sexta-feira, 11 de maio de 2012

Fogos de inverno e conservação da natureza na Serra de Montesinho

Por: João Azevedo, Felícia Fonseca,
Paulo Cortez e Maria Alice Pinto

CIMO – Centro de Investigação de Montanha, ESA,
Instituto Politécnico de Bragança
Fotos:P.Ferro

Um incêndio consumiu cerca de 900 ha de matos no planalto da Serra de Montesinho nos últimos dias de Fevereiro de 2012. O fogo teve origem em Espanha (Calabor) tendo progredido para o território português onde acabou por consumir uma área considerável durante dois dias.

Os fogos de inverno são habitualmente de baixa intensidade/severidade e consomem áreas pequenas. Considerando adicionalmente a época do ano em que ocorrem, estes fogos não têm usualmente impactos negativos muito significativos na flora, fauna, solo ou água. Em muitos aspetos são mesmo positivos. Permitem reduzir o risco de incêndio uma vez que criam descontinuidades na vegetação permitindo reduzir a intensidade, velocidade e área ardida dos fogos que venham a ocorrer no verão. Contribuem ainda para a dinâmica de processos importantes para os ecossistemas e para a biodiversidade como o aumento da mobilidade de nutrientes na paisagem e a criação de áreas abertas utilizadas por diversas espécies da fauna e da flora, incluindo as espécies domésticas.

As condições meteorológicas em que decorreu o fogo na Serra de Montesinho foram algo anormais para esta época do ano. A precipitação foi muito baixa em Janeiro e praticamente nula em Fevereiro e a temperatura máxima do ar aumentou subitamente no final de Fevereiro ultrapassando os 20ºC em Bragança. A vegetação viva e o solo apresentavam assim humidade muito baixa. Adicionalmente existe nesta parte da Serra de Montesinho uma quantidade considerável de biomassa morta de plantas anuais e vivazes. Nestas condições, o fogo liberta muita energia e propaga-se rapidamente. O comportamento do fogo foi ainda influenciado por ventos fortes que se fizeram sentir durante estes últimos dias de Fevereiro, particularmente durante a noite.

Apesar das condições meteorológicas excepcionais em que decorreu, o fogo de Montesinho teve, em geral, um intensidade/severidade baixa relativamente à que poderia ter tido se tivesse ocorrido no verão. Consumiu uma área grande e por isso tem um impacto visual muito elevado após o incêndio. Apesar de não termos feito uma avaliação no local, prevemos que os impactos ecológicos sejam pouco significativos. A flora não deve ser afetada devido às estratégias que as plantas adotam em áreas de altitude como estas, evitando estar ativas no inverno quando a temperatura do ar atinge valores muito baixos. Os animais nesta época do ano também não são tão vulneráveis por serem mais móveis. A estrutura do solo foi afetada à superfície mas pelo facto de o relevo ser pouco acidentado e porque em Março e Abril deste ano a precipitação foi escassa, não devem ocorrer perdas muito significativas de solo ou cinzas por erosão hídrica. Podem ocorrer, contudo, perdas por erosão eólica. Como o fogo não chegou à área de drenagem da barragem da Serra Serrada a qualidade da água superficial não deve ser afetada. Os impactos negativos mais significativos deste incêndio, no nosso entender, para além do impacto visual já referido, são a libertação de carbono para a atmosfera e a eliminação da heterogeneidade da paisagem criada naturalmente ao longo dos últimos anos nesta área. Achamos, contudo, que esses impactos são temporários e poderão ser anulados num período de 2 a 3 anos. Houve ainda um impacto económico negativo deste incêndio por ter implicado custos no seu combate.

Achamos que este fogo na Serra de Montesinho, apesar da sua dimensão e forte impacto visual imediato, terá efeitos negativos negligenciáveis na fauna, flora, solo e água mesmo tendo ocorrido em condições quase extremas para esta época do ano. Os efeitos de um fogo desta dimensão durante o verão teriam sido consideravelmente superiores aos que prevemos que ocorram neste caso.

Os fogos de inverno são importantes para a manutenção do mosaico paisagístico em áreas de montanha e assegurar o funcionamento ecológico destes territórios. Tal é particularmente relevante num período em que estas áreas se alteram rapidamente por redução ou abandono das atividades humanas. Na aldeia de Montesinho, por exemplo, já não há rebanhos e a perturbação humana nos ecossistemas da Serra é atualmente muito baixa. Este abandono favorece a acumulação de cargas muito elevadas de combustíveis em grandes extensões criando assim condições para a ocorrência de fogos de grande severidade no futuro e com fortes impactos nos ecossistemas e na biodiversidade. Muitas das áreas afetadas por este processo foram classificadas nos anos 70 pelo Estado português como áreas de conservação da natureza devido ao valor natural e cultural da paisagem. A manutenção da heterogeneidade dessa paisagem e das condições que levaram à sua classificação na ausência de perturbação humana fá-las depender cada vez mais da ocorrência de fogos de inverno. Tal não significa, no entanto, que se defenda a proliferação indiscriminada e desgovernada de fogos de inverno. Tal seria igualmente crítico em termos ambientais, com tendência a piorar no futuro com a acumulação de efeitos e ainda como resultado de alterações climáticas. O desejável seria a condução de fogos de inverno em condições controladas que permitissem criar um padrão mais ajustado aos objetivos de conservação desta área reduzindo simultaneamente o risco de incêndios de verão. A técnica é conhecida e aplicada em muitas regiões do mundo com elevado sucesso e Portugal dispõe de técnicos qualificados para o seu uso. Existem assim condições para a implementação de esquemas de fogo controlado nesta área pelos motivos já enunciados mas também como forma de reduzir os custos associados à supressão do fogo que são tanto mais elevados quanto mais dependem do combate e menos da prevenção.

Um incêndio consumiu cerca de 900 ha de matos no planalto da Serra de Montesinho nos últimos dias de Fevereiro de 2012. O fogo teve origem em Espanha (Calabor) tendo progredido para o território português onde acabou por consumir uma área considerável durante dois dias.

