segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Aprovada a lei do DAE
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Violento acidente no IP4 provoca 2 mortos e 2 feridos
Mais um violento acidente no IP4. Ontem à noite, um despiste seguido de atropelamento provocou dois mortos e dois feridos graves.José Fernandes, o comandante dos Bombeiros de Bragança, explica o que aconteceu.“Há o despiste de uma viatura onde vinham quatro ocupantes. Um deles foi projectado e colhido por outra viatura que seguia atrás. A GNR está a apurar as causas do acidente. Todas as vítimas tinham na casa dos 30 anos.
O acidente aconteceu ao quilómetro 197 do IP4, na recta de Sortes, por volta das 22h30. Um Renault Clio que seguia no sentido Vila Real-Bragança, entrou em despiste, capotando em seguida. Uma das ocupantes foi cuspida e acabou atropelada por um Citroën Xsara que seguia no mesmo sentido, sofrendo morte imediata. Neste segundo automóvel seguia um casal de emigrantes, originário de Alfândega da Fé, que regressava a França. A outra vítima mortal viajava ao lado do condutor.Segundo o comandante dos Bombeiros de Bragança, este é um dos acidentes mais violentos que aconteceram no IP 4 nos últimos anos.“Já assisti a alguns acidentes e este é um dos mais graves. É numa recta, há dois mortos e as causas ainda não estão apuradas. E depois, porque houve um atropelamento, coisa que não costuma acontecer.
As vítimas resultam normalmente de embates frontais ou despistes. Aqui uma das vítimas foi colhida e não sabemos se a morte resulta de atropelamento ou do acidente”, concluiu José Fernandes.
Os dois feridos são uma outra mulher, grávida, com diversas escoriações e uma ferida na cabeça, e o condutor do veículo que se despistou, o mesmo indivíduo que há seis meses foi esfaqueado numa avenida de Bragança. Os bombeiros de Bragança fizeram deslocar ao local quatro ambulâncias e uma viatura de desencarceramento e uma viatura de comando.
O trânsito esteve condicionado durante mais de duas horas, para remoção dos corpos e limpeza da via.
Com este acidente são já seis os mortos no IP4 só este ano.
Escrito pot Brigantia



Sete aldeias do concelho de Bragança abastecidas por autotanques
"O facto de chover pouco e a chegada de muitos emigrantes levou a que a água faltasse em algumas aldeias, mas a situação é considerada normal para a época", explicou José Fernandes, comandante dos Bombeiros de Bragança, salientando que é habitual este tipo de reforço. José Fernandes afirmou que nesta altura do ano "o número de habitantes em algumas aldeias triplica e, como tem chovido pouco, é normal que a água falte nas torneiras, em particular nas horas de maior consumo".O abastecimento é feito por autotanques directamente para os depósitos das respectivas aldeias. "Os depósitos são abastecidos uma vez por dia ou consoante os picos de consumo", frisou. Em relação a anos anteriores, o responsável disse não notar grandes alterações. "A situação pode piorar se não chover em Agosto e Setembro", considerou, referindo que o concelho é abastecido pela Barragem de Serra Serrada. Também o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, desvalorizou o problema, admitindo existirem "situações pontuais, mas normais para a época". Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Bragança disse também não ter conhecimento de nenhuma situação "anormal" no concelho devido à falta de água. "Têm saído alguns autotanques dos bombeiros, a pedido da protecção civil municipal, mas a situação está dentro da normalidade", acrescentou a mesma fonte.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Despiste de Viatura causa 4 feridos
saida de INEM para o local
Desacatos entre ciganos leva 6 ao hospital
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Venceu a morte e quer regressar aos bombeiros
De regresso a casa, onde recupera do fatídico acidente do passado dia 14 de Junho, Ricardo Mieiros não esquece quem esteve ao seu lado naqueles momentos difíceis em que lutou contra a morte. “Agradeço aos meus colegas, ao comandante dos Bombeiros Novos de Aveiro, aos meus colegas, amigos e familiares, pela disponibilidade e ajuda que me deram quando estive internado em Espanha”, refere. As palavras saem embargadas, quando tem de recordar a tragédia. “Não consigo lembrar-me de quase nada. Aliás, tudo o que sei sobre o acidente é o que tenho lido na Internet, porque, desde que entrei em coma, não me recordo de praticamente nada”, confessa.Recordar o momento trágico, que roubou a vida a um dos seus melhores amigos, são lembranças muito amargas e difíceis de esconder. “Sei que vinha a conduzir quando parámos numa área de serviço. Sentia-me cansado. Tomámos o pequeno-almoço, soltámos os cães e começou a chover. Regressámos à ambulância e passei para trás, para junto do Carlos Macieira (n.d.r.: bombeiro que faleceu), para descansar. Começámos os dois a ver fotografias e a rir. Depois...”. O relógio marcava 6.40 horas, quando, por causas que ninguém conseguiu até agora explicar, ocorreu o acidente. “Era uma estrada longa, sem casas na berma. Nada! Deserto autêntico. A ambulância capotou e andámos aos trambolhões. Sei que fomos cuspidos. O chefe Rui Silva disse-me que eu olhei à minha volta e caí para trás”, conta o aveirense. Nesse momento, Ricardo Mieiros teve a primeira paragem cardio-respiratória. Sorte, foi que atrás vinha um automóvel, espanhol, que assistiu ao acidente e contactou a emergência. “Foi, de facto, a nossa sorte. Num ápice, quatro ambulâncias, um helicóptero, e dois carros da Guarda Civil estavam junto de nós. Foram espectaculares”, conta Ricardo.
