quinta-feira, 29 de setembro de 2016
quinta-feira, 9 de julho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
Color Run - Bombeiros de Bragança - 20 de Junho 2015
COLOR RUN 125º Aniversário da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Bragança
Inscrições Abertas para toda a gente!
Inscrições Abertas para toda a gente!
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Seminário Fogos Florestais - Instituto Politécnico de Bragança

Programa
Dia 2 Maio (Sexta)
09h00 Receção
09h30 Sessão de abertura
10h00 Políticas Europeias de Defesa da Floresta Contra Incêndios
Cristina Montiel – Universidad Complutense (Madrid)
10h30 Floresta de Portugal e Incêndios
Francisco Castro Rego – Presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais (SPCF)
11h00 Coffee-Break
11h30 Políticas de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) em Portugal
Paulo Mateus – ICNF
12h00 Dinámicas y caracterización de las interfaces urbano-forestales frente al riesgo de incendios en España
Luis Galiana- Universidad Politécnica (Madrid)
12h30 Almoço Livre
14h30 Boas Práticas de DFCI: O Caso do Perímetro Florestal da Serra da Freita (Arouca)
Manuel Rainha – ICNF
15h00 Combate de Incêndios Florestais
Rui Almeida – ICNF
15h30 O que determina a área ardida e os grandes incêndios em Portugal?
Paulo Fernandes – UTAD
16h00 Análise Histórica do Grupo de Análise e Uso do Fogo
António Salgueiro – GIFF S.A.
16h30 Coffee-Break
17h00 Mesa Redonda – Debate DFCI
Moderação: Maria do Loreto Monteiro – CIMO
Intervenientes: Oradores
18h00 Jantar Livre
21h30 Centro de Ciência Viva de Bragança
Exibição do filme O Paradoxo da Salamandra
Apresentação: Francisco Castro Rego
Dia 3 Maio (sábado)
09h30 Incêndios e suscetibilidade à desertificação
Felícia Fonseca e Tomás de Figueiredo – ESA/IPB
10h00 As Mudanças Climáticas e os Incêndios Florestais no Ave
António Bento e António Vieira – Universidade do Minho
10h30 Coffee-Break
11h00 Reflexão sobre ações desenvolvidas no terreno no âmbito do combate
José Luís Morais – Liga de Bombeiros Portugueses
11h30 Sapadores Florestais: Experiências e Constrangimentos
Susana Azevedo Fonseca – Secretariado dos Baldios TMAD
12h00 Almoço Livre
14h00 Visita ao local do incêndio florestal de Picões (Alfândega da Fé)
Preço
Estudantes (CET e Licenciatura): 5€
Outros participantes: 10€
.
INSCRIÇÕES:
http://esa.ipb.pt/fogos2014/
Prevenção de Riscos Profissionais no Sector Agrário e Florestal

Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança Auditório Dionísio Gonçalves Participação gratuita
- Prevenção de riscos profissionais
- Redução de sinistralidade
- Melhoria das condições de segurança e saúde no trabalho
2º Jornadas Internacionais de Matérias Perigosas Bombeiros da Feira

As 2´s Jornadas Internacionais de Matérias Perigosas Bombeiros da Feira 2014, realizam-se no âmbito da comemoração do 93º aniversário dos Bombeiros Voluntários da Feira.
O evento tem como objetivo principal, analisar situações reais “Study Case´s”, através da exposição e discussão das Operações de Socorro de Bombeiros, na resolução de Acidentes com Matérias Perigosas.
Estão confirmadas as presenças de palestrantes oriundos de França, Espanha e Suiça.
Pontos fortes abordar nas intervenções:
a análise da matéria perigosa;
descrição do local do incidente;
meios de intervenção;
fita de tempo;
tática e manobra aplicada;
organização da equipa HAZMAT.