Os fogos de inverno são habitualmente de baixa intensidade/severidade e consomem áreas pequenas. Considerando adicionalmente a época do ano em que ocorrem, estes fogos não têm usualmente impactos negativos muito significativos na flora, fauna, solo ou água. Em muitos aspetos são mesmo positivos. Permitem reduzir o risco de incêndio uma vez que criam descontinuidades na vegetação permitindo reduzir a intensidade, velocidade e área ardida dos fogos que venham a ocorrer no verão. Contribuem ainda para a dinâmica de processos importantes para os ecossistemas e para a biodiversidade como o aumento da mobilidade de nutrientes na paisagem e a criação de áreas abertas utilizadas por diversas espécies da fauna e da flora, incluindo as espécies domésticas.

As condições meteorológicas em que decorreu o fogo na Serra de Montesinho foram algo anormais para esta época do ano. A precipitação foi muito baixa em Janeiro e praticamente nula em Fevereiro e a temperatura máxima do ar aumentou subitamente no final de Fevereiro ultrapassando os 20ºC em Bragança. A vegetação viva e o solo apresentavam assim humidade muito baixa. Adicionalmente existe nesta parte da Serra de Montesinho uma quantidade considerável de biomassa morta de plantas anuais e vivazes. Nestas condições, o fogo liberta muita energia e propaga-se rapidamente. O comportamento do fogo foi ainda influenciado por ventos fortes que se fizeram sentir durante estes últimos dias de Fevereiro, particularmente durante a noite.

Apesar das condições meteorológicas excepcionais em que decorreu, o fogo de Montesinho teve, em geral, um intensidade/severidade baixa relativamente à que poderia ter tido se tivesse ocorrido no verão. Consumiu uma área grande e por isso tem um impacto visual muito elevado após o incêndio. Apesar de não termos feito uma avaliação no local, prevemos que os impactos ecológicos sejam pouco significativos. A flora não deve ser afetada devido às estratégias que as plantas adotam em áreas de altitude como estas, evitando estar ativas no inverno quando a temperatura do ar atinge valores muito baixos. Os animais nesta época do ano também não são tão vulneráveis por serem mais móveis. A estrutura do solo foi afetada à superfície mas pelo facto de o relevo ser pouco acidentado e porque em Março e Abril deste ano a precipitação foi escassa, não devem ocorrer perdas muito significativas de solo ou cinzas por erosão hídrica. Podem ocorrer, contudo, perdas por erosão eólica. Como o fogo não chegou à área de drenagem da barragem da Serra Serrada a qualidade da água superficial não deve ser afetada. Os impactos negativos mais significativos deste incêndio, no nosso entender, para além do impacto visual já referido, são a libertação de carbono para a atmosfera e a eliminação da heterogeneidade da paisagem criada naturalmente ao longo dos últimos anos nesta área. Achamos, contudo, que esses impactos são temporários e poderão ser anulados num período de 2 a 3 anos. Houve ainda um impacto económico negativo deste incêndio por ter implicado custos no seu combate.

Achamos que este fogo na Serra de Montesinho, apesar da sua dimensão e forte impacto visual imediato, terá efeitos negativos negligenciáveis na fauna, flora, solo e água mesmo tendo ocorrido em condições quase extremas para esta época do ano. Os efeitos de um fogo desta dimensão durante o verão teriam sido consideravelmente superiores aos que prevemos que ocorram neste caso.

Os fogos de inverno são importantes para a manutenção do mosaico paisagístico em áreas de montanha e assegurar o funcionamento ecológico destes territórios. Tal é particularmente relevante num período em que estas áreas se alteram rapidamente por redução ou abandono das atividades humanas. Na aldeia de Montesinho, por exemplo, já não há rebanhos e a perturbação humana nos ecossistemas da Serra é atualmente muito baixa. Este abandono favorece a acumulação de cargas muito elevadas de combustíveis em grandes extensões criando assim condições para a ocorrência de fogos de grande severidade no futuro e com fortes impactos nos ecossistemas e na biodiversidade. Muitas das áreas afetadas por este processo foram classificadas nos anos 70 pelo Estado português como áreas de conservação da natureza devido ao valor natural e cultural da paisagem. A manutenção da heterogeneidade dessa paisagem e das condições que levaram à sua classificação na ausência de perturbação humana fá-las depender cada vez mais da ocorrência de fogos de inverno. Tal não significa, no entanto, que se defenda a proliferação indiscriminada e desgovernada de fogos de inverno. Tal seria igualmente crítico em termos ambientais, com tendência a piorar no futuro com a acumulação de efeitos e ainda como resultado de alterações climáticas. O desejável seria a condução de fogos de inverno em condições controladas que permitissem criar um padrão mais ajustado aos objetivos de conservação desta área reduzindo simultaneamente o risco de incêndios de verão. A técnica é conhecida e aplicada em muitas regiões do mundo com elevado sucesso e Portugal dispõe de técnicos qualificados para o seu uso. Existem assim condições para a implementação de esquemas de fogo controlado nesta área pelos motivos já enunciados mas também como forma de reduzir os custos associados à supressão do fogo que são tanto mais elevados quanto mais dependem do combate e menos da prevenção.
O cbbraganca fica imensamente grato aos autores deste artigo pela amabilidade e  disponibilidade na elaboração deste artigo.


Curiosidade: Qual é a aldeia, em Portugal, onde o sol nasce primeiro?

Curiosidade: Qual é a aldeia, em Portugal, onde o sol nasce primeiro?
A aldeia de Paradela é o lugar mais oriental de Portugal, a primeira localidade onde nasce o Sol neste país. Paradela é uma freguesia portuguesa do concelho de Miranda do Douro, com 13,84 km² de área e 165 habitantes (2001), encontrando-se a cerca de 16 km da sede de concelho, 70 quilómetros a sul de Bragança.

I Passeio TT "Por Trilhos de Mondim"

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Poema aos Bombeiros Peregrinos

Amigos,companheiros,
que com fé estais de jornada,
sede fortes,sois Bombeiros,
não temais a caminhada.

Nossa Senhora e Santa Mãe,
vos protege sempre agora,
corajosos como ninguem,
chegareis em boa hora.

já avistais o Santuário,
cheios de fé e de esperança,
força,é o fim do cálvario´
sois Bombeiros de Bragança.


Um abraço do Manuel Bombeiro.

