quinta-feira, 9 de abril de 2009

ANPC prepara oferta de viagens ao Norte ao pessoal de Lisboa

O cbbraganca.blogspot.com ficou hoje a saber que a Autoridade Nacional de Protecção Civil está a preparar um pacote de viagens à neve, no Norte de Portugal aos Bombeiros do Centro.
Assim sendo Gil Martins convidou o Cmdt de Murça para sicerone no passeio às amendoeiras em flor, cerejas rachadas de Alfandêga e Freixo, as vinhas perdidas da região de Murça e TT na Serra do Alvão e Marão.
Estas viagens serão patrocinadas pelo Instituto de Meteorologia, que já garantiu e mandou activar os alertas e protocolos de Protecção Civil necessários à vinda de um Grif de Lisboa. ( Os GRIFs de Coimbra e Porto não se podem inscrever porque já andaram cá para cima muito tempo a apagar incêndios e portanto nao merecem vir agora).
È obrigatório trazer veiculos TT, casacos de abafo, e pás para remover neve.
Para além de isso, devem trazer maquinas fotográficas, bonés e utensilios indispensáveis as férias ...hups, quer dizer, ao trabalho! A ANPC assegura as despesas de deslocação, alimentações e estadias na Pousada do Marão.
Esperemos que la para Vieira do Minho e Montalegre os Cmdts não se importem com a demora nos pagamentos do material de combate a incêndios que foi destruido nestes ultimos dias, mas o que importa é assegurar o socorro imediato perante tal fim do mundo que se irá apresentar em Portugal esta noite!!!

INFORMAÇÃO METEOROLÓGICA E HIDROLÓGICA

No seguimento do Briefing Técnico Operacional realizado no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), com o Instituto de Meteorologia (IM), prevê-se para os próximos dias os efeitos da passagem de uma superfície frontal provinda de noroeste associada a uma massa de ar frio. Assim é expectável que a partir de esta noite (09ABR), e nas regiões a Norte de Montejunto-Estrela, haja queda de aguaceiros que podem ser temporariamente fortes, e que poderão ser sob a forma de neve a cotas superiores aos 800 metros. O período mais gravoso será a próxima madrugada, não sendo contudo de excluir a possibilidade de queda de neve até princípio da tarde de Sábado (11ABR). Associada a esta instabilidade, haverá a ocorrência de vento moderado a forte (até 45 km/h) em especial no litoral e terras altas, e uma descida das temperaturas. Especial atenção deve ser dada à agitação marítima prevista para a Costa Ocidental com ondas que poderão ser superiores a 4 metros. A partir do fim da tarde de Sábado (11ABR) é previsível uma significativa melhoria das condições meteorológicas.

Socorro: INEM alerta para chamadas falsas que desviam meios de emergências reais

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) alertou para os perigos das chamadas falsas, referindo que hoje foram desviados meios de uma emergência real para atender a uma situação falsa. Segundo um comunicado do INEM, uma chamada feita hoje pelas 16:00 horas descrevia que duas pessoas tinham sido baleadas num café em Matosinhos, levando os serviços a deslocar duas ambulâncias, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e a Polícia para o local, mas a chamada era falsa. Por causa da chamada falsa, a VMER "viu-se obrigada a abandonar o doente que estava a socorrer, deixando de o acompanhar ao hospital, para ir em socorro das duas pessoas em perigo de vida" de que a chamada falsa deu conta.
O INEM frisa que as chamadas falsas são "um problema grave", porque "prejudicam gravemente o socorro de todos os cidadãos, que é algo que deve merecer o respeito de todos, sem excepção".
Fonte: JornalLBP

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Áreas de floresta distribuídas por vários concelhos poderão ser difíceis de gerir, considera uma pequena minoria