À entrada para o hospital de Santas Martas, em Leon, o coração de Ricardo Mieiros voltou a sucumbir. Mas, agora, estava em boas mãos. Foi-lhe induzido o coma profundo, estado em que se manteve durante seis longos dias. “Entrar em coma é adormecer e não lembrar de nada. Fala-se que se vêem luzes, sonhos, túneis com um clarão, tanta coisa…, no entanto, depois de acordar, não me lembro de nada. Adormeci, e pronto”, explica. No dia 26 de Junho, pelas 16 horas, Ricardo acordou. A seu lado estava a namorada, que permaneceu duas semanas consigo, “sem ajudas do Estado, apenas dos bombeiros”, sublinha. Ao princípio, Ricardo Mieiros não reconheceu ninguém. “Estava confuso. Perguntaram-me onde estava e eu respondi que me encontrava no hospital. Percebi que algo de grave se tinha passado. Mas não sabia bem o que era”, recorda.Depois, foi o começo da recuperação. Ainda permaneceu em Leon, no quarto do companheiro de jornada, José Ribeiro, e só mais tarde é que lhe deram a pior notícia que poderia esperar – a morte do amigo Carlos Macieira. “Esperaram algum tempo para me dizerem que o Macieira tinha falecido. Fiquei em choque e bastante triste. Ainda hoje me custa a acreditar”, diz.De volta a Portugal, começou o longo período de recuperação física e psicológica. Actualmente ainda sente algumas dificuldades. “Tenho uma das pernas ainda dormentes”, confessa. “Custa-me dobrar os braços e tenho muitas dificuldades para adormecer. Mas já não tomo qualquer medicação”, regozija-se, apesar de ainda se sentir confuso.É como se tivesse renascido. Ricardo Mieiros não vê a hora de regressar aos bombeiros. “Talvez em Setembro. De vez em quando, vou até lá. O que eu quero mesmo é regressar à normalidade, continuar na Equipa de Buscas e Salvamento, juntamente com a minha cadela Kika”, desabafa, já com um sorriso.Família, amigos, Internet, televisão, “muita força de vontade, e telefonemas”, são a sua companhia. Daqui a alguns dias, “Rica”, como é carinhosamente tratado pelos amigos, deverá estar de regresso à vida activa para fazer o que mais gosta: ajudar o próximo. “E quero muito voltar a Barcelona, para o ano que vem, e fazer novamente o curso de formação de cães de busca e salvamento. Se sobrevivi foi por isso”, concretizou...Ajuste directo para compra de veículos de bombeiros
Depois de ter anulado o concurso público internacional para a aquisição de 95 veículos de bombeiros, o Ministério da Administração Interna vai avançar com a compra por ajuste directo.A autorização foi dada na última reunião do Conselho de Ministros.
No concurso lançado em Março num dos lotes não apareceu qualquer interessado e nos restantes sete todas as propostas apresentadas foram excluídas.
O Ministério de Rui Pereira vai agora enviar convites a todas as empresas potencialmente interessadas, iniciando assim consultas directas que levem a adjudicação das aquisições.
Em causa estão 95 veículos, com várias características e funções, todas destinadas a corpos de bombeiros.
Confirmado primeiro caso de Gripe A no distrito de Bragança
Foi confirmado o primeiro caso de gripe A no distrito de Bragança. O doente será um homem que veio de férias de Palma de Maiorca, presumivelmente de Mogadouro.O paciente já terá sido conduzido para o Hospital de Vila Real, o hospital de referência da Gripe A na região transmontana.
Nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde, foram detectados 49 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), 28 são do sexo masculino e 21 do sexo feminino, com idades que variam entre o 1 e os 61 anos.
Portugal foi aliás o país da União Europeia onde se registaram mais casos nas últimas 24 horas, fazendo assim subir o número de pessoas infectadas com o vírus para 546.
As autoridades terão já dado início ao tratamento com Tamiflu aos familiares próximos deste que é o primeiro doente confirmado com Gripe A no distrito de Bragança.
Escrito por CIR
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Bombeiros aconselhados a não fazerem festas no Verão
A recomendação foi seguida pelos Bombeiros Municipais de Santarém, uma das corporações mais antigas do país, que no dia 31 de Julho fizeram 179 anos de existência e optaram por não realizar qualquer cerimónia.
O presidente da Federação Distrital de Bombeiros do Distrito de Santarém, Adelino Gomes, que é também comandante dos Voluntários de Constância, esclarece que os bombeiros não estão impedidos de realizar cerimónias, mas ressalva que normalmente nesta altura os operacionais então envolvidos na prevenção de incêndios ou no combate às chamas.
Acrescentando que nesta altura também é difícil aos representantes da liga ou das federações estarem presentes nas cerimónias.
Protecção Civil acciona alerta amarelo até 6ª-feira
Face à situação meteorológica, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e o Cbbraganca. recomenda a toda a população para que não faça queimadas, limpeza de terrenos, lançamento de foguetes ou outras queimadas que impliquem o uso do fogo em zonas florestais, de matos ou agrícolas.
21.700 ha consumidos por chamas
Portugal, só nos primeiros sete meses de 2009, já perdeu uma área total de 21.675 hectares (ha), consumidos pelas chamas, três vezes mais do que em igual período do ano passado, segundo os dados revelados pelo relatório provisório da Autoridade Florestal Nacional (AFN).Desde o dia 1 de Janeiro ao dia 31 de Julho, foram contabilizadas 10.300 ocorrências, entre 2.654 incêndios florestais e 7.646 fogachos (cuja área ardida é inferior a 1ha), provocando um total de 21.675 hectares consumidos pelas chamas, entre povoamentos (6.324ha) e matos (15.351ha).
De acordo com o relatório provisório da AFN, os primeiros sete meses contabilizaram mais ocorrências do que em 2008, 2007 e 2006, em igual período, o que faz com que os hectares ardidos sejam igualmente superiores em 2009, perfazendo o total de 21.675ha consumidos.
Até 31 de Julho, o maior número de ocorrências registou-se no distrito do Porto, com 2.160, correspondendo a maior área ardida ao distrito de Vila Real, com 4.365ha consumidos pelas chamas, com mais incidência em povoamentos, em relação a outros distritos. Todavia, no total, a maior área ardida corresponde a mato, permitindo considerar uma perda de valor menos significativa.
Bombeiros de Bragança nas Buscas em Vila Franca de Xira
Patrulha das margens do rio Tejo pelos bombeiros de Alhandra ( e bragança)
Agradecimento : a Antonio Pina, e restantes colegas dos Bombeiros de Alhandra que possibilitaram a foto-reportagem.
Buscas para encontrar homem desaparecido no Tejo
As buscas foram suspensas cerca das 17h30, sem nenhum sinal da presença do corpo, e devem ser retomadas amanhã de manhã.
A vítima, residente em Rondulha, São João dos Montes, não sabia nadar e terá escorregado acidentalmente quando tentava resgatar a sua cadela, contou a esposa da vítima.
O homem ainda terá tentado emergir duas ou três vezes, mas acabou por desaparecer arrastado pela corrente, enquanto a cadela regressava a terra.Alguns moradores da zona do cais de Vila Franca de Xira ainda gritaram ao homem para que se agarrasse a um poste que existe no local, mas as forças não foram suficientes.
O cão, um perdigueiro de cor preta, acabou por conseguir sair da água e foi colocar-se dentro do carro depois do que aconteceu ao dono. Marco Almeida deixa dois filhos de um primeiro casamento e a actual companheira assistiu ao seu desaparecimento nas águas do Tejo junto ao cais de Vila Franca.
As correntes fortes e as águas turvas difcultam a tarefa dos mergulhadores e observadores envolvidos na missão de resgate do corpo.
Vários meios de salvamento concentraram-se naquela área mas as buscas foram infrutíferas até ao momento.