Diário da Peregrinação - Dia 10

Dia 10- Conceição - Fátima

Partida - 6h20 ( Conceição)
Chegada a Fátima - 9h15
 
 

Diário da Peregrinação - Dia 9

Dia 9- Fonte do carvalho - Conceição

Partida - 7h15 ( Fonte do Carvalho)
Pequeno almoço- 9 h
Saida- 9h40
Parada para Almoço - 12h (Granja)
Partida- 14h10
Chegada 18h10 -Conceição
Jantar-21h ( Casa da D. Jacinta e Domingos em Caxarias )
Dormida - (Casa da D. Jacinta e Domingos em Caxarias)

Dia 10 - Previsão de chegada a Fátima- 10h30

Oração do Peregrino

Senhor,
Que mandas-te sair Abraão da sua terra,
E o defendeste em todos os caminhos
Que acompanhas-te o Teu povo, errante no deserto
Que nos deste, nas visitas de Jesus, Teu Filho,
A cidade santa de Jesusalém,
Um modelo para as nossas peregrinações
Concede-nos a Tua proteção.
Ao longo de toda a viagem que vamos iniciar
Sê para nós
A sombra que protege do Sol
O agasalho que protege do frio
O Abrigo que resguarda da chuva e da intempérie
Anima-nos no cansaço
Socorre-nos nas dificuldades
Livra-nos dos perigos.
Ensina-nos a aceitar a penitência da viagem,
A sair do egoismo para fazer comunidade,
A ver-Te na beleza do mundo,
A amar-Te nos homens, nossos irmãos,
Ensina-nos a desculpar, a compreender,
A sorrir e a ajudar,
Guiados por Ti, atingiremos o nosso fim
E reconfortados pela tua graça
Regressaremos sãos e salvos
Aos nossos lares e ao nosso trabalho.
Confiamos em Ti, caminharemos todos no céu.

Ámen.

 


Previsão Meteoiberia.com- Estado do tempo até 20 de Maio 2012

Na próxima fase de Lua Nova (neste momento estamos a chegar ao Quarto Minguante) iremos lentamente assistir a uma continuação do tempo quente até Domingo 13, isto porque a instabilidade e alguma frescura de Norte poderão interromper os sorrisos de toda a gente. Altura de prevenir pragas já que, se depois do calor, a humidade e frescura se instalam, as pragas e doenças também…

De assinalar, as grandes amplitudes térmicas e oscilações na temperatura, o Vento de Norte no início da próxima semana e alguma frescura.

Resumindo, para já um regresso do Sol, mas com uma amostra de algum calor fora de época, depois alguma turbulência no ar susceptível de deitar mais uns frutos abaixo.
“Chovam 30 Maios e não chova um em Junho! ”

Assim iremos ter:

Dia 11 – 6ª feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado ou limpo em todo o território, embora possa ficar temporariamente muito nublado durante a tarde, onde existe a possibilidade remota de ocorrência de trovoadas no Interior Norte. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados e em especial no Interior e uma ligeira subida das temperaturas.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
11 a 19ºC 25 a 35ºC
Vento fraco de Variável (<20km/h)

Dia 12 – Sábado
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado ou limpo em todo o território, embora possa ficar temporariamente muito nublado durante a tarde, onde existe a possibilidade remota de ocorrência de trovoadas no Interior Norte e Centro. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados e em especial no Interior.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
13 a 21ºC 24 a 35ºC
Vento moderado de Nordeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 60km nas terras altas)

Dia 13 - Domingo
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado ou limpo em todo o território, embora possa ficar temporariamente muito nublado durante a tarde, onde existe a possibilidade remota de ocorrência de trovoadas, em especial no Interior Norte e Centro.
Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
15 a 22ºC 26 a 36ºC
Vento fraco variável (20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde)

Dia 14 – 2ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados e em especial no Interior.
Espera-se ainda, uma descida das temperaturas em especial no litoral a Norte do Tejo.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
13 a 19ºC 22 a 34ºC
Vento fraco variável(20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde)

Dia 15 – 3ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente nublado por nuvens altas, onde existem condições favoráveis ocorrência de trovoadas nas regiões do Interior Norte. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados e em especial no Interior.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
12 a 19ºC 22 a 33ºC
Vento fraco de Oeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde)

Dia 16 – 4ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu pouco nublado em todo o território. No entanto a partir da tarde poderá ficar temporariamente muito nublado, onde existem condições favoráveis ocorrência de trovoadas nas regiões do Interior. Espera-se ainda a formação de nevoeiros nos locais abrigados e em especial no Interior. Espera-se ainda, uma descida das temperaturas em especial no litoral a Norte do Tejo.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
11 a 18ºC 21 a 31ºC
Vento fraco de Oeste(20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde)

Dia 17 – 5ª Feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu muito nublado em todo o território, com a probabilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca para ao fim do dia no Minho e Douro Litoral. Espera-se ainda, uma descida das temperaturas.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
10 a 16ºC 17 a 29ºC
Vento fraco de Noroeste(20 a 30 km\h, soprando com rajadas em regime Nortada no Litoral Oeste a partir da tarde)

Dia 18 – 6ª feira
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu muito nublado em todo o território, com a probabilidade de ocorrência de períodos de chuva fraca, em especial no Minho e Douro Litoral.
Espera-se ainda, uma descida das temperaturas.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
09 a 14ºC 14 a 24ºC
Vento fraco de Noroeste (<20km/h)

Dia 19 – Sábado
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu muito nublado em todo o território, onde existe a possibilidade de ocorrência de aguaceiros acompanhados por trovoadas. Espera-se ainda, uma descida das temperaturas.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
08 a 12ºC 12 a 23ºC
Vento moderado de Sudoeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 50km nas terras altas)

Dia 20 - Domingo
Prevê-se de um modo em geral, períodos de céu muito nublado em todo o território, onde existe a possibilidade de ocorrência de aguaceiros acompanhados por trovoadas.
TMín. TMáx. Temperatura (Território N ->S)
05 a 12ºC 12 a 22ºC
Vento moderado de Sudoeste (20 a 30 km\h, soprando com rajadas até 60km nas terras altas)

Estas previsões estarão sujeitas a eventuais alterações, pelo que se deverá verificar a ocorrência das mesmas, visto tratarem-se de tendências de estado de tempo, que são distribuídas no intuito de serem úteis, mas sem qualquer garantia; nem sequer a garantia de mercantilidade ou aplicação a qualquer objectivo em particular.