8,30 Abertura do Secretariado
9,00 Thomas Mimiague
Capitaine
Service Départemental d´Incendie et de Secour
Gironde, França
9,45 Eduardo Aragolaza
SubInspector
Serviço de Prevenção, Extinção de Incêndios e Salvamentos Vitoria-Gasteiz, Espanha
10,30 Coffee breack
11,00 Sessão Abertura
11,30 Análise da estatistica Nacional de acidentes c/ MMPP Patricia Pires Engenheira, Nucleo de Riscos e Alerta Autoridade Nacional de Proteção Civil, Portugal
12,00 Análise da estatística de Espanha de acidentes c/ MMPP
Ricardo Olebegoya Estrela
formador e consultor em emergências
Galiza, Espanha
12,30 Almoço livre
14,30 Resposta dos Bombeiros no Acidente c/Risco Radiológico Roberto Dominguez Fernández
Chefe, parque do polígono industrial "As Gándaras" Pontevedra, Galiza, Espanha
15,15 M. Thierry Hofer comp. Lonza, Nord du Canton de Valais
CSSP (Coordination Suisse des Sapeurs-Pompiers)
Suiça
16,00 Coffee breack
16,20 Gestão da Segurança em industría com matérias perigosas
Rui Batista, eng. empresa CIRES e PACOPAR de Estarreja, Portugal
16,40 Investigação em matérias perigosas
Escola Nacional de Bombeiros, Portugal
17,00 Encerramento
Comandante – Eng. Manuel Neto
Bombeiros da Feira, Portugal
Preços:
10 euros para Bombeiros
20 euros para não-Bombeiros
Preencha o folheto abaixo e envie para:
E-mail: bvfeira@mail.telepac.pt
E-mail: jornadasmpbvfeira@gmail.com

sexta-feira, 21 de março de 2014
Viaturas da GNR vão ter Desfibrilhadores
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, considerou "muito importante" que a GNR possua viaturas de patrulhamento equipadas com Desfibrilhador Automático Externo e disse que o projecto vai ser alargado, gradualmente, a todo o país.
"A ideia é que seja alargado a outros comandos e a outros territórios do país. Vamos fazê-lo de forma gradual" porque "envolve a aquisição de algum equipamento, mas também a formação dos militares", prometeu o governante.
Miguel Macedo falava aos jornalistas na vila medieval de Monsaraz, no concelho alentejano de Reguengos de Monsaraz, depois de participar na cerimónia de apresentação da primeira viatura de patrulhamento da GNR equipada com um Desfibrilhador Automático Externo (DAE).
Este projeto da GNR arranca no Alentejo, mais precisamente com esta primeira viatura pertencente ao posto territorial de Telheiro/Monsaraz, o que transforma esta localidade na primeira, a nível nacional, a dispor de um carro de patrulha com esta valência.
No âmbito da iniciativa, as normais viaturas de patrulhamento passam a estar equipadas com DAE e os militares a deterem formação específica e certificação na utilização do equipamento, para resposta a casos de emergência de paragem cardiorrespiratória (PCR).
Proximidade
O DAE é um dispositivo eletrónico portátil que analisa o ritmo cardíaco em situações de PCR, aplicando nas situações indicadas um choque elétrico ajustado que visa retomar um ciclo cardíaco normal e, assim, recuperar a vítima.
"É uma componente muito importante de proximidade, de apoio e diversifica a atividade da GNR, muito embora não a desvie da sua missão principal que é de segurança", elogiou o ministro.
A GNR "não vai andar à procura de quem precise" de ser assistido com recurso ao DAE, mas o equipamento, dada a proximidade da Guarda em relação à população, pode fazer a diferença, frisou.
"Muitas vezes, a GNR é a primeira entidade que chega junto de uma situação destas [com vítima em paragem cardiorrespiratória]. É bom que possa dispor de um equipamento que faz a diferença entre a vida e a morte", salientou.
Neste tipo de cenários, continuou, não possuir um DAE "pode significar a morte, porque só 3% das pessoas é que se salvam", enquanto, com um equipamento destes à mão, "há a possibilidade de 74% das pessoas sobreviverem".
"É uma enorme diferença", referiu Miguel Macedo, considerando "muito positivo" e "significativo" este projeto da GNR.