Uma lancha da Polícia Marítima, um salva-vidas do Instituto de Socorros Náufragos (ISN), três botes dos bombeiros, uma equipa de seis mergulhadores e um helicóptero da Força Aérea participaram na operação. Segundo o responsável pela coordenação, é necessário realizar buscas em áreas diferentes porque o corpo pode ter sido arrastado pela corrente e aparecer a jusante ou ter ficado preso no lodo.
domingo, 9 de agosto de 2009
Viatura para o Aerodromo

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
PEDIDO DE DIVULGAÇÃO
A família do nosso colega falecido num acidente de viação pediu-nos para divulgar o seguinte:" Foi no dia 3 de Novembro de 2008, que Paulo Pires, Bombeiro de Miranda do Douro perdeu a vida num acidente de viação na estrada Alcanices - Quintanilha em Espanha.
A família enlutada procura Senhora Portuguesa, que assistiu aos primeiros socorros, para lhe poder agradecer pessoalmente o serviço prestado.
Contacto: 960 205 202 "
Acidente com 2 viaturas e fuga
A central dos Bombeiros de Bragança recebeu no passado dia 4 de Agosto, pelas 20h30, um alerta de acidente pelo CODU, com informações muito pouco precisas. De imediato se deslocaram para o local 1 ABSC, 1 ABCI e 1 VSAT. O local do acidente foi dado sendo ao fundo da recta de Sta Comba de Rossas, no Ip4,como uma colisão entre 2 viaturas. As viaturas interveniêntes circulavam em sentidos opostos tendo uma delas saído de mão e indo causar embate na outra. A primeira viatura acidentada, um Peugeot de matricula francesa, foi encontrada cerca de 2km antes do local do acidente, apurando depois que a viatura de matricula francesa terá provocado o acidente e iniciado fuga, mas o estado da viatura não permitiu que esta fosse mais longe. Na outra viatura que sofreu embate, apenas no espelho retrovisor provocou 2 feridos ligeiros devido aos estilhaços do espelho, que foram projectados para dentro da viatura, ferindo o condutor no braço esquerdo e um ocupante, que é estagiário nos Bombeiros de Bragança, causando-lhe ferimentos superficiais num braço. Já na Urgência de Bragança para onde foram transportados os 3 feridos, e feito o teste de alcoolemia, o condutor apresentou uma taxe de alcoolemia de 2,74mg/dl, percebendo quais as razões, para além do aparente excesso de velocidade, que causaram o acidente.
viatura que tentou fuga não consegui continuar devido ao estado em que ficou depois do embate.
O acidente foi também acompanhado pelas câmaras de vigilância do IP4
27 mil euros equipam bombeiros em Coimbra

O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, aproveitou a ocasião para afirmar que se produziu "uma revolução tranquila" neste sector. "O balanço é claramente positivo", afirmou o membro do governo. "Os bombeiros voluntários são, claramente, o pilar deste sistema. É uma dívida que o País tem sempre com os bombeiros. O dinheiro não paga a maior parte do esforço", frisou ainda o secretário de Estado da Protecção Civil.
De acordo com o vice-presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra, Henrique Fernandes, dentro de pouco tempo, no âmbito de candidaturas ao Quadro de Referência Estratégico Nacional, o valor da verba protocolada pode ser multiplicado por quatro.
O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra, Jaime Soares, não esteve presente na cerimónia "especialmente porque considera que é 'exagerar um pouco' a vinda do secretário de Estado para distribuir 700 euros a cada corpo de bombeiros" - segundo refere o Diário de Coimbra de ontem.