Melhores cumprimentos,
Autor: Mário Marques
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Diário da Peregrinação - Dia 8

Dia 8- Poiares- Ansião


Partida - 7h10 ( Poiares)

Pequeno almoço- 9 h (Lousã)

Saida- 9h40

Parada para Almoço - 11h40 (Miranda do Corvo)

Partida- 13h40

Chegada 18h -Fonte Carvalho

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros Voluntários de Ansião)

Dormida - (Quartel dos Bombeiros Voluntários de Ansião)

Dia 9-saída prevista para as 7h

Diário: Ao contrário de todos os outros dias anteriores este foi com muito sol e muito calor, bastante duro. Mas conseguimos chegar ao Corpo de Bombeiros de Ansião. Onde como já vem sendo hábito depois de jantar vamos todos para o local de dormida e descansamos, é nesta hora que a nossa Enfermeira Cátia nos faz todos os cuidados necessários que sem os quais eu (Filomena) seria muito mais difícil chegar ao meu destino.

Um abraço a todos

Diário da Peregrinação - Dia 7

Dia 7- Espariz- Poiares


Partida -8h ( Espariz )

Pequeno almoço- 9h35 (Senhora da Serra)

Saida- 10h

Parada para Almoço -12h20 (Sobreira)

Partida- 14h20

Chegada - 17h12 (Poiares )

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros de Vila Nova de Poiares )

Dormida - (Quartel dos Bombeiros de Vila Nova de Poiares)

Dia 8- Partida às 7h

Diário:
Mais um dia chuvoso, conseguimos chegar a Vila Nova de Poiares onde fomos muito bem recebidos no respetivo Corpo de Bombeiros pelo Sr. Comandante.


Como poderão verificar pelas fotos que vão em anexo.

Clima Influência Tropical Marítimo

Uma massa de ar muito quente e húmido- ar tropical marítimo- transportada numa corrente de sudoeste será responsável por uma subida acentuada da temperatura do ar em Portugal continental no período de 09 a 13 de maio.

A temperatura irá subir já a partir de hoje, atingindo valores da ordem dos 30ºC dia 10, na região Sul e Vale do Tejo, valores que se deverão manter para os dias 11 e 12, nas regiões do interior Norte e Centro.

A influência desta massa de ar húmido, dará origem à ocorrência de nebulosidade, em especial alta, e de neblinas ou nevoeiros matinais mais prováveis no litoral Norte e Centro.

Hoje dia 9, a região Norte deverá ainda ser atingida por uma perturbação frontal de fraca atividade, pelo que se prevê possibilidade de ocorrência de chuva fraca até ao final da manhã.

A partir do dia 14 prevê-se uma descida gradual de temperatura.
IM
Foto_M.Mineiro

terça-feira, 8 de maio de 2012

Diario da Peregrinação - Dia 6

Dia 6- Seia - Espariz

Partida - 7h30 ( Cruzamento da Seia )

Pequeno almoço- 9 h (Torrozelo)

Saida- 9h45

Parada para Almoço - 12h10 (Oliveira do Hospital)

Partida- 14h00

Chegada -18h Cruzamento de Espariz

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros de Tábua)

Dormida - ( Quartel dos Bombeiros de Tábua)


Dia 7- Partida às 8h


Diário: 6-5-2012
Mais uma etapa até hoje talvez tenha sido a mais difícil (penso eu Filomena) mas a coragem e a boa disposição, a paciência do nosso a apoio faz-nos esquecer estas adversidades. Hoje tivemos uma agradável surpresa o nosso Comandante veio ter connosco junto de Tábua, o corpo de bombeiros onde estamos alojados hoje como sempre muito bem recebidos, realmente somos mesmo uma Grande Família os Bombeiros.

Um abraço para todos



Diario da Peregrinação - Dia 5

Dia 5- Celorico da Beira- Seia


Partida - 7h45 ( Cruzamento de Celorico da Beira )

Pequeno almoço- 9 h40 (Cortizô da Serra)

Saída- 10h05

Almoço - 12h06 (Vila Cortês)

Partida- 14h10

Chegada - 18h50 (Seia)

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros de Seia)

Dormida - ( Quartel dos Bombeiros de Seia )
* Pausas de 2 em 2 horas para descansar, beber e comer

Diario:Quinto dia a mesma disposição de sempre a receção nos bombeiros de Seia foi como já é apanágio desta grande família

Deixamos todo um grande abraço para todos.


Barragem da Serra Serrada já tem água

Bragança já tem água para o Verão. A única reserva de água da cidade, a barragem da Serra Serrada, em Montesinho, está cheia. Por isso, de acordo com o vice-presidente da Câmara de Bragança, Rui Caseiro, “a alimentação à cidade está a ser feita através das linhas de água do Porto Sabor”.“As linhas afluentes ao canal são suficientes para as necessidades. Até há pouco tempo encontrávamo-nos num nível três de seis de um plano de emergência. Neste momento, estamos num cenário um, e o sistema de abastecimento do Alto Sabor tem sido suficiente”, explica.No entanto, mesmo com a chuva que se fez sentir no último mês, , Rui Caseiro realça que poderá haver problemas depois do Verão. “Se as condições meteorológicas assim continuarem, estaremos numa situação ainda melhor. Se tudo correr bem, temos reservas para o Verão. Mas como a capacidade de armazenamento é insuficiente, a haver problemas haverá depois do Verão”, diz Caseiro.