A CDU apresentou uma moção à Assembleia Municipal de Bragança, no passado dia seis, que visava repudiar uma iniciativa do Governo (inscrita numa Proposta de Lei aprovada em Assembleia da República, no passado dia 27 de Março), que estabelece a transferência de novas atribuições para os municípios no domínio da prevenção e defesa da floresta. Para a CDU a gestão da floresta tem uma natureza supramunicipal e portanto deve ser alvo de uma política geral do país. A transferência de competências é considerada lesiva para os municípios. A moção não foi aprovada, tendo apenas contado com os votos favoráveis dos deputados da CDU, do Bloco de Esquerda e de um presidente de Junta. Adriano Rodrigues, presidente de Junta de Rebordãos, uma das freguesias inseridas na importante área florestal da Serra de Nogueira, explicou que o seu voto favorável à moção da CDU tem precisamente a ver com o facto das extensas áreas florestais estarem inseridas em vários concelhos. “Como vão fazer a conjugação três câmaras para fazer a gestão de uma serra que pertence às três? Se um limpa e outro não, é melhor não limpar nada, porque arde na mesma”, explicou referindo-se à floresta da Serra, distribuída pelos concelhos de Bragança, Macedo de Cavaleiros e Vinhais”. Adriano Rodrigues, referiu que apesar de a satisfação com a Autoridade Florestal Nacional não ser de 100 por cento, pelo menos tem funcionado, há 50 anos. “Onde não está a Autoridade Florestal não há floresta e ali há”, sublinhou.

Maldizente ataca por email

O cbbraganca.blogspot.com recebeu à uns dias um mail com o seguinte texto, descrito abaixo, ao qual decidimos fazer um esclarecimento adequado aquilo que podemos chamar de "maldizente".


À uns dias atrás, o Srº Secretário de Estado da Administração Interna para os assuntos da Protecção Civil, dava uma entrevista onde dizia que o dispositivo de combate a incêndios florestais era o suficiente. De imediato da ANPC surgiu a reacção de que concordava com o Srº Secretário de Estado e inclusivé o Senhor Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses ( LBP ) o senhor Duarte Caldeira, também surgiu a concordar com tão disparatada afirmação...Que os senhores da ANPC concordem com o Srº Secretário de Estado eu até entendo, porque mais que provavelmente são eles que andam a enganar o Srº Secretário de Estado, uma vez que não há dispositivo ABSOLUTAMENTE NENHUM, mas o Srº Duarte Caldeira, vir a publico concordar com tal afirmação é verdadeiramente anedótico... a não ser que...“Liga dos Bombeiros Portugueses vai receber anualmente 450 mil euros”.

Fonte: Público


Resposta de Um Iluminado:ANEDÓTICO!!! SIMPLESMENTE ANEDÓTICO...

1ª ANEDOTA: haver dispositivo de combate a fogos florestais nesta altura... NÃO HÁ, É MENTIRA!

Resposta de alguém que sabe:

Existe sim um dispositivo, que designa as datas das fases consoante a altura do ano. Em relação ao dispositivo, está situado na fase Alfa.
Alem disso, existe uma Directiva Operacional Nacional que tem como finalidade constituir-se como um instrumento de planeamento, organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo Integrado das Operações de Protecção e Socorro (DIOPS) e ainda como documento de referência para os planos e directivas das outras entidades públicas ou privadas da área da protecção e socorro.
Pretende-se, ainda, que esta directiva constitua um documento de divulgação generalizada e de consulta permanente de todas as entidades que actuam e concorrem para as acções de protecção e socorro.
Assim sendo cabe a cada corpo de bombeiros cumprir ou cumprir mais vagarosamente esta directiva.


2ª ANEDOTA: a Liga dos Bombeiros Portugueses absorver tão avultada quantia de dinheiros, se é uma confederação que representa Associações HUMANITÁRIAS, o porquê de tanto subsidio? Deve ser para pagar o vencimento do Srº Presidente da LBP...450 MIL EUROS davam um jeitão a muitos Corpos de Bombeiros do nossos país...