Para a Guarda, a primeira viatura com DAE apresentada, esta sexta-feira, representa "uma enorme mais-valia no início do socorro a vítimas de paragem cardiorrespiratória, até chegada de ajuda diferenciada".
Depois de Monsaraz, a GNR prevê novas viaturas com este equipamento no posto territorial de Vendas Novas e no posto de trânsito de Estremoz.
Fonte: JN
Bombeiros do Alto Tâmega Com Novo Equipamento Individual

243 Bombeiros das corporações do Alto Tâmega terão novos equipamentos de protecção individual para combate a incêndios.
No âmbito de uma candidatura apresentada pela Comunidade InterMunicipal do Alto Tâmega (CIM-AT) ao Programa Operacional integrado no QREN foi aprovada a aquisição de Equipamentos de Proteção Individual para Combate a Incêndios em Espaços Naturais, um investimento de 127.729,00 euros, suportado em 85% por Fundos Comunitários (108.569.00 euros) e os restantes 15% repartidos de igual forma pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (9.579.00 euros) e CIM-AT (9.579.00 euros)
O equipamento individual é constituído por botas, fato, luvas, capacete e cógula, e irá equipar 243 bombeiros, valor que corresponde a metade dos efectivos que constituem as 11 Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários (AHBV) dos seis concelhos do Alto Tâmega, assim distribuídos:
AHBV Boticas, 28; AHBV Carrazedo de Montenegro, 7; AHBV Cerva, 17; AHBV Chaves, 19; AHBV Flavienses, 44; AHBV Montalegre, 24; AHBV Ribeira de Pena, 30; AHBV Salto, 4; AHBV Valpaços, 18; AHBV Vidago, 25; e AHBV Vila Pouca de Aguiar, 27.
Com a finalidade de serem reforçadas as condições das estruturas de Segurança e Protecção Civil local, estes equipamentos deverão estar disponíveis antes da época de incêndios. No âmbito desta candidatura, foram estabelecidos Protocolos de Colaboração com as várias Associações de Bombeiros e com os respectivos municípios.
Fonte: http://diarioatual.com/
A maior reserva natural da Europa está à frente dos nossos olhos
Como um fio condutor insistindo em unir duas margens que durante séculos estiveram desavindas, o rio Douro corre ao longo daquele que será o coração da maior reserva transfronteiriça da Europa, unindo vontades debaixo de um mesmo leque de oportunidades para uma região que, mais do que as riquezas da natureza, partilha os mesmos problemas e os mesmos anseios de crescimento.
A Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica, que está a nascer entre o Nordeste Transmontano português e as províncias de Zamora e Salamanca, em Espanha, espera ser o chapéu unificador de vontades e oportunidades para uma região deprimida demograficamente mas cheia de vontade de dar a volta à crise que se vive atualmente.
O objetivo deste projeto, que nasce no âmbito do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Zasnet, é aproveitar todo o potencial que a natureza ofereceu a esta região e criar uma grande marca que possa servir de atração quer de visitantes quer de investimentos.
Em primeiro lugar, porque não existe nenhuma outra reserva natural transfronteiriça (que englobe mais do que um país) com a dimensão que esta pode ter. Para além disso, o cunho da UNESCO acaba por servir de garantia de qualidade e ajudar a decidir os visitantes indecisos.
A somar a estes fatores estão outros como a proximidade com vias de comunicação estruturantes para o turismo, como seja a Autoestrada das Rias Bajas, um dos percursos privilegiados para os visitantes que se dirigem a Santiago de Compostela, por exemplo.
A reserva da biosfera acaba por funcionar como um conceito de desenvolvimento de uma região com muito em comum, sobretudo em termos naturais, cujo potencial está sub-aproveitado. Sendo uma marca, não funciona em si mesmo como limitadora de ação, como acontece, por exemplo com outro tipo de reservas naturais, como sejam os Parques.
Se em Portugal este conceito passa algo despercebido (existem sete), em Espanha são 45 as já existentes.
Esta pretende congregar quatro Parques Naturais e cerca de 40 sítios classificados como Rede Natura 2000. Só o Parque Natural do Lago de Sanábria, em Espanha (a cerca de 50 quilómetros de Bragança) atrai 700 mil visitantes por ano, mais do que os outros espaços deste projeto juntos.