Por isso, a autarquia continua a trabalhar no plano de emergência, onde se procura reunir os meios necessários para o caso de ser preciso transportar água desde o Azibo. “Ainda não concluímos o plano de emergência, porque ainda não finalizámos o processo de identificação do transporte para a última fase do plano de emergência. Estão já inventariados camiões cisterna de todo o distrito, também os de Viseu e Vila Real, e foi solicitado ao Exército a relação dos meios disponíveis. Aguardamos resposta a esse nível e ainda estamos a identificar meios de corporações de bombeiros de distritos mais afastados. Num cenário 6, teremos consumos mínimos na ordem dos 7500 metros cúbicos e precisamos de garantir meios para fazer esse transporte”, sublinhou, garantindo que só o distrito de Bragança tem mais meios disponíveis que os de Vila Real e Viseu juntos.
Escrito por Brigantia (CIR)

Diario da Peregrinação - Dia 4

Dia 4- cruzamento da Mêda- Celorico da Beira


Partida - 7h45 ( Cruzamento da Mêda )

Pequeno almoço- 9 h (cruzamento de Cótimos)

Saida- 9h25

Parada para Almoço - 12h10 (Quinta do cabeço/ Trancoso))

Partida- 14h00

Chegada - 17h52 (Celorico da Beira)

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros de Celorico da Beira)

Dormida - ( Quartel dos Bombeiros de Celorico da Beira )

Diário: Continuamos a nossa peregrinação, umas vezes com maior esforço outra vez com menos mas a boa disposição nunca nos abandona. Muitas “peripécias” para contar, umas de morrer a rir outras nem por isso, mas com a ajuda e a coragem de todos vós e a de Nossa Senhora de Fátima vamos caminhando, cada dia que passa com mais saudades vossas, principalmente daqueles a quem as nossas preces vão dirigidas. Fica aqui uma Oração que todos os dias rezamos antes de iniciarmos a nossa caminhada “ Ò SENHORA MINHA, Ó MINHA MÃE NÓS NOS OFERECEMOS TODOS A VÓS, EM PROL DA NOSSA DEVOÇÃO PARA CONVOSCO VOS CONSAGRAMOS NESTE DIA E PARA SEMPRE OS NOSSOS OLHOS OS NOSSOS OUVIDOS OS NOSSO S CORAÇÕES INTEIRAMENTE TODO O NOSSO SER. E PORQUE ASSIM SOMOS VOSSOS NOSSA IMCOMPARÁVEL MÃE, GUARDAI-NOS E DEFENDEI-NOS COMO COISA PROPRIEDADE VOSSA. LEMBRAIVOS QUE VOS PERTENCEMOS ETERNA MÃE SENHORA NOSSA GUARDAI-NOS E DEFENDEI-NOS COMO COISA PROPRIEDADE VOSSA”. Agradecemos aos administradores do nosso BLOG por lá postarem as nossas aventuras “e que aventuras……))))))))))

Um FORTE ABRAÇO A TODOS AQUELES QUE ESTÃO A TORCER MUITO POR NÓS E PARA AQUELES QUE TORCEM MENOS.

Filomena, Isaque, Pendura, Múrias e Zé Luis o brilhante motorista que com a sua grafonola nos anima cada vez que por nós passa, Cátia a super enfermeira que tem magia nas suas mãos (e eu que o diga) e a nossa irmã Sónia Baptist.
PS: Não é freira. É mesmo a irmã do Isaque e do Pendura, mas por afinidade também já é nossa.


Dia 4- Partida às 7h30 - Celorico da Beira






segunda-feira, 7 de maio de 2012

Diário da Peregrinação Dia 3

Dia 3-Cruzamento de Torrre de Moncorvo - cruzamento da Mêda


Partida - 8h (Grijo)

Pequeno almoço- 9h45 (Pocinho)

Saida- 10h10

Parada para Almoço - 12h20 (Muxagata)

Partida- 14h00 (Muxagata)

Chegada - 17h30h (Cruzamento da Mêda)

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros da Mêda)

Dormida - (Quartel dos Bombeiros da Mêda)

3-05-2012


Outro dia chuvoso, duro mas sem nunca perdermos a coragem que nos caracteriza. Fomos principescamente recebidos. Um banho quente e uma canjinha oferecida pela Senhora que desempenha as funções que quarteleira naquele quartel. Fica aqui o nosso muito obrigado.


Dia 4- Partida às 7h - do Cruzamento da Mêda




quinta-feira, 3 de maio de 2012

Já morreram 166 pessoas na estrada desde o início do ano

Cento e sessenta e seis pessoas morreram nas estradas portuguesas desde o início do ano, menos 55 do que em igual período de 2011, em que se registaram 221 vítimas, informou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Segundo a mesma fonte, entre 1 de Janeiro e 30 de Abril de 2012, o período analisado, foram contabilizados 601 feridos graves, contra 720 no ano passado.

Os dados recolhidos pela PSPe pela GNR indicam que o número de feridos ligeiros se fixou em 10.643, menos 1.957 do que no mesmo período de 2011.

De acordo com os números da ANSR, entre 22 e 30 de Abril morreram nove pessoas, todas registadas pela GNR, e foram contabilizados 40 feridos graves, 29 pela GNR e 11 pela PSP.

A ANSR revela igualmente que 634 pessoas morreram na estrada no último ano, de 1 de Maio de 2011 a 30 de Abril de 2012, menos 125 do que no período homólogo anterior.

A autoridade especifica que esta informação estatística, elaborada com base nos mapas de acidentes e de vítimas referentes ao continente e enviados diariamente pelas entidades fiscalizadoras, tem um carácter provisório.

Segundo a ANSR, o conceito de “morto ou vítima mortal” utilizado neste âmbito abrange apenas as vítimas cujo óbito ocorreu no local do acidente ou durante o transporte até à unidade de saúde.
Fonte:Publico

Diário da Peregrinação Dia 2

Dia 2- Grijó- Cruzamento de Torrre de Moncorvo

Partida - 8h (Grijó)

Pequeno almoço- 9h (Burga- cruzamento de Sambade)

Saida- 10h12

Paragem para Almoço - 13h30 (Assares- almoço em Lodões)

Partida- 15h08 (Assares)

Chegada - 19h (Cruzamento de Torrre de Moncorvo)

Jantar-21h (Quartel dos Bombeiros Torrre de Moncorvo)

Dormida - Quartel dos Bombeiros Torrre de Moncorvo

Mais um dia da paregrinação, muito ventoso e muito chuvoso. Mas sempre com a coragem e a determinação que nos caracteriza, nunca desistir. Os nossos corações vão cheios de orgulho e de força ao pensar os Bombeiros de Bragança estão connosco e sobretudo a torcer por nós. Hoje, 2 de maio, ficamos no quartel dos bombeiro de torre de Moncorvo. Mais uma vez muito bem recebidos.