Resposta de alguém que sabe:

Sim vai receber uma verba dessa quantia, e porquê?
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) é a confederação nacional de utilidade pública que congrega associações humanitárias de bombeiros, federações de bombeiros e entidades públicas, sociais e privadas, que mantêm corpos de bombeiros.
A LBP tem por fins principais, entres outros, promover a qualidade técnica do desempenho dos bombeiros portugueses, apoiar a criação de associações de bombeiros e a homologação dos respectivos corpos de bombeiros e secções destacadas, nas localidades onde tal se justifique e diligenciar para que se desenvolva o apetrechamento dos existentes, bem como promover, por iniciativa própria ou em colaboração com outras entidades, públicas, sociais e privadas, o apoio social aos elementos dos corpos de bombeiros.
A Liga dos Bombeiros Portugueses integra a Comissão Nacional de Civil e o Conselho Nacional de Bombeiros e participa na definição das políticas nacionais nas áreas da protecção e socorro às populações, nomeadamente nas iniciativas legislativas respeitantes a matérias do seu interesse. Para além de todas as atribuições legal e estatutariamente previstas, compete ainda à Liga dos Bombeiros Portugueses a gestão do Fundo de Protecção Social do Bombeiro, através do qual promove e completa a protecção social dos bombeiros e seus familiares.
O artigo 45.º, n.º 4, da Lei n.º 32/2007, de 13 de Agosto, estabelece que os instrumentos de financiamento da Liga dos Bombeiros Portugueses são regulados por portaria do membro do Governo responsável pela área da administração interna.
Importa, pois, determinar o montante do referido financiamento, elegendo -se como critérios principais as necessidades da LBP e os montantes atribuídos nos anos de 2004 a 2008.
Alem disso convém referir ao nosso iluminado que a verba é de 445 mil euros, e não 450 mil euros.


3ª ANEDOTA: Existe um novo ponto de situação para defenir um incêndio florestal: A EVOLUIR FAVORAVELMENTE... estilo, o incêndio não está circunscrito ( tá tudo a arder ) mas está a evoluir favorávelmente... ou seja, está a arder e vai continuar até não haver mais nada para arder...

Resposta de alguém quem sabe:

Quanto á definição “a evoluir favoravelmente” não sei onde o iluminado foi buscar esta informação, mas não tenho informação que já haja conhecimento da DON de 2009 para os incêndios florestais.


4ª ANEDOTA: já poderia existir um plano de contingência para que com tão elevado numero de incêndios fosse colocado um ECIN ( pelo menos ) em cada Corpo de Bombeiros... mas há que poupar dinheiro para que o Srº CONAC compre um jeep novo...Enfim, é a ANEDOTA da nossa ANPC...Durante o mês de Março de 2009 já houve 2252 Incendios Florestais e o número continua a aumentar...Tenho pena é dos elementos dos GIPS que não têm parado nestes dias... sozinhos e abandonados no meio de fogos fora de controlo...

Resposta de alguém que sabe:

AGORA CONCORDO PLENAMENTE CONSIGO…

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Foto da Semana

Quando se está cansado de um incêndio, nada melhor que um banquinho, um filete e uma garrafa de vinho... :)

domingo, 5 de abril de 2009

Foto da Semana

Bombeiro João Paulo Múrias no Combate a um Incêndio Urbano numa garagem

Incendios em Montesinho

A zona de Montesinho já foi fustigada este ano pelos incêndios florestais. Em três dias da semana passada foram queimados vários hectares de mato. Para ter uma relativa percepção dos incêndios num só dia o fogo consumiu o vegetação desde a casa da Lama Grande até á barragem da Serra Serrada. A maioria dos incêndios iniciaram-se ainda na parte espanhola chegando totalmente descontrolados à área portuguesa. Durante 4 dias os Bombeiros de Bragança chegaram a mobilizar para aquela zona todos os meios de combate a incêndios florestais e meios de comando da ANPC. Foram também utilizados meios externos de corporações vizinhas e um helicóptero Kamov também actuou naquela zona. Dois bombeiros chegaram a ficar feridos no combate aos incêndios, um por entorse e o outro por intoxicação de Monóxido de Carbono.

