trabalhar.

Outra área que também considero decisiva é a área dos avisos às populações. Estamos a desenvolver um trabalho com operadores de telecomunicações e órgãos de comunicação social nesta área. Para minha surpresa encontrei algumas resistências em alguma comunicação social em se envolver na necessidade de emitir avisos caso necessário, o que me deixou bastante perplexo. 

No fundo, estamos a apostar na criação de vários sistemas de aviso às populações em caso de necessidade. 

BP – No meio deste universo, o que o preocupa mais no imediato?

MMC – Tenho algumas preocupações com o Planeamento Civil de Emergência (PCE) que como sabe é uma nova atribuição da ANPC e cuja integração nesta casa não foi suficientemente valorizada. Neste momento não temos nenhuma estrutura orgânica a que possa chamar a equipa do PCE. Já fiz chegar esta preocupação à tutela e agora cabe-me resolver esta questão na futura orgânica da casa. 

Esta é uma questão muito sensível porque se não acontecer nada corre tudo bem, se acontecer uma tragédia é aqui que vêm perguntar o que se fez e neste momento fez-se ainda pouco. 

BP – A ANPC tem uma nova lei orgânica. Eram estas as alterações necessárias ou não foi possível ir mais longe?

MMC – De um modo geral, julgo que a Lei Orgânica segue o que foi proposto pela Autoridade. Quando nos foi pedido para que preparássemos a nova Lei, com as restrições óbvias do momento que atravessamos, construímos um documento e é esse documento que está agora espelhado na nova Lei. Enquanto presidente esta Lei não me causa grandes constrangimentos ou mesmo transtornos e vai 
ao encontro daquilo que propusemos. 

BP – Para além da direção nacional de meios aéreos que já se sabe passou por uma opção política que decorre da futura extinção da EMA, há uma nova direção nacional que não está a ser muito bem recebida, nomeadamente pelos bombeiros. Não se corre o risco de ter uma Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI) dentro da própria ANPC?

MMC – Não, e a grande razão para não se chamar inspeção é porque estas só existem ao nível dos ministérios. A Direção Nacional de Fiscalização e Auditoria tem competências bem definidas, depende do presidente e atuará coadjuvada com os técnicos das diferentes áreas desta casa nas diferentes situações. Não prevejo que a nova direção funcione em moldes muitos diferentes da inspeção que existia até aqui. O que pretendemos é que tenha mais recursos humanos, que fazem falta. 

BP – Mas ganhou autonomia. Confirma?

MMC – A autonomia é relativa a meu ver porque todas as ações dependem do presidente que pode regular essa mesma autonomia. Não tenho grandes preocupações relativamente a isso porque que seguirei de perto todas as inspeções, relatórios e consequências.

BP – As competências atribuídas a esta nova direção acabam por esvaziar um pouco aquelas que eram as 
competências da DNB. O que pensa disto?

MMC – Não vejo isso dessa forma. Ficaria preocupado sim se perdesse-mos essa autoridade para o exterior da própria instituição, o que não acontece. 

A Direção Nacional de Bombeiros não tem feito inspeções por sua iniciativa e o que vai acontecer é que a nova direção nacional fará as suas inspeções com elementos da DNB quando estas se destinarem aos bombeiros. 

Se a inspeção for de caráter financeiro, irá sempre alguém do departamento financeiro da ANPC. Ou seja, a direção nacional tem técnicos na área da inspeção e será sempre acompanhado por pessoal especializado nas diferentes áreas a que se destinam as próprias inspeções.

Já agora. Isto é uma coisa que acontece na maioria dos organismos públicos, pois quem regula não deve fiscalizar.

BP – Num passado recente assistimos a inspeções por parte da ANPC aos corpos de bombeiros em clara violação da lei, segundo relatos de muitos deles. Garante que coisas destas não voltam a acontecer?

MMC – Garanto que situações que não estejam previstas não vão acontecer. Só atuaremos com base na lei. Ponto. 

BP – Sendo esta sua entrevista dirigida maioritariamente ao universo dos bombeiros, pergunto-lhe qual a opinião que tem dos bombeiros em Portugal?

MMC – Tenho uma boa impressão dos bombeiros, não só ao nível da formação de qualidade que têm como da sua disponibilidade permanente e extrema, característica que muito me impressiona e que considero fundamental num tempo onde tal é tão raro. A juntar a isto, tenho notado bons equipamentos e infraestruturas o que me leva a dizer que começamos a ter operacionais capazes de dar à sociedade a tranquilidade necessária para que esta sinta que terá as melhores respostas e que pode confiar nos seus bombeiros. 