Segundo dados divulgados no final da sessão, cada uma das 21 corporações de voluntários do distrito recebe 1300 euros para esta finalidade
Portugueses desenvolvem fato de bombeiros high-tech para mercado europeu
Fato 100% nacional será financiado pela Unilever Jerónimo Martins e pelo CITEVELeve, ergonómico, com materiais inéditos e sensores electrónicos de calor. É assim que vai ser o fato de protecção de bombeiros que uma equipa de engenheiros portugueses irá desenvolver durante o próximo ano. O projecto será financiado pela Unilever Jerónimo Martins e pelo Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), e deverá custar mais de 100 mil euros. O projecto envolve um consórcio de três empresas, para o qual está escolhida apenas uma, a Actijob, e o objectivo é conseguir um fato pioneiro de alta tecnologia, que possa ser exportado para os mercados europeus. "Em Portugal não há grande investimento na investigação e desenvolvimento da segurança dos bombeiros", sublinhou Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, durante a entrega simbólica dos primeiros 20 fatos totalmente nacionais a quatro corporações de bombeiros. Estes fatos foram encomendados pela Unilever Jerónimo Martins, como parte do seu programa de responsabilidade social, e são a base sobre a qual os engenheiros do CITEVE vão trabalhar para desenvolver o "fato 2.0". O plano prevê que tudo esteja pronto para entrar em produção em Julho de 2010, com perspectivas de internacionalização em 2011. Mas qual é o problema dos fatos utilizados hoje pelos bombeiros portugueses? São importados, caros e pesados, segundo explicou ao i André Teodoro, da corporação de Abrantes. "Com o cansaço físico, o peso do fato é um problema", revela o bombeiro, adiantando que se "estragam com facilidade" e que a ideia de um "fato multifacetado" é muito bem-vinda. Dependendo do tecido, um fato destes pode custar entre 600 e 750 euros. Uma fasquia que o CITEVE não quer ultrapassar com o "fato 2.0", conforme revelou ao i Hélder Rosendo, director-geral do CITEVE. "Vamos ter uma equipa multidisciplinar, com bombeiros, engenheiros e empresas", adiantou o responsável, para quem este projecto pode ser um ponto de partida para desenvolver os têxteis técnicos em Portugal. A área representa apenas 8% do total do sector têxtil português, o que contrasta com o peso que tem noutros países (casos da Finlândia e Alemanha) onde representa 40%, segundo Paulo Vaz, director-geral da Associação Têxtil e Vestuário. Além dos materiais mais leves, que serão combinados de forma diferente, a equipa pretende testar microelectrónica, desde LED (díodo semicondutor que emite luz de baixo consumo) a ligação sem fios Bluetooth e ainda localização GPS. Aqui, o grande problema estará no tamanho e peso das baterias. Até porque o objectivo não é criar um protótipo para o futuro, mas sim um fato pronto a fabricar dentro de um ano. Apesar do papel fundamental no projecto, a Unilever Jerónimo Martins não ficará com qualquer direito sobre a propriedade intelectual resultante da investigação. Luís Mesquita Dias, presidente da empresa, garante ao i que esta é uma iniciativa pro bono, que deverá ter continuidade. "A problemática dos incêndios sempre nos sensibilizou e sabemos que a protecção dos bombeiros é uma carência do país", assegura.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A mulher do bombeiro

O bombeiro chega em casa e diz a mulher:
- No quartel temos um sistema excelente.
Ao tocar da primeira sirene juntamo-nos em equipes,
com a segunda sirene descemos pela coluna
e com a terceira subimos ao Caminhão-Tanque e saimos.
A partir de hoje, quando eu disser 'primeira sirene' tiras as roupas,
'segunda sirene' vais para a cama
e
'terceira sirene' fazemos amor.
No dia seguinte o bombeiro chega em casa e grita
'primeira sirene', a mulher tira a roupa, em seguida grita
'segunda sirene' a mulher deita-se na cama e por fim
grita 'terceira sirene' e começam a fazer amor
Depois de uns minutos a mulher grita 'quarta sirene' e o bombeiro exclama:
- Que raio é essa 'quarta sirene'?
E a mulher diz:
- Desenrola mais mangueira porque esta longe do fogo!
domingo, 2 de agosto de 2009
Incêndios: oposição quer explicações do MAI

Agosto começa com nova polémica. Números da área ardida podem não ser reais
CDS-PP quer que Governo abra um inquérito às alegadas alterações aos dados dos incêndios e da área ardida. O deputado Hélder Amaral que assunto «rapidamente averiguado».
Em declarações à Lusa defendeu: «Ou o governo, num prazo muito curto, manda abrir um inquérito, investigar e dizer ao país com verdade e na realidade qual é o tamanho da área ardida ou nós temos de concluir que este governo é mentiroso, trapalhão e enganador».
Também o Bloco de Esquerda considerou as notícias divulgadas este sábado «da maior gravidade» e quer que o Governo esclareça todo o processo. «É uma situação da maior gravidade, que aponta para um falseamento da informação que tem servido de base à avaliação do sistema e do dispositivo de protecção da floresta face aos incêndios», disse Alda Macedo.
Agostinho Lopes, deputado do PCP exortou, entretanto, a Autoridade Florestal Nacional a «dar um esclarecimento total» sobre quais foram os critérios usados para alterar os dados da GNR sobre a área ardida em Portugal. «A confirmar-se a veracidade das alterações, tal como constam de um relatório da GNR, consideramos que é de extrema gravidade», acrescentou.
Bendito VENHA Agosto
Assim como veio o transacto mês de Julho, cá para cima, não houve muito trabalho, e assim esperamos que se mantenha, logo roguemos : "bendito venha Agosto" :)