Fotos: Bomb. Daniel Nascimento

sábado, 4 de abril de 2009

Oficial da GNR Desiste de Queixa Contra Bombeiros

O ex-comandante da Brigada Helitransportada da GNR sediada na Lousã desistiu hoje da queixa contra 17 comandantes e sete presidentes de bombeiros do distrito de Coimbra, no âmbito do processo instaurado em 2006 por alegado crime de difamação.
Albino Tavares, à data capitão da Brigada Helitransportada do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS), apresentou um processo crime por difamação agravada contra 24 elementos de várias corporações do distrito que, dentro da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra (FBDC), aprovaram em Setembro desse ano uma moção pública em que se «sentiu ofendido na honra».
Em causa estavam trocas de palavras entre o capitão da GNR e bombeiros de duas corporações, durante o combate a fogos.
Num comunicado emitido em Setembro de 2006, a estrutura distrital dos bombeiros criticava a postura do comandante da brigada helitransportada, que teria «ameaçado alguns bombeiros com prisão» no seguimento de dois episódios distintos passados com elementos das corporações de Penacova e Condeixa-a-Nova.
A Federação de Bombeiros lamentava o sucedido e solicitava ao ministro da Administração Interna, «com carácter urgente, a instauração de um inquérito» para apuramento dos factos, que nunca chegou a verificar-se.
Na mesma nota, aprovada com três votos contra e uma abstenção, a Federação exigia que o responsável da GNR «se retractasse», considerando estarem em causa «tão graves acusações e ameaças», demonstrativas da «falta de preparação ética, intelectual, moral e operacional».O julgamento, com início previsto para hoje, terminou com um acordo entre as partes, depois de duas rondas de negociações que ocuparam quase toda a manhã.
Os arguidos subscreveram um documento em que afirmam que «o comunicado da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra, aprovado em reunião de Assembleia Geral, não visou ofender a ética, a honra, e a dignidade do major Albino Tavares, pois apenas foi proferido em sequência das divergências de âmbito operacional que se registaram em dois teatros de operações de combate a incêndios».
«Reitera-se portanto que nunca a Federação nem o seu presidente pretenderam colocar em causa ética, intelectual, moral e operacionalmente o senhor major Albino Tavares», refere o documento, acrescentando que aquela estrutura «jamais visou atingir outro objectivo, que não fosse o esclarecimento cabal dos factos».
No final, o major Albino Tavares disse aos jornalistas que se «dava por satisfeito» pelo acordo. «A minha honra e legitimidade profissional foram repostas e para mim é quanto basta», disse.
Por seu lado, Jaime Soares, presidente da FBDC, considerou que o acordo «trouxe ao de cima aquilo que os bombeiros sempre disseram: que não quiseram minimamente beliscar a honra ou a dignidade de nenhum agente da GNR, o que estava em causa era uma questão de teatro de operações, que ficou esclarecida».
Caso o julgamento se realizasse estavam arroladas cerca de 60 testemunhas, de defesa e acusação, tendo só o presidente da FBDC apresentado 20 testemunhas, entre as quais o ministro e o secretário de Estado da Administração Interna, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, ministro à altura dos factos.
Fonte: Lusa

Gips Força de combate aos fogos da GNR pode estar em risco.