BP – Qual a política da ANPC para o apoio à sustentabilidade das associações humanitárias e corpos de bombeiros?

MMC – Apoiar o setor em tudo o que nos seja possível, nomeadamente através do Programa Permanente de Cooperação (PCC), tentar aos poucos, através das circulares financeiras, melhorar os apoios que são dados aos bombeiros, como são exemplo os incêndios florestais, e destaco aqui os aumentos deste ano numa altura tão difícil. 

Por outro lado, e ainda com base nas circulares financeiras que estamos a estudar, tentar incentivar a substituição de viaturas. As verbas do QREN podem vir a ser reduzidas, e considero que as viaturas muito velhas devem ser trocadas em vez de serem reparadas. Estamos a estudar um possível aumento da comparticipação para incentivar os bombeiros a renovarem, na medida do possível, o parque de viaturas com mais utilização. 

BP – Considera que os corpos de bombeiros deveriam ter autonomia face à ANPC como têm os outros agentes de proteção civil?

MMC – Essa questão é complicada… mas julgo que o atual modelo é o mais adequado. Acho que os corpos de bombeiros devem ter alguma dependência no sentido de reconhecer a ANPC como uma entidade reguladora que apoia mas também pede algum retorno. Aliás, daquilo que tenho visto considero que não há qualquer contestação ao modelo em vigor.

BP – Ao contrário do que estava previsto, e na sequência das alterações ao SIOPS, os bombeiros continuam a não estar epresentados na estrutura. Não têm assento no CCON, nem nos CCOD. A LBP já mostrou o seu descontentamento. Sendo considerados como principal agente acha que faz sentido? 

MMC – É verdade que não está expresso na legislação mas essa ausência está longe de se verificar porque a Liga estará representada no CCON ou no CCOD sempre que assim o entender…

BP – Mas porque a atual direção da ANPC assim o entende. No futuro poderá haver outro entendimento…

MMC – Acho que essa questão nunca se colocará porque facilmente se depreende a importância de manter a LBP informada de toda a atividade operacional.

BP – A ANPC tem um problema complexo em mãos que está a tentar resolver. Como pretende fixar os técnicos/ especialistas que ao  longo de vários anos têm trabalhado para a ANPC que estão vinculados à Escola?

MMC – Sobre essa matéria temos duas situações distintas. A Força Especial de Bombeiros (FEB) para a qual está já a ser estudado um estatuto que defina como é que a FEB pode vir a ser integrada na ANPC. Ou seja, estes elementos passarem a pertencer à Autoridade. Quantos aos restantes elementos, estamos a estudar outra alternativa a qual ainda não pode ser pública. Posso apenas dizer-lhe que estamos a procurar uma alternativa. 

BP – E como está o processo do pagamento dos retroativos exigido pela Inspeção Geral de Finanças aos funcionários da ENB que trabalham aqui?

MMC – Sobre isso, posso dizer-lhe que está a ser feito um levantamento sobre os montantes em causa para cada um dos funcionários, pela ENB. Quando tivermos esses dados, solicitaremos a isenção desse pagamento ao Ministério das Finanças, ao abrigo da legislação em vigor. Tudo isso ainda não foi feito porque os montantes ainda não estão todos estimados.

BP – O sucesso de um presidente da ANPC e do CONAC está muito ligado ao sucesso das intervenções em grandes teatros de operações. Está preocupado com os incêndios? A história já mostrou que quando as coisas correm mal há que arranjar bodes expiatórios. Está preparado para isso?

MMC – Tudo o que correr mal nesta casa a responsabilidade será sempre minha, por isso o bode expiatória só poderei ser eu. Se escolho uma equipa e se aprovo ordens de operações então se algo correr mal a responsabilidade só pode ser minha. Os incêndios florestais são e serão sempre uma preocupação. Apesar do tempo até estar a ajudar, talvez por sorte de principiante, assumirei sempre o que correr mal. 

BP – A Escola Nacional de Bombeiros (ENB) tem sido muito criticada num passado recente. Com uma nova direção e sendo a ANPC um dos seus associados o que vai exigir. O que é mais premente? 

MMC – Estou a trabalhar com a Liga dos Bombeiros Portugueses na atribuição de uma carta de missão para a nova direção. Penso que é muito importante definir um plano e objetivos a três anos, até para salvaguarda da própria direção da ENB. 