Para o Dia 3 prevêmos Partida às 7h00 do Cruzamento de Torrre de Moncorvo.

Alunos ajudam a reconstruir casa destruída pelo fogo na aldeia de França

Mais de uma dezena de alunos da Escola Abade de Baçal, em Bragança, começaram ontem a meter as mãos na massa para ajudar a construir uma casa na aldeia de França, no concelho de Bragança. O objectivo é ajudar uma família da aldeia que viu a casa ser consumida pelas chamas no passado mês de Novembro.

Uma iniciativa do projecto Pontes de Inclusão, do programa Escolhas, promovido pela Fundação Casa de Trabalho. A coordenadora do projecto, Iveta Vilares explica que esta é uma forma de ocupar os tempos-livres dos jovens com uma vertente solidária.“Esta oportunidade surge no âmbito do nosso projecto do programa Escolhas onde tínhamos uma actividade designada Voluntariado Construtivo. Infelizmente surgiu na comunicação social esta notícia desta casa que tinha ardido e decidimos ajudar, depois de verificarmos que era uma família carenciada”, contou.Com a ajuda de todos é agora possível dar um tecto a esta família que está a morar temporariamente em Bragança em casa de um familiar.“Houve pessoas que ofereceram dinheiro para comprar o material. A Câmara Municipal de Bragança ajuda numa parte muito significativa da obra, o material é recolhido por nós e oferecido à Junta de Freguesia que coordena a obra. Ajudamos ainda a pagar a mão-de-obra”, acrescentou.Os estudantes vão ajudar aos fins-de-semana e às quartas e sextas-feiras à tarde, altura em que não têm aulas. Quem também está a trabalhar na casa é um dos proprietários. António Silva está feliz por ver a construção da nova casa mas recorda as sequelas com que ficou do incêndio.“Eu ainda lá fiquei. Estive no hospital de Coimbra e de Bragança a recuperar durante um mês. Acho bem esta iniciativa. A casa vai ficar com dois quartos, cozinha e casa de banho”, revelou.Já os estudantes mostram-se entusiasmados por poder ajudar.“Estamos muito entusiasmados porque este projecto começou por ser uma casa de banho e evoluiu para uma casa. Estamos bastante felizes por poder ajudar alguém”., referiu Carolina Xavier.“Já tinha ajudado os meus pais a fazer obras. É um trabalho bastante prático. Eu gosto de trabalhos mais práticos do que teóricos”, constatou Ricardo Afonso“ É interessante e também como estamos em grupo é divertido”, acrescentou Ana Fermento.

As obras devem estar concluídas dentro de um mês.
Escrito por Brigantia (CIR)

Estado em que ficou a casa no dia do incêndio

Região: IC5 aberto ao trafego em toda a sua extensão

O IC5, que liga Miranda do Douro a Murça , já abriu na totalidade, com a inauguração dos seus dois últimos troços disponibilizando um total de 59 quilómetros, avançou fonte da Estradas de Portugal.

O lanço do IC5 entre Nozelos e Mogadouro, com 46,1 quilómetros, abriu às 18.30 e outro entre Carlão e o Nó de Pombal, com 12,9 quilómetros, abre às 20.30 horas de quarta-feira.

"Com a abertura destes lanços fica assim concluída a Subconcessão do Douro Interior", precisou a fonte.

O IC5 é um itinerário transversal que se desenvolve entre os distritos de Vila Real e Bragança, ligando Murça a Miranda do Douro, numa extensão aproximada de 132 quilómetros, servindo os concelhos de Murça, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfandega da Fé, Mogadouro e Miranda do Douro.

Segundo a EP, o IC5 destina-se a estabelecer acessibilidades entre estes concelhos, atualmente descontínuas em alguns locais, e a melhorar as condições de segurança e de combate à sinistralidade.

A Subconcessão Douro Interior foi adjudicada em Novembro de 2008 à AENOR - Douro Interior S.A., atualmente denominada Ascendi Douro, Estradas do Douro Interior, S.A. em regime de conceção, construção, financiamento, manutenção e exploração, sem cobrança de portagem aos utentes.

Esta concessão faz parte de um conjunto de vários lanços do IP2 e do IC5, num total concessionado de cerca de 240 quilómetros, dos quais cerca de 230 quilómetros correspondem a estradas a construir de raiz.

A empresa sublinha que a realização desta rede de estradas nos distritos de Bragança, Vila Real e Guarda, aliada à conclusão da Autoestrada Transmontana, "irá melhorar significativamente os acessos no interior norte do país".

O troço entre Mogadouro e Duas Igrejas, no concelho de Miranda do Douro, está concluído desde setembro passado, numa extensão de 37 quilómetros.
Fonte:RBA

Diário da Peregrinação dia 1

Fátima dia 1- Bragança- Grijó

Os nossos peregrinos partiram ás 07h00 do quartel deste Corpo de Bombeiros após uma oração a N.Sra da Conceição, padroeira dos Bombeiros. Alguns colegas vieram despedir-se deles, e carregar-lhes a bagagem de esperança e coragem. Iniciaram o desafio com muita vontade propria e empenho. O caminho irá foi feito, sobretudo, pela EN 15. Assim sendo o plano de viagem foi o seguinte:

Partida - 7h10

Parada para Almoço- 12h (Chaos)

Partida- 13h15

Chegada a Grijó- 18h

Jantar-18h30

Dormida - Quartel dos Bombeiros Macedo de Cavaleiros


 Aqui ficam algumas fotos:

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Brigantino é o primeiro do Norte a presidir à JuveBombeiro

Paulo Ferro, dos Bombeiro Voluntários de Bragança, foi escolhido para presidente da Comissão Nacional Coordenadora da JuveBombeiro