GIPS consomem muitos recursos importantesA missão da GNR no ataque inicial dos incêndios pode estar em risco de continuidade ou de vir a ser reformulada. Segundo apurou o DN, os grupos de intervenção protecção e socorro - os GIPS criados em 2006 sob forte contestação dos bombeiros -, poderão ter os dias contados. Em causa os enormes recursos financeiros que estão a consumir e que estarão a fazer falta noutros sectores.Em última instância, os GIPS poderão mesmo ser extintos. O que seria um enorme recuo do Governo, que no ano passado, pela voz do ex-ministro da Administração Interna (MAI), António Costa, assegurou que a GNR tinha um papel fundamental no combate aos incêndios e que tal não constituía uma despromoção do sector dos bombeiros. Aliás, no final da época de fogos, o então MAI realçou o sucesso desta força e a forma pacífica como se integrou no dispositivo. Motivo que levou, até, ao seu reforço este Verão.Ao DN, um antigo dirigente da Protecção Civil, próximo do PS, afirmou que "os GIPS estão a consumir grandes recursos financeiros que são necessários para garantir outras prioridades na protecção civil. Como por exemplo, as 60 equipas permanentes nos quartéis de bombeiros de cinco distritos". Recorde-se que estas equipas profissionais foram prometidas por Costa para o final do ano.Apesar de o ministro da Administração Interna ter mudado, o Governo assegura que a sua posição perante este assunto se mantém. Ao DN, o Secretário de Estado da Protecção Civil, Ascenso Simões, afirmou que "quem criou os GIPS foi este Governo e o Governo ainda é o mesmo".Confrontado com esta hipótese, António Paixão, major da GNR e comandante dos GIPS, reagiu com surpresa. Ao DN, afirmou não saber de nada e realçou o sucesso apresentado pela força que comanda na extinção dos fogos na sua fase inicial. Aliás, António Paixão adiantou que, ainda na semana passada, esteve reunido com Ascenso Simões que lhe pediu para começar a programar o próximo ano.Outro dado importante foi a profissionalização dos Canarinhos, equipas de primeira intervenção da Força Especial de Bombeiros, criada este ano. "Com a sua criação, este grupo (dos GIPS) deixa de ser tão necessário", disse a mesma fonte.Além disso, no final do Verão de 2006 estava previsto que os soldados do GIPS completassem formação na área do mergulho, radioactividade e resgate vertical. Mas apenas um número reduzido de 24 elementos recebeu formação em mergulho e nas outras áreas nem sequer se avançou.ReacçõesA possibilidade de extinguir os GIPS cai que nem uma luva nas pretensões da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP). Apesar de não ter conhecimento da hipótese , Duarte Caldeira, presidente da Liga, reconhece que vem ao encontro do que sempre defendeu. E frisa "a necessidade de dispor de uma intervenção permanente e profissionalizada mas levantada a partir dos recursos humanos dos bombeiros, como a experiência dos Canarinhos está a demonstrar". Ou seja, "é a partir desta experiência piloto que se deve seguir numa lógica de dispor de uma força de socorro especifica", concluiu.José Manageiro, presidente da Associação de Profissionais da Guarda (APG) também reconhece que "a GNR não existe para apagar fogos. Mas este grupo tem tido sucesso na sua missão e falar-se na sua eventual reestruturação nesta altura só serve para perturbar o seu trabalho".O dirigente da APG afirma que "o papel da GNR é estar junto das populações e têm estado a ser canalizados recursos para os GIPS e para as missões internacionais que depois fazem falta nos postos, que é onde somos procurados pelos cidadãos". Desde a criação que os GIPS estiveram debaixo de criticas dos bombeiros que se queixaram de falta de articulação e de terem sido relegados para um papel secundário.
Esta noticia foi publicada num jornal em 2008, e ao que o cbbraganca.blogspot sabe o sentimento desmotivador alastra nos elementos desta força, conforme se previa...

CB´s do Norte e Centro em Dificuldades

A LBP alertou ontem para as dificuldades financeiras de algumas corporações de bombeiros voluntários do Norte e Centro do país devido às despesas "inesperadas" no combate aos recentes incêndios florestais. Duarte Caldeira, disse que é "urgente" satisfazer as despesas contraídas por várias associações e corpos de bombeiros no combate aos incêndios florestais que deflagraram em Março nas regiões Centro e Norte do país. Algumas corporações de bombeiros encontram-se a braços com dificuldades decorrentes das despesas avultadas inesperadas feitas nas últimas semanas nesse combate que resultaram da sua própria intervenção e do apoio prestado a outros grupos de socorro. As despesas "inesperadas" estão sobretudo relacionadas com refeições, combustíveis e danos provocados pelos veículos movimentados. O presidente da LBP ainda não tem o valor total das despesas, mas estima que foram gastos dezenas de milhares de euros. Para tal, pediu às corporações de bombeiros que indiquem as despesas extra até à próxima quarta-feira. O Governo concede um apoio financeiro aos corpos de bombeiros para despesas extraordinárias com os incêndios florestais entre 15 de Maio e 30 de Setembro. A LBP já alertou a ANPC e o secretário de Estado da Protecção Civil para estas despesas fora de tempo, tendo em conta que no mês de Março se viveu uma situação absolutamente anormal em incêndios florestais. Segundo a LBP, a ANPC mostrou-se sensibilizada para as dificuldades das corporações de bombeiros.