Uma Reserva da Biosfera declarada pela UNESCO não implica nenhum tipo de restrições às atividades económicas das populações, funcionando, isso sim, como um selo de qualidade ambiental, que pode ser usado na promoção do desenvolvimento e do emprego. Ou seja, não acrescenta nenhuma restrição legal ao território que a integra.
Reservas da Biosfera geram desenvolvimento sustentável
A Declaração de Reserva da Biosfera surgiu há menos de meio século e é atribuída pela UNESCO, a mesma organização responsável, por exemplo, pelas declarações de Património da Humanidade.
Pretende conciliar o uso de recursos naturais com a sua conservação. Os EUA são o país com mais espaços deste género (47) seguidos de perto pela Espanha (45). Um dos mais conhecidos é o dos Picos da Europa, em Castela e Leão.
Das 621 reservas da biosfera existentes em todo o mundo, 12 são transfronteiriças. Esta seria a maior delas todas.
As reservas da biosfera da UNESCO promovem os produtos da região, o turismo em conformidade com o meio ambiente e uma agricultura inovadora que protege o ambiente. Este conceito pode servir como um guia de projetos que visem a melhoria da qualidade de vida das populações e assegurem a sustentabilidade ambiental.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Antes cabras que aviões
Exmo. senhor ministro da Administração Interna,
Li que tenciona gastar 27 milhões de euros em cada um dos aviões para os fogos.
Tenho uma proposta para lhe fazer: entregue-me os 27 milhões que custa um Canadair e deixe-me geri-los, absolutamente pro bono.
Explico-lhe o que farei com eles. Faço um concurso para projectos que tenham as seguintes características:
1) Terem uma área geográfica definida; 2) Usarem, de forma integrada, fogo, cabras e sapadores para gerirem o mato; 3) As mesmas pessoas responsáveis por gerir o mato serão responsáveis pelo combate nessa área geográfica (usando ferramentas com cabos de pau e pinga-lume, como alguém dizia um dia destes, judiciosamente).
Os projectos poderiam ser de proprietários, associações de proprietários, ONG, associações de bombeiros, qualquer pessoa ou instituição, excluindo o Estado e qualquer associação em que o Estado tivesse mais de 15% do capital.
Da experiência que tenho por gerir um projecto que tem algumas semelhanças com o descrito (financiado, veja lá, com o Fundo EDP de Biodiversidade, porque o Fundo Florestal Permanente é gerido como sabe), eu diria que tipicamente um financiamento de 500 mil euros seria suficiente para financiar cinco anos a gestão de qualquer coisa como 2500 a cerca de 5000 hectares, incluindo um rebanho de 200 cabras e apoio técnico, em especial para o uso do fogo, quer na prevenção, quer no combate.
O seu Canadair financiaria cerca de 50 projectos, ou seja, a gestão e combate em 100 a 200 mil hectares. Não ficaria o problema dos fogos resolvido, isso é certo, mas também não fica com o Canadair.
E repare na diferença. O Canadair é importado, as cabras são de fabrico nacional. O Canadair usa combustíveis fósseis, as cabras são recursos renováveis. O Canadair cria custos de manutenção, as cabras criam cabritos. O Canadair não altera os dados do problema, as cabras estrumam o solo e aumentam a produtividade. E, last but not the least, no fim do seu tempo de vida útil o Canadair dá ainda despesa para o seu desmantelamento e tratamento dos resíduos e as cabras dão chanfanas.
Não falo sequer na diferença de criação de emprego, não falo da presença de gente no território, não falo da diferença no equilíbrio territorial, não falo da transferência de recursos entre o litoral e o interior.
E não falo da sustentabilidade futura: o Canadair não cria riqueza e vai ser preciso de novo gastar mais 27 milhões qualquer dia, as cabras reproduzem-se e criam oportunidades de negócio incríveis, como pode imaginar, por exemplo, pensando na grande distribuição a fazer promoções de cabrito como forma de apoiar o esforço colectivo de gestão do fogo.