Ingressou nos Bombeiros em 2004 com o objectivo de exercer o voluntariado, mas Paulo Ferro, 25 anos, bombeiro assalariado nos Voluntários de Bragança, mal imaginava na altura que oito anos depois seria escolhido para presidente da Comissão Nacional Coordenadora da Juve Bombeiro. Esta é a primeira vez que este organismo é dirigido por um bombeiro da região Norte, o que reveste o cargo de um maior significado. “É uma grande responsabilidade, mas como funcionamos em comissão eu tenho um representante em cada distrito, juntamos opiniões”, admitiu. O jovem está empenhado em trabalhar pela descentralização de muitos aspectos e espera poder chamar mais a atenção para os problemas dos bombeiros do Interior. “Também permite ter uma maior abrangência sobre a realidade dos bombeiros portugueses, uma vez que a realidade de Bragança é muito diferente de Portalegre ou Beja, para não falar de Lisboa e Porto”, explicou. Um dos maiores problemas dos jovens bombeiros das zonas do interior, tal como a da juventude em geral, é a falta de emprego na região. “Os voluntários do distrito de Bragança que também são estudantes muitas vezes são obrigados a ir estudar para cidades do Litoral e acaba por ser difícil manter a sua actividade como bombeiros no Interior”, referiu. Esta situação leva a que muitos abandonem o voluntariado, o que contribui para que muitos corpos de bombeiros tenham falta de jovens. “Isto sucede pelo menos durante a semana, pois ao fim-de-semana é frequente passarem nos bombeiros e certamente se aparecer um serviço vão executá-lo com gosto”, descreveu. O défice de formação ao Nível da Escola Nacional de Bombeiros preocupa Paulo Ferro, uma vez que alguns bombeiros não conseguem receber a formação completa, sobretudo em especialidades, como por exemplo incêndios florestais ou urbanos. “Há dificuldades em frequentar esses cursos nos corpos de bombeiros do interior. Há prazos para os bombeiros serem formados, mas a Escola Nacional de Bombeiros não consegue formar completamente um bombeiro como a legislação define”, afirmou.

Cada Federação Distrital tem um coordenador que pertence à Comissão Nacional da Juve Bombeiros, entidade que tem por missão “a mobilização dos jovens inseridos nos corpos de bombeiros de modo a sensibilizá-los e motivá-los para valores subjacentes ao activismo e ao voluntariado dos bombeiros para desenvolverem o espírito de iniciativa nos corpos de que fazem parte integrante”, explica Paulo Ferro. Deste conjunto de obrigações fazem parte a organização de seminários, acções lúdicas para bombeiros e projectos para os jovens soldados da paz do país. Paulo Ferro foi levado por um familiar para os bombeiros de Bragança, onde é bombeiro de segunda classe e assalariado. Continua a estudar, frequenta o curso de Engenharia Florestal no Instituto Politécnico de Bragança, mas nem sempre é fácil conjugar as duas actividades. “Agora estou a trabalhar por turnos para poder ir às aulas, mas não tenho tempo para estudar mas não é suficiente. É difícil conciliar tudo, praticamente só tenho tempo para ir fazer os exames”, contou. Tem tanta paixão pelos Bombeiros que confessa que o é “23 horas por dia”, mantém um blog dos Bombeiros de Bragança sempre actualizado com informação útil, seja acidentes ou alertas de temporais, além de que desta maneira pode os voluntários locais podem ter um contacto mais próximo da população ao mesmo tempo que divulgam o seu trabalho. O facto de saber que muitas vezes são a última alternativa das pessoas “é muito gratificante, é muito ao fim do dia saber que ajudamos alguém e com um sentimento de missão cumprida”.
Fonte:MensageirodeBragança Foto: G.L.

Grávidas de Bragança fazem 200 km para ecografia

As grávidas de Bragança voltaram a ter de se deslocar quase duzentos quilómetros para fazer um dos mais importantes exames pré-natais, a ecografia morfológica, devido à falta de um profissional com a habilitação necessária. Responsáveis dos serviços de saúde confirmaram à Lusa que há já alguns meses que não pode ser feita em Bragança a ecografia do segundo trimestre, que é realizada entre as 18 e as 22 semanas de gravidez e permite detetar anomalias no feto.

As grávidas que queiram fazê-la pelo Serviço Nacional de Saúde têm agora de se deslocar quase 200 quilómetros até Amarante para realizar o exame, que só desde agosto de 2007 começou a ser feito em Bragança.

O presidente do concelho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, António Marçôa, disse à Lusa que o especialista que assegurava este serviço, deslocando-se periodicamente a Bragança, deixou de o fazer.

Como não existe um ecografista com habilitação para realizar o exame região, a ULS decidiu contratualizar o serviço a uma clínica privada, a Clipóvoa, de Amarante.
Fonte:Pais&Filhos

Coordenador da Juvebombeiro é de Bragança

Paulo Ferro foi eleito em Abril coordenador nacional da Juvebombeiro, a associação nacional de bombeiros até aos 35 anos. É a primeira vez que Bragança tem um representante num cargo nacional de bombeiros, tendo, por inerência, assento na Liga dos Bombeiros Portugueses.

A Juvebombeiro é uma estrutura criada no seio da Liga, com núcleos distritais. “Para já, significa uma descentralização do poder. É possível dar a conhecer realidades diferentes e aspectos dos distritos mais interiores. Conseguimos ter uma abrangência muito maior na tomada de decisões”, sublinha Paulo Ferro, que iniciou funções no início do mês de Abril.Nesta altura, as maiores preocupações prendem-se com a questão do transporte de doentes, a falta de financiamento dos corpos de bombeiros e a integração dos jovens nos corpos de bombeiros através dos voluntariados. “Por exemplo, há corporações no distrito que não conseguem evoluir com as escolas de bombeiros. E há um défice de formação. Estamos em risco de perder a Escola Nacional de Bombeiros, o que poderá trazer um défice de formação para as camadas mais jovens de bombeiros”, explica Paulo Ferro, que aponta ainda o encerramento dos Governos Civis como uma machadada no financiamento de actividades da Juvebombeiros.Nesta altura, está a ser desenvolvido um projecto que envolve infantes e cadetes, “para jovens dos 14 aos 18 anos”, de forma a permitir renovar os corpos de bombeiros.“O envelhecimento dos bombeiros é gradual. Estamos a perder voluntariado com formação externa, como estudantes de enfermagem, por não terem trabalho aqui na região”, frisa Paulo Ferro.

Os mandatos são de três anos.
Escrito por Brigantia (CIR)

Fé Move Bombeiros Até Fátima

Mais uma vez a fé moveu os Bombeiros de Bragança em Peregrinação. Um grupo de Bombeiros do Corpo de Bombeiros de Bragança iniciou, ontem dia 1 de Maio, uma peregrinação até Fátima, onde prevêm chegar no dia 13 de Maio.