Bragança em "alerta amarelo" até dia 6


O distrito de Bragança fica em alerta amarelo, pelo menos até ao dia 6 de Abril. As previsões meteorológicas apontam para a possibilidade do Risco Meteorológico de Incêndio se manter Elevado.Depois de uma reunião esta quinta-feira entre o Comando Nacional de Operações de Socorro, da Autoridade Nacional de Protecção Civil, e do Instituto de Meteorologia ficou decidido manter o “alerta amarelo”. A Autoridade Nacional de Protecção Civil alerta para o cumprimento das medidas previstas na legislação em vigor, nomeadamente no que diz respeito à realzação de queimadas, queima de sobrantes e realização de fogueiras em espaços rurais

Verão testa geo-referenciação no combate a incêndios

No próximo Verão vai ser feito o teste final ao sistema de gestão de meios de emergência para o combate a incêndios.
Este sistema está a funcionar de forma experimental há um ano em Bragança, Macedo de Cavaleiros e Mirandela. Trata-se de um projecto para equipar a Protecção Civil Municipal com instrumentos de geo-referenciaçãoOs bombeiros, viaturas e os meios humanos, possuem equipamentos que identificam a localização no teatro de operações. Foram instalados 105 localizadores em viaturas municipais e das corporações, 31 PDA’s e 66 localizadores individuais para os soldados da paz.
O presidente da câmara de Bragança não tem dúvidas das vantagens deste sistema.
“É um processo inovador e vai permitir uma resposta mais eficaz aos meios que estiverem no terreno” afirma. Além disso “é mais seguro, permitindo gerir os recursos de forma mais racional, dispondo de informação em tempo real a resposta é mais qualificada”.
Este sistema foi apresentado ontem numa reunião da comissão municipal de protecção civil. No entanto, tem uma condicionante.
A cobertura de telemóvel pode não garantir o funcionamento do sistema a 100%.
Mas Jorge Nunes, aponta uma solução. “Tem algumas falhas nas comunicações que tentaremos superar através da eventual instalação de uma rede de comunicação fixa”.
Este projecto de riscos naturais e tecnológicos representa um investimento de 1 milhão e 200 mil euros, comparticipados por fundos comunitários.

Incendio Urbano

Um incêndio destruiu, ao final desta manhã, uma habitação e dois anexos em Samil, concelho de Bragança.
Os bombeiros receberam o alerta às 11h53 e extinguiram o incêndio em cerca de meia hora.
O Comandante dos Bombeiros de Bragança recolheu alguns indícios de fogo posto.
“É um incêndio esquisito, porque quando cá chegamos estava a arder em três locais, a casa estava totalmente tomada pelas chamas” conta José Fernandes bem como um anexo e uma garagem onde havia um carro e uma motorizada que arderam.
“Tudo me leva a crer que tenha sido fogo posto porque não é normal iniciar-se um incêndio em três locais totalmente distintos e separados” acrescenta.
O incêndio foi circunscrito à habitação e não constituiu perigo para as casas vizinhas.
Um dos bombeiros presentes teve ainda de receber assistência devido à inalação de fumo.
“Não houve risco de propagação para as casas adjacentes e houve um bombeiro que precisou de receber assistência porque inalou fumo”.
Uma das vizinhas, que preferiu não se identificar, conta que só viu o fumo e os bombeiros a combaterem o incêndio. “Sai à varanda e vejo um fumo muito preto mas dali a pouco deu um estalo mas não vi mais nada, mas quando vi isto os bombeiros já cá estavam” conta.
O dono da habitação é o principal suspeito da ocorrência.
Compareceu no local, pouco depois, visivelmente alterado, e foi levado ao hospital pela PSP, para ser ouvido.
A polícia abriu um inquérito para apurar as circunstâncias em que terá deflagrado este incêndio que consumiu uma habitação em Samil, concelho de Bragança.
Escrito por Brigantia

Homenagem ao Vencedor da Taça Inter-Piquetes












Taça Inter-piquetes chega ao fim!