Pense nisto, senhor ministro, porque talvez estejamos de acordo num ponto essencial: inteligente, inteligente é sermos capazes de gerir o fogo e não precisar dos melhores meios possíveis para o tentar combater.
Até porque o fogo teima em se rir dos Canadair e outras sofisticações tecnológicas, continuando só a obedecer a quem o combate com os pés no chão, com as mãos em cabos de madeira e com uma cabeça fria que saiba usar o fogo contra o fogo.
fonte:Publico-ciencia
Major Paulo Campos é o novo presidente do INEM
Para trás ficaram Teresa Cardoso Pinto, da delegação regional do sul do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), e Vítor Almeida.
Aguarda-se a publicação do despacho de nomeação em Diário da República e o agendamento da tomada de posse, que deverá ocorrer em breve. Para o lugar de vogal do Conselho de Administração do INEM, Paulo Macedo escolheu José Manuel Mestre, ex-dirigente da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.
Paulo Campos sucede a Regina Pimentel, que ocupou o cargo provisoriamente, após a saída, no final da comissão de serviço, de Miguel Soares de Oliveira.
O novo presidente do INEM é oficial do quadro permanente do Exército Português, tem 42 anos e é licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. A maior parte da sua carreira profissional foi em hospitais da região Norte.
Especialista em Medicina Interna, subespecialista em Medicina Intensiva e com competências em Emergência Médica, Paulo Campos já exerceu funções clínicas no Hospital de Pedro Hispano e no Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga. Passou também pelo Hospital Militar do Porto, onde assumiu funções de direção em alguns serviços.
Já foi operacional de Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e dos helicópteros do INEM.
fonte:JN
SAIBA JÁ COMO VAI ESTAR O TEMPO NO FIM-DE-SEMANA:
Imagem de satélite actual:

Já se encontra em aproximação a frente fria que irá trazer a chuva e a descida das temperaturas já a partir de amanhã, assim:
-Amanhã: teremos um dia com chuva durante a madrugada e manhã passando gradualmente a aguaceiros, vento de sul ou sudoeste, subida das temperaturas mínimas e descida das máximas.
-Sábado: Dia de pós frontal, com aguaceiros mais prováveis até meio da tarde, que poderão ser acompanhados de trovoada e saraiva, a cota de neve baixará até aos 800m ao fim do dia (a probabilidade de precipitação será muito residual). Descida da temperatura com formação de geada.
-Domingo: Não se espera precipitação, o céu irá cobrindo-se de nuvens com o passar das horas a anunciar uma nova frente que nos trará chuva na 2ª feira. Descida da temperatura mínima com formação de geada.
fonte:

Acampamento Distrital da Juvebombeiro de Beja

Acampamento Distrital da JuveBombeiro de Beja inscrições abertas até 01 de maio de 2014.
Informações/ inscrições: geral@juvedistritalbeja.org
Informações/
95% dos proprietários não respeitam segurança
Em caso de incêndio, os responsáveis podem ter de responder criminalmente, mesmo desconhecendo a lei.
Confrontando-se com as crescentes dificuldades na aplicação do Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio aos edifícios existentes (SCIE), a Associação Portuguesa de Segurança (APSEI) promove, no dia 25 deste mês, um debate sobre a reabilitação na segurança contra incêndios, no Hotel Tivoli Oriente, em Lisboa.
A urgência deste debate surge da crença por parte desta associação de que as medidas de autoprotecção em edifícios, exigidas pelo regime de segurança contra incêndios, ainda não estarem a ser cumpridas por 95% dos proprietários, não só por desconhecimento da lei, mas também por contenção de custos.
"A maioria dos responsáveis pelos edifícios desconhece que é responsável, ao abrigo da legislação de segurança contra incêndio, pela manutenção das condições de segurança dos edifícios", disse ao i a secretária-geral desta associação, Maria João Conde, advertindo que, em caso de incêndio, esses responsáveis podem mesmo ser acusados criminalmente por eventuais prejuízos, caso as medidas de prevenção e emergência não tenham sido devidamente acauteladas.