Esta peregrinação, que conta com 4 caminheiros e 3 elementos da apoio, iniciou marcha pelas 07h00. A preparação foi iniciada em meados de Abril, onde todas as noites o grupo se juntou e saía a andar. Agora pelas estradas irão percorrer mais de 400 kilometros até ao Santuário de Fátima onde deixarão as suas preces e um desafio de fé concluído.

Filomena Veiga, adjunta de comando do Corpo de Bombeiros de Bragança é a impulsionadora desta peregrinação. Para ela, é a segunda vez que vai a Fátima a pé. Deixou a sua filha e o marido em Bragança para mais uma promessa de fé, e acompanha com Isaque Baptista, Paulo Baptista e João Paulo Múrias, pertencentes ao Grupo de Intervenção Permanente e Equipa de Intervenção Permanente do Corpo de Bombeiros de Bragança.

A equipa de apoio, segue numa carrinha cedida por um empresário de Bragança da SSB Automóveis, e nela acompanham o motorista desta corporação José Luís Ferreira, Cátia Costa que é bombeira voluntária e enfermeira e a irmã de Isaque e Paulo Baptista, Sónia Baptista. Na bagagem levam mantimentos e material de apoio á pernoita. Também a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança não quis ficar alheia aos apoios e patrocinou um depósito de combustível para a carrinha de apoio. A Publidigi também patrocinou executando películas autocolantes para a carrinha.

O trajecto do primeiro dia levou-os até Macedo de Cavaleiros, onde foram recebidos pelo Comandante Joca, que lhes cedeu as instalações dos Bombeiros para pernoitarem. Esta manhã seguiram em direcção a Moncorvo, ou talvez Foz Côa. 

Durante os próximos dias vamos receber o diário da peregrinação e fotos dos locais por onde vão passando. Se cruzar com eles, lançamos-lhe o desafio de cumprimentar os nossos peregrinos, saudando-os.

Boa sorte companheiros!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Aparatoso Acidente Provoca um Ferido Ligeiro

Um aparatoso acidente de viação provocou esta manhã um ferido ligeiro na zona industrial de Bragança.

O condutor de um Renault Clio despistou-se, pelas 07h45 numa das ruas da zona industrial de Bragança. O jovem de 22 anos, ficou com ferimentos ligeiros, após sair de via e destruir 2 arvores e 2 postes.

A vitima foi socorrida pela tripulação de uma ambulância INEM dos Bombeiros de Bragança. Também se deslocou para o local um veiculo de desencarceramento e a PSP de Bragança.


Bragança: ULS vai manter a decisão de realizar análises clinicas nos hospitais públicos

A administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste vai manter a decisão de realizar nos hospitais públicos as análises clínicas e deixar de encaminhar utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para os laboratórios convencionados.

A posição foi avançada pelo diretor clínico dos Cuidados Primários da ULS, Armandino Raposo, aos representantes de um grupo de trabalhadores dos laboratórios privados, que se manifestaram, em Bragança, contra a medida daquele organismo.

“É evidente que se nós temos capacidade laboratorial e capacidade humana e não necessitamos aumentar a nossa despesa, nós estamos a poupar dinheiro. Porém, esse não é o nosso principal objetivo, o primeiro objetivo é servir bem o doente”, justificou Armandino Raposo, acrescentando ainda que, “nas três cidades estamos a dar resposta com os nossos recursos sem necessidade de contratar mais ninguém, para já”, conclui.

Cerca de três dezenas de trabalhadores e proprietários de laboratórios de Bragança concentraram-se em frente às instalações da antiga sub-região de saúde, reclamando a manutenção dos postos de trabalho e o direito de livre escolha dos utentes.

Depois da reunião com Armandino Raposo, o representante dos laboratórios, Roberto Costa, disse que vão “continuar a lutar”, mas, perante o que lhe foi transmitido, entende que afinal “será um mal menor” e que a medida não implicará a perda de mais de uma centena de postos de trabalho no Nordeste Transmontano.

“Enquanto não tivermos garantias de que eles não avançam para o resto do distrito, nós vamos continuar a lutar, mas que não está fácil, não está”, explicou Roberto Costa.

Desde que a medida está em vigor, há menos de dois meses, os privados registaram quebras que “chegam aos 90 por cento” no número de utentes e alguns postos de trabalho já foram perdidos.
Fonte:RBA

VMER de Bragança passa a ser da responsabilidade da ULS

A partir desta terça-feira, a operacionalidade da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Bragança é garantida pelo serviço de Urgência da Unidade Hospitalar da capital de distrito. Até agora a gestão das equipas da VMER era feita pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O director Clínico da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULS) garante que durante o mês de Maio a VMER vai ter uma taxa de operacionalidade de cem por cento. Domingos Fernandes sublinha que o objectivo desta medida é servir melhor os utentes do distrito de Bragança.“Vamos desde já integrar a VMER de Bragança no serviço de urgência Médico cirúrgica. Ou seja, vamos ter a equipa que faz o pré-hospitalar, médico e enfermeiro, integrado na Unidade do Doente Crítico. Isto permite dar uma continuidade de cuidados desde a casa do doente até um serviço que presta cuidados definitivos ao mesmo doente, ou seja, conseguimos ver de uma forma mais integrada a abordagem global dos doentes críticos”, explica o director clínico.

Esta medida surge na sequência de uma directiva do Ministério da Saúde, que prevê a integração dos cuidados pré-hospitalares nos serviços de urgência até ao início de Novembro. Domingos Fernandes afirma que a ULS avançou já com a integração da VMER por considerar este processo vantajoso para os utentes e profissionais de Saúde.

“É vantajoso porque permite uniformizar critérios, protocolos, formas de trabalhar. O grande objectivo é melhorar o prognóstico do doente e com este acompanhamento integral sentimos que é um incentivo para os profissionais trabalharem ainda mais neste projecto. Foi uma transição pacífica para os profissionais”, garante Domingos Fernandes.

No âmbito deste processo de integração de serviços também está previsto integrar a ambulância de Suporte Imediato de Vida na Urgência de Mirandela.
Escrito por Brigantia (CIR)

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