Chegou ao fim o torneio mais ambiciado dos Bombeiros de Bragança, no dia 14 de Março pelas 14h30 jogaram-se os 3º e 4º lugar e o 1º e 2º.
A disputa pelo 3º lugar foi vencida pelo piquete do chf Esteves que contou com uma victoria de 13 - 1 contra o Piquete da Adjunta. Este foi um jogo que contou com bastante baixas por parte do Piq da Adjunta, e uma motivação especial para o piquete do Ch Esteves em que havia disputa para um lugar no podio.

O segundo jogo da tarde foi o esforço merecido por parte das duas grandes equipas que conseguiram chegar á final deixando para trás um sem número de derrotados e que com bastante empenho e valor chegaram onde chegaram. A final foi entre os piquetes do 2º Cmdt e do chf Orlando. O jogo foi ganho pelo piquete do 2º Cmdt com 9 golos, contra 5 do piquete do Chf Orlando.


O troféu foi entregue á equipa do 2º Cmdt Carlos Martins pelo presidente da A.H.B.V. de Bragança no final do jogo.

A festa do triunfo e a entrega dos diplomas de participação foi entregue no jantar que decorreu do torneio, no bar dos Bombeiros juntando muita gente e animando os participantes.

Este ano a Taça Inter-Piquetes ficou com o piquete do 2º Cmdt, mas para o ano de 2010 será disputada novamente pelos piquetes voluntários.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Resolução de Dúvidas...

LAVAGEM DE ESTRADAS: Bombeiros não têm essa responsabilidade.

Há anos que a questão da responsabilidade pela lavagem das estradas nacionais é
debatida pelos bombeiros, sem que, na prática, esta tenha tido qualquer desfecho.
A Liga dos Bombeiros Portugueses pretende retomar agora o tema, alertando as entidades
responsáveis para a necessidade de encontrar uma solução.
Na base do problema está um pressuposto errado, mas enunciado sistematicamente por responsáveis pelas estradas nacionais como se fosse verdade.
Na sua perspectiva, será competência dos bombeiros proceder, quando necessário, à lavagem desses pavimentos.
Neste caso, como noutros, os bombeiros continuam a ser vítimas da “tradição”, como “verdadeiros paus para toda a obra”, e da eventual indisponibilidade ou falta de organização dos serviços que deveriam cumprir essa tarefa.
O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra, comandante Marta Soares, veio agora retomar a questão, sublinhando que “os bombeiros não têm essa responsabilidade,
nem são pagos para isso”.
No caso das estradas nacionais, a responsabilidade directa é do próprio Instituto das Estradas de Portugal. Nas auto-estradas, essa obrigação recai nas próprias concessionárias, não obstante,
nesses casos, haja por vezes protocolos com os bombeiros locais.
Nas estradas municipais, a questão assume outros contornos, já que, nestes casos, subsiste uma relação de proximidade com as autarquias que envolve a execução de protocolos de colaboração
alargada.
Jaime Soares defende que, para que os bombeiros executem a lavagem das estradas nacionais,
importa que a entidade responsável estabeleça também um acordo com eles.
É sabido que o Instituto de Estradas de Portugal não possui, por sua responsabilidade, equipas de intervenção rápida para o desempenho dessa missão, mas, como salienta o comandante Marta Soares, “a responsabilidade é deles, e eles é que deviam procurar parceiros para resolver a situação, e não alijando responsabilidades, como tem vindo a acontecer”.

É preciso investir na Juvebombeiro!