A principal dificuldade dos profissionais de segurança contra incêndios prende-se precisamente pelo facto de os seus clientes, por norma proprietários ou responsáveis pela exploração dos edifícios, desconhecerem a lei. Além disso, a esmagadora maioria dos edifícios não tem as medidas de autoprotecção implementadas, nem garante a manutenção dos equipamentos de segurança contra incêndio instalados (por exemplo, meios de primeira intervenção, detecção de incêndio), apesar da imposição legal.
"As medidas de autoprotecção são procedimentos de organização e gestão da segurança que visam manter as condições de segurança e garantir uma estrutura mínima de resposta a emergências em caso de incêndio", explica Maria João Conde. Mas não só. Estas medidas pretendem também salvaguardar que os equipamentos e sistemas de segurança contra incêndios estejam em condições de ser operados permanentemente e que, em caso de emergência, os ocupantes abandonem o edifício em segurança.
A mesma fonte chama ainda a atenção para outro facto desconhecido pelos responsáveis de segurança dos edifícios: "Os fornecedores dos serviços de instalação e manutenção de equipamentos de SCIE têm de ser obrigatoriamente registados pela Autoridade Nacional da Protecção Civil para poderem exercer esta actividade. "Muitos clientes contratam serviços a empresas que não estão habilitadas para o efeito", sublinha.
Sobre as medidas de segurança a adoptar, a profissional esclarece que variam consoante o edifício, mas que estas se dividem em passivas (elementos construtivos, como portas resistentes ao fogo ou selagens), activas (equipamentos de combate a incêndio como extintores, sistemas de extinção por sprinklers, carretéis) e medidas de organização, manutenção e gestão da segurança, também conhecidas como medidas de autoprotecção.
fonte:ionline
[Previsão Planoclima] - Aviso não Oficial - 21 a 30 de Março 2014- Frio a caminho e alguma chuva, com possibilidade de queda de Neve >800m
"Fevereiro feveroso, Março escavenoso, Abril ventoso e Maio remeloso fazem o ano formoso."
Amanhã dia do Pai (S. José) o Centro e Sul poderá assistir a belas formações de trovoada para o fim da tarde
Depois, deste inicio de Primavera antecipada teremos um Quarto Minguante (23/24) frio e húmido mais a N do Tejo, no entanto o regresso da roupa de inverno por uma semana será quase inevitável, uma vez que também existe a possibilidade de queda de neve acima dos 600/700m para as regiões do interior, na madrugada dia 23 mas, sem que antes a 21 venha uma rega para todo o território, claro mais intensa a Norte.
Depois espera-se uma descida acentuada das temperaturas para o dia 22, em que nalguns casos pode descer 8-10ºC e a possibilidade de se manter o tempo fresco até dia 27, no entanto, com uma ligeira subida dos valores da temperatura no dia 25 mas, mantendo para este diaa previsão de aguaceiros que serão de neve acima dos 700m.
Dia 26 e 27 serão dias de transição com o regresso do sol, embora entre o dia 28 e 30 poderemos mais a Norte ser afectados por uma depressão que poderá originar alguns aguaceiros Invernosos mas, com alguma incerteza na previsão para o último FDS de Março (29/30).
De salientar a oscilação de temperaturas, o frio fora de época mas normal acontecer por vezes em Março e o vento do quadrante Norte durante todo o período, o que não abona em termos agrometeorológicos porque írá coincidir com muita rebentação frutícola e hortícola. O mesmo se aplicará aos humanos onde o regresso de algumas viroses...
Resumindo, o regresso do Inverno e depois ainda teremos o Abril e quem sabe um com um sabor amargo...infelizmente...por isso espero estar enganado quanto ao próximo mês que aí se avizinha.
Bem haja
Mário Marques
Planoclima 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
Obrigado Bombeiros Portugueses - Dia do Pai

Feliz Dia do Pai!
Especialmente aqueles que são Bombeiros ou que tornaram os seus filhos Bombeiros de Portugal!
Por vocês, vamos PARTILHAR!!!
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