A nossa principal preocupação é levar a formação aos corpos de bombeiros, com reforço das Unidades Locais de Formação. Definir um plano estratégico para a própria Escola para que esta se possa aproximar de outras instituições congéneres e outros organismos do ensino superior com o objetivo de lhe dar maior visibilidade, tornando-se num centro formativo de excelência tanto para bombeiros como para outras áreas da proteção civil.

Por outro lado, há que resolver a questão da CENAFOGO o mais rápido possível para acabar com esse processo. 

BP – Está preocupado com a auditória que está a ser feita à Escola?

MMC – Não. Normalmente não me preocupo com as inspeções e ainda há cerca de dois meses tivemos aqui uma. Não vejo as inspeções como algo de mau mas antes como oportunidade de melhoria dos serviços. Vão aparecer certamente recomendações que podem até servir de alavanca à mudança de procedimentos menos bons, pela força que têm.

BP – Qual a sua perspetiva sobre a integração das organizações privadas de proteção civil no sistema?

MMC – Têm surgido várias estruturas voluntárias nesta área e estamos a elaborar legislação enquadradora para regular essas atividades. Há muita gente a querer mexer e julgo que esse é um sinal bastante positivo numa área onde todos somos precisos. 

Uma coisa é juntarmo-nos em exercícios, outra coisa é operacionalizar a atuação de todos e é nesse sentido que estamos a trabalhar pois estas estruturas têm um papel muito importante ao nível local. 

BP – O atual ministro da Administração Interna já falou na eventualidade de retirar os elementos do GIPS da GNR das brigadas helitransportadas, mantendo esta estrutura apenas em missões de vigilância e fiscalização no terreno, a componente terrestre. O que pensa disto? 

MMC – Tenho-me apercebido que a intenção é reduzir gradualmente a dimensão do GIPS aumentando a da FEB. No futuro ter a FEB em todo o país e o GIPS passar a ser apenas reserva nacional para situações mais extraordinárias.

Estou de acordo com esta visão porque a missão primária da GNR não é apagar fogos. Apagar fogos é para bombeiros e temos uma Força Especial que poderá fazer muito bem esse trabalho. 

BP – Mas foram investidos milhões de euros no GIPS…

MMC – Certo e eles fizeram o seu trabalho e bem. O GIPS tem uma série de meios que poderão ser reconvertidos mais tarde e o pessoal será sempre aproveitado porque antes de tudo eles são guardas.

BP – Desafio-o a dirigir-se ao DECIF num tom mais informal. O que diria a estes homens se pudesse falar com eles um a um? 

MMC – Um a um? (sorrisos)No fundo era aproveitar mais esta oportunidade para evidenciar a importância do trabalho que os bombeiros portugueses desenvolvem. Agradecer-lhes a disponibilidade permanente ao serviço do país que demostram sempre que são chamados a intervir e dizer-lhes que a ANPC está confiante no seu trabalho e sempre disponível para os apoiar.

Entrevista: Patrícia Cerdeira
Fotos: Marques Valentim
JORNAL BOMBEIROS DE PORTUGAL

Portugal Registou Mais de 700 Incêndios na Última Semana

Mais de 700 incêndios florestais deflagram na última semana no país e foi na sexta-feira que se registou o 
maior número de fogos, segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). No início da manhã deste sábado estavam três incêndios activos; às 11h00 o número subiu para cinco.

Segundo a página da ANPC, às 11h15 o maior incêndio que continuava activo era o de Amarante com três frentes e com 100 operacionais no local. Entretanto, o de Fafe, em Braga, foi extinto; e o de Vouzela, Viseu, estava dominado.

As estatísticas da ANPC adiantam que se registaram, entre domingo e sexta-feira, 719 incêndios florestais, que foram combatidos por um total de 8971 operacionais, 2917 veículos e 170 meios aéreos.

O dia com maior número de incêndios foi na sexta-feira, que registou 143, seguindo-se a quarta-feira, com 124.

Desde a passada segunda-feira que a Protecção Civil colocou em alerta amarelo (terceiro mais grave de uma escala de quatro) de risco de incêndio todos os distritos de Portugal Continental.

A ANPC accionou, na sexta-feira, o alerta laranja (o segundo mais grave de uma escala de quatro) para os distritos de Coimbra e Viseu e prolongou o alerta amarelo para os restantes distritos até às 21h00 de segunda-feira devido à continuação do tempo quente e seco.

O período crítico de incêndio florestal começa na segunda-feira e prolonga-se até 30 de Setembro.
Fonte: Público