A Juvebombeiro é uma organização anexa à Liga dos Bombeiros Portugueses, criada por iniciativa do Conselho Executivo desta Confederação em 1 de Abril de 2000.
O 40.º Congresso da LBP, reunido em Outubro do ano passado, aprovou uma nova versão do Regulamento da Juvebombeiro, na qual se definem três grandes objectivos para esta estrutura:
- Motivar as associações e corpos de bombeiros para que dinamizem a actividade dos seus jovens no contexto organizado da Juvebombeiro;
- Desenvolver a cooperação, o convívio e a acção conjunta entre os jovens aderentes;
- Promover a formação dos jovens aderentes, tendo em vista a construção de uma consciência de cidadania activa e participativa.
Desde a sua fundação que a Juvebombeiro tem sido dirigida por uma Comissão Nacional Dinamizadora, integrada por um elemento indicado por cada federação e coordenada pelo presidente do Conselho Executivo da LBP. Entretanto, o novo regulamento transformou a referida Comissão Dinamizadora em Comissão Coordenadora Nacional, mantendo esta um elemento indicado por cada federação, mas passando a ser dirigida por um presidente, a eleger no Conselho Nacional da Confederação que reúne em Paredes, no próximo dia 28 de Março.
A nova Comissão Coordenadora Nacional possui ainda um Secretariado Executivo, integrado por mais quatro elementos, alem do presidente.
Dando cumprimento ao disposto no Regulamento da Juvebombeiro, os quatro elementos de Secretariado Executivo foram eleitos na primeira reunião da Comissão Coordenadora Nacional após o Congresso da LBP, realizada nas instalações da Associação Humanitária de Bombeiros de Agualva-Cacém no passado dia 7 de Março.
Nessa ocasião, foram eleitos para o Secretariado Executivo da Comissão Coordenadora Nacional os seguintes elementos: Carla Ramos (Federação de Setúbal), com as funções de secretária; Paulo Ferro (Federação de Bragança), Ana Narciso (Federação de Portalegre) e André Gonçalves (Federação do Algarve), como vogais.
Estando quase constituída a equipa dirigente para esta nova fase da Juvebombeiro, importa agora que, em cada distrito e em cada quartel, esta estrutura seja acarinhada e apoiada pelos comandantes dos corpos de bombeiros e pelos dirigentes das associações humanitárias e das federações.
A Juvebombeiro só pode ser considerada uma ameaça para quem alicerça o exercício da sua autoridade numa concepção de disciplina baseada no autoritarismo e no silenciamento da iniciativa dos seus subordinados. Esta visão, assumida por muitos dos adversários conscientes da Juvebombeiro, para além de demonstrar uma falta de visão de futuro, revela também uma indesejável falta de preparação para exercer a cada vez mais exigente “Arte de Comandar”. E isto, na essência, é mais grave do que assumir uma postura de negação da Juvebombeiro no respectivo quartel.
Por tudo o que fica dito, é preciso apelar à colaboração dos senhores comandantes dos corpos de bombeiros detidos pelas associações humanitárias de bombeiros, para que abram espaço aos jovens inseridos nas suas fileiras, motivando-os a agir no quadro da Juvebombeiro, nomeadamente viabilizando a criação de um núcleo desta estrutura dentro de cada quartel, facultando a cedência de uma viatura para que os delegados às comissões distritais e nacional se desloquem às reuniões das quais são participantes de direito, e disponibilizando os apoios possíveis para a concretização de actividades.
Da parte do Conselho Executivo estão em equação algumas medidas para, no contexto de uma conjuntura difícil, disponibilizar mais apoio à actividade da Juvebombeiro.
Todas as grandes organizações são feitas de passado, presente e de futuro. A nossa instituição não é excepção. Por isso, tem um passado muito rico e que a todos nos orgulha.
Quanto ao futuro, ele exige-nos que, no presente, tenhamos mais ousadia, mais abertura de espírito e mais capacidade de mobilização das novas gerações para a nossa causa.
Os jovens em todos os tempos representam inquietação, iniciativa e sonho. Não há futuro sem o envolvimento e a mobilização da juventude, tanto no País como nas organizações estruturantes do tecido social.
A Juvebombeiro nasceu há nove anos. Constitui um projecto que agrega mais de quatro mil aderentes Fez um grande caminho, graças ao empenho de muitos jovens e ao apoio que eles têm recebido dos seus comandantes.
Muito mais jovens gostariam de participar na Juvebombeiro. Para tanto, só precisam que lhes criem a oportunidade para o efeito.

Duarte Caldeira
Presidente do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses

Fim da época do Defeso... :)

Caros leitores, pedimos desde já desculpa por esta longa interrupção que houve na actualização do blog.
A partir de hoje, o Cbbraganca.blogspot retomará a sua actividade normal colocando algumas noticias que estariam já para edição de forma aleatória sem olhar as datas.
Com a nova estrutura, esperamos que seja do seu agrado.
Mais uma vez pedimos desculpa por qualquer incómodo que possamos ter